<rss version="2.0" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"><channel><title>rockingabroad</title><description>rockingabroad</description><link>https://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/blog</link><item><title>Costa Atlântica '18</title><description><![CDATA[Se há dois meses eu e a Triban nos preparávamos para a primeira grande aventura...está agora na hora de descrever esta pequena história e ficar gravada para sempre nas nossas memórias!Dia 1 (Coimbra > Tomar)Foi no dia 26 de maio de 2018, por volta das 12h que eu e a Triban, apesar da chuva lá fora, saímos para a nossa primeira grande viagem por Portugal.O destino para este primeiro dia era Tomar, tendo que mudar logo de planos neste primeiro dia, pois as condições climatéricas não estavam<img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_9f17a170aa58431f935647e005d11b00%7Emv2_d_2048_1536_s_2.jpg"/>]]></description><link>https://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/single-post/2018/07/30/Costa-Atl%C3%A2ntica-18</link><guid>https://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/single-post/2018/07/30/Costa-Atl%C3%A2ntica-18</guid><pubDate>Mon, 30 Jul 2018 20:23:23 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Se há dois meses eu e a Triban nos preparávamos para a primeira grande aventura...está agora na hora de descrever esta pequena história e ficar gravada para sempre nas nossas memórias!</div><div>Dia 1 (Coimbra &gt; Tomar)</div><div>Foi no dia 26 de maio de 2018, por volta das 12h que eu e a Triban, apesar da chuva lá fora, saímos para a nossa primeira grande viagem por Portugal.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_c97e45f18cc64ab9bb4a03af6987c0cb~mv2.jpg"/><div>O destino para este primeiro dia era Tomar, tendo que mudar logo de planos neste primeiro dia, pois as condições climatéricas não estavam favoráveis e optei por abandonar a ideia de seguir pela costa e assim, seguir de forma mais direta para Lisboa, evitando o mau tempo e conseguir pernoitar as duas primeiras noites em casa de familiares.</div><div>Para evitar o trânsito da IC3 segui pelas estradas secundárias em direção a Miranda do Corvo que, com todo o peso nos alforges logo me apercebi não ter sido a opção mais acertada, pois o esforço de pedalar por caminhos desnivelados aumentaram e muito a dificuldade para este primeiro dia!</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_c8e6509a997845f183c3b4e1373dc76e~mv2_d_2048_1536_s_2.jpg"/><div>A chuva foi também acompanhado a viagem, mas num ritmo lento lá consegui chegar a Tomar por volta da hora de jantar, sem grandes sobressaltos.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_5f309da71a0141ea969f510ad0150b14~mv2_d_2048_1536_s_2.jpg"/><div>Resumo do dia:</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_bb37bbde7bf74a06a5d80af3c4e0ea68~mv2_d_2048_1536_s_2.jpg"/><div>Dia 2 (Tomar &gt; Lisboa)</div><div>No segundo dia o objetivo era chegar a capital e após o pequeno almoço lá deixei a bela cidade de Tomar rumo a sul.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_24c2ca5d729a47aba5c0ab7a48b474c6~mv2_d_2048_1536_s_2.jpg"/><div>Sempre a um ritmo bastante baixo, em modo &quot;turismo&quot;, lá segui pela Golegã, Almeirim, onde tive direito a uma visita na estrada de um companheiro motociclista, parando várias vezes para me hidratar e alimentar.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_2185d21514a043d2bd8e3bf6c5310925~mv2_d_2048_1536_s_2.jpg"/><div>Já perto da capital, pela zona do Azambuja apanhei um vento bastante forte que fez com que tivesse que aumentar o esforço físico e atrasando a minha chegada a casa dos meus familiares...que já esperavam por mim para jantar!</div><div>Neste dia rolamos cerca de 125km completando assim a fuga ao plano inicial, que era seguir até aqui pela costa...mas assim consegui ganhar um dia e escapar ao mau tempo que se fazia sentir por estes dias, com a vantagem de pernoitar em casa de familiares, quentinho e confortável.</div><div>Resumo do dia:</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_9218642883c54e55a682ec2df895cce3~mv2_d_2048_1536_s_2.jpg"/><div>Dia 3 (Lisboa &gt; Praia do Pego)</div><div>No terceiro dia saí de Lisboa sem qualquer destino, apenas com o objetivo de prosseguir viagem em direção ao sul.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_945a395064c946b58b1750c62c0d61ef~mv2_d_2048_1536_s_2.jpg"/><div>Deixei Lisboa para trás no comboio, em direção a Coina, para daí poder subir o Parque Natural da Arrábida e poder contemplar a bela paisagem lá do alto. </div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_8edd5afc2d0946d681f3c2775b4a1fd7~mv2_d_2048_1536_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_2307cacce3fb4c7cab37e5811a10a830~mv2_d_2048_1536_s_2.jpg"/><div>Já com Troiá à vista e com o sol a começar a aparecer estava também na hora de seguir viagem em direção a Setúbal, para apanhar o ferry e seguir viagem até Troia.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_5c5b12c9304949afa01d14a540be78a4~mv2_d_2048_1536_s_2.jpg"/><div>Deu ainda para dar um pequeno passeio pela península de Tróia, mas como já começava a ficar tarde fiz-me à estrada em direção a Melides. </div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_1f87592031e145d78b9651aa071cbeb6~mv2_d_2048_1282_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_b4eeedb9275246ee9342a78e58dc53d5~mv2_d_2048_1536_s_2.jpg"/><div>Como não consegui chegar ao parque de campismo e começava a anoitecer resolvi virar em direção à costa para poder pernoitar numa praia.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_d73b5e97f3d34092b036683979bc09ed~mv2_d_2048_1536_s_2.jpg"/><div>Acabei por ir ter a praia do Pego, que confesso, nunca ter conhecido antes de aqui chegar para acampar e passar a noite. Apesar do vento forte deu para montar a tenda, cozinhar algo e ainda poder contemplar um belo pôr de sol antes de deitar.</div><div>Resumo do dia:</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_479dd6852e024c04b6dcd65a946ce465~mv2_d_2048_1536_s_2.jpg"/><div>Dia 4 (Praia do Pego &gt; Porto Covo)</div><div>Depois de ter adormecido sobre um forte vento, de manhã acordei com tudo mais calmo à minha volta. Ainda era bastante cedo, mas como já não tinha sono estava na hora de arrumar tudo e deixar tudo limpinho para prosseguir viagem.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_7ddb18dfb6684633a35f2522bf36553e~mv2_d_2048_1536_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_90b14b9c8a5f4407b7696cedaf6b995c~mv2_d_2048_1536_s_2.jpg"/><div>O tempo ainda estava esquisito e o sol ainda se mantinha escondido por detrás das nuvens, o que nem era uma desvantagem, pois permitia-me rolar mais quilómetros sem sentir aquele calor abrasador.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_37c6f31f73a343ccb03b57edc214247b~mv2_d_2048_1536_s_2.jpg"/><div>O objetivo de hoje era chegar a Porto Covo e dormir no parque de campismo.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_bff68182d794422a8629c824d7162457~mv2_d_2048_1428_s_2.jpg"/><div>O tempo continuava nublado e de vez em quando chuviscava, tendo que vestir o impermeável para me manter seco.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_ae67f8c86a2d47048fbab8811ea8620c~mv2_d_2048_1536_s_2.jpg"/><div>Acabei por chegar a Porto Covo ao início da tarde, dando tempo ainda para uma voltinha pelas ruas e comprar algo para jantar.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_62e30e2d1deb4b868af4fc3abe814c0c~mv2_d_2048_1536_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_083aa14e51bb4a9e958fd5e3d9ebe978~mv2_d_2048_1536_s_2.jpg"/><div>À hora de jantar, já no parque de campismo fui convidado para me juntar a uma mesa, onde acabei por conhecer um outro ciclista, alemão, de seu nome Ari que já pedalava pela Europa há uns meses.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_1cef8c85e5764e6692a071fcd608f0d1~mv2_d_2048_1536_s_2.jpg"/><div>Resumo do dia:</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_ebf4b7f3ffd24abd9341eae2718851ba~mv2_d_2048_1536_s_2.jpg"/><div>Dia 5 (Porto Covo &gt; Odeceixe)</div><div>Na noite anterior tinha descoberto pelo &quot;Booking&quot; um quarto numa pensão em Odeceixe a um preço mais baixo que um parque de campismo e não hesitei em reserva-lo. A distância desde Porto Covo não era assim tanta e por isso para este dia Odeciexe seria o meu destino final.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_2c470385c7db41929cc8e8c10f347626~mv2_d_2048_1536_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_83290c22d5e145e4a16c3f4c7e745dc9~mv2_d_2048_1536_s_2.jpg"/><div>Deixei Porto Covo em direção à Ilha do Pessegueiro e daí segui por uns caminhos de terra batida em direção a Vila Nova de Milfontes. </div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_672662debe504977b80550d93f275c0a~mv2_d_2048_1536_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_cdac5b0679b744eca7db4d6dfa7d40cb~mv2_d_2048_1536_s_2.jpg"/><div>O pior estaria para vir quando já perto de Vila Nova de Milfontes e bem junto à costa tive que atravessar uns caminhos de areia, que apesar do gps me indicar que seriam &quot;apenas&quot; 10km de caminho, estes transformaram-se num verdadeiro &quot;inferno&quot; e fizeram-me empurrar a Triban por mais de duas horas até alcançar Vila Nova de Milfontes.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_15549f6aa0204745ac577b5c965fa85c~mv2_d_2048_1536_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_f7d233fe52764fbeb5112060ea689b39~mv2_d_2048_1536_s_2.jpg"/><div>Quando alcancei Vila Nova de Milfontes estava exausto e apenas deu para descansar um pouco, pois como já tinha reserva feita em Odeceixe tinha agora que me apressar para lá chegar.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_a28ab1b0c25648f880e4fb8be12d0497~mv2_d_2048_1536_s_2.jpg"/><div>De Vila Nova de Milfontes segui em direção ao Cabo Sardão e daqui apesar da rota me indicar para prosseguir pelo asfalto, como já conhecia e sabia que dava para seguir junto a costa por uns caminhos de terra/arreia, resolvi desviar-me da rota e seguir por aí.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_1b8f5be7afa2489695cbd48eb49dcd9d~mv2_d_2048_1536_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_5f40f9c1753847e095302d16969562bd~mv2_d_2048_1536_s_2.jpg"/><div>Segui por esse caminho até ao Porto das Barcas descendo um escadario íngreme no final com a Triban às costas, o que me fez demorar mais uns 30 minutos...estava a ser sem dúvida o dia mais &quot;louco&quot; desta aventura!</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_68159dab56b740b3ba7706ac8121d393~mv2_d_2048_1536_s_2.jpg"/><div>Já começava a ficar tarde e estava a ver que não chegava a tempo do &quot;check-in&quot; na pensão...mas arranjava ainda tempo para uma última paragem, na Zambujeira do Mar.</div><div>Com o tempo cada vez mais apertado, ainda teria que enfrentar uma última surpresa, pois o caminho da Zambujeira até Odeceixe sobe e bem, fazendo com que me atrasasse ainda mais...de mota sempre foi mais fácil!</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_415a28b656164ed48d9d11457233cd4a~mv2_d_2048_1536_s_2.jpg"/><div>Lá cheguei 1h depois do &quot;check-in&quot; mas sem qualquer problema lá guardei a Triban na garagem e instalei-me nas instalações para um merecido descanso.</div><div>Resumo do dia:</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_df3a2d25834c4e1eaa4ef56541c73fb1~mv2_d_2048_1536_s_2.jpg"/><div>Dia 6 (Odeceixe &gt; Monte Ruivo)</div><div>Ao sexto dia de viagem voltaria a prosseguir viagem sem nada preparado nem definido...era seguir até onde o destino nos levasse.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_f871de42b9d54374a25ab8597434fe15~mv2_d_2048_1536_s_2.jpg"/><div>Saindo da pensão fui em direção à praia de Odeceixe para daí seguir por uns caminhos pedonais até à Praia de Vale dos Homens...onde acabaria por almoçar e descansar um pouco.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_3df3182c626345de8b0a94d061dc06df~mv2_d_2048_1536_s_2.jpg"/><div>E finalmente o sol fazia-se notar.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_3edcc92d5adc46b59c333b274e3ac2dd~mv2_d_2048_1536_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_da0b9bf416ad4117975f0deb447ee5b6~mv2_d_2048_1536_s_2.jpg"/><div>Sempre que possível prosseguia pelos caminhos pedonais e estradas secundárias...alcançando Aljezur, onde deu para efetuar uma pequena paragem e reabastecer-me de comida.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_92cdf35e8c6f44ec8612c68de8bd2f44~mv2_d_2048_1536_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_2143cb3c3bca46c19e3dfa1f4ee371bf~mv2_d_2048_1536_s_2.jpg"/><div>Prosseguindo viagem fizemos ainda umas paragens rápidas nas praias da Amoreira e da Arrifana.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_6a7597c5f7e6415ebd303cb72ce9d57b~mv2_d_2048_1536_s_2.jpg"/><div>Como já era tarde e tornava-se perigoso circular pela falta de luz, ao avistar um moinho abandonado não pensei duas vezes e parei ali mesmo para pernoitar. Já não dava para chegar à Bordeira neste dia.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_c162a242e14e4ab5a66ad397d633c3f9~mv2_d_2048_1536_s_2.jpg"/><div>Resumo do dia:</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_33ef79f7dbae40e4b70fa852856681b2~mv2_d_2048_1536_s_2.jpg"/><div>Dia 7 (Monte Ruivo &gt; Sagres)</div><div>Após ter passado um noite calma junto ao abandonado moinho, levantei-me cedinho pois neste dia queria já alcançar Sagres, destino que tinha em mente desde a saída de Coimbra.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_5726eff2375b40c6b2b72fcbf9742cb1~mv2_d_2048_1536_s_2.jpg"/><div>Assim, continuei a viagem pelos belos trilhos do Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina até à Praia da Bordeira.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_4f480b7690b843108d22baabc46b852e~mv2_d_2048_1536_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_2d4b9915c98e4699b15cfae112d8e67f~mv2_d_2048_1536_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_442a07eebece4002a9f2c85d4647aa7e~mv2_d_2048_1536_s_2.jpg"/><div>Da praia da Bordeira segui sempre junto à costa pelo Pontal da Carrapateira, passando ainda pela praia do Amado.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_8d19cbfa04e74f2e839f308857b7f9db~mv2_d_2048_1536_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_4858940ed2b34fe7b61b71b3bc354375~mv2_d_2048_1536_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_3c911e025765418abb29dfabc6725916~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_add50fc0cd7940d19e5e16f6f5161155~mv2_d_2048_1536_s_2.jpg"/><div>Parei ainda em Vila do Bispo para comprar alguma comida, antes de prosseguir viagem até ao Cabo de São Vicente. </div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_4084a1f452204c799bbb86ba21c5a29c~mv2_d_2048_1536_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_6da147c46ed64bb9888802fe5161a5da~mv2_d_2048_1536_s_2.jpg"/><div>Do Cabo de São Vicente segui para Sagres, alcançando finalmente o objetivo e destino final.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_2a5ae539dc57491bac88a997e07dbd7d~mv2.jpg"/><div>Acabei por pernoitar no campismo da orbitur em Sagres.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_f16059855d294dfba602481b23efd6a1~mv2_d_2048_1536_s_2.jpg"/><div>Alcançado o objetivo decidi de Sagres prosseguir até Portimão no dia seguinte para depois daí voltar a casa de comboio.</div><div>Resumo do dia:</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_02829319ae444c21ae6805ae80362301~mv2_d_2048_1536_s_2.jpg"/><div>Dia 8 (Sagres &gt; Alvor)</div><div>Com a Triban a parecer já uma &quot;mula de carga&quot;, deixei Sagres para trás e fui em direção a Portimão.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_a2125fd444a24ebdb4b5ced8458e0d69~mv2_d_2048_1536_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_9f17a170aa58431f935647e005d11b00~mv2_d_2048_1536_s_2.jpg"/><div>Como tinha tempo e nunca tinha explorado muito esta zona de Portugal, decidi fazer um desvio até à praia do Zavial, sugerido por um amigo surfista.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_19efda1d295542c9a504b3879281df95~mv2_d_2048_1536_s_2.jpg"/><div>Daí prossegui em direção a Lagos e começava a ver um Portugal &quot;diferente&quot;, virado já para um turismo diferente($).</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_1dcdeccdcd2a49a68e8da276b37600b0~mv2_d_2048_1536_s_2.jpg"/><div>Visitei ainda a praia de Dona Ana e acabaria por optar por ficar no parque de campismo do Alvor.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_3bb46a1e288c4e71bb5bc83b2c784637~mv2_d_2048_1276_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_3db406eebb5e4dcf98051e06eeb0419d~mv2_d_2048_1536_s_2.jpg"/><div>Resumo do dia:</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_dbb5e59fb4e6456ca2e56d15db9afa22~mv2_d_2048_1536_s_2.jpg"/><div>Dia 9 (Alvor &gt; Serro da Bica)</div><div>Acordava ao dia 9 desta viagem pronto para finalmente terminar esta aventura e finalmente regressar a casa, tendo apenas de deixar o Alvor e alcançar Portimão para daí seguir para Coimbra de comboio.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_1f4d9ccfdc3a4e91bd8175d3600c8965~mv2_d_2048_1536_s_2.jpg"/><div>Deixo eu o parque de campismo a meio da manhã, com o tempo todo controlado, pois já sabia o horário de saída do comboio.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_b057fbb357f345feaeb252eb6bb725cb~mv2_d_2048_1536_s_2.jpg"/><div>Fui até à praia de Portimão para fazer mais um pouco de tempo e passar lá o tempo, pois nem as condições climatéricas convidavam a mais.</div><div>Sigo para a estação da CP e mal eu sabia o que me esperava...chegado à estação e pedindo um bilhete de ida para Coimbra o senhor diz-em que todos os bilhetes estão esgotados, devido ao fim de semana prolongado. </div><div>Ok penso eu, fico por cá mais um dia e regresso amanhã (segunda feira dia 04/06). Errado pois o senhor informa-me que a CP entraria de greve nos próximos dias, sugerindo-me tentar &quot;a sorte&quot; na estação de autocarros.</div><div>Dirijo-me à estação de autocarros e vendo a minha Triban completamente carregada avisam-me que dificilmente o motorista me deixaria viajar assim e que teria que desmontar a bicicleta, arranjar uns cartões e viltafilmar a mesma.</div><div>Chegando o motorista e vendo muita gente a entrar no autocarro, vi logo que não conseguiria viajar, mas por descargo de consciência la perguntei ao motorista que me disse o que já tinha ouvido.</div><div>A um domingo e já sem grande paciência nem me apeteceu procurar um sítio que me dessem cartões e pudesse comprar &quot;filme plástico&quot;.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_828c9a149ad4445384b53baca765eb8b~mv2_d_2048_1536_s_2.jpg"/><div>Sem grandes opções e achando eu que por ser fim de semana prolongado haveriam várias pessoas a viajar de regresso para a Capital, lá fui eu para a IC1 esperançoso que uma alma caridosa me desse boleia pelo menos até Lisboa e depois de lá logo me desenrascava.</div><div>Lá fui em direção ao IC1 também para evitar a serra de Monchique e lá tentei a minha sorte de pedir boleia...sem sucesso.</div><div>Obrigado a prosseguir viagem de bicicleta pela perigosa IC1 começava agora a pensar, enquanto anoitecia, onde iria pernoitar neste dia, pois ao longo da estrada não encontrava qualquer opção e estava ainda bem longe de Grândola.</div><div>Acabei por avistar uma humilde placa junto à estrada a indicar um parque de campismo e sem pensar duas vezes fui nessa direção.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_587d3b4010b24633977e4b9e204a92fd~mv2_d_2048_1536_s_2.jpg"/><div>Admirados os donos do campismo confidenciaram-me que ali nunca esperariam encontrar um ciclista nas suas instalações, mas ficaram contentes por poder albergar um.</div><div>Deu para aqui descansar e tentar idealizar um plano para o dia seguinte que seria sempre tentar alcançar Lisboa.</div><div>Resumo do dia:</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_0bbfefc1b48f44a1a6b42b58c87f76ea~mv2_d_2048_1536_s_2.jpg"/><div>Dia 10 (Serro da Bica &gt; Grandola &gt;&gt; autocarro &gt;&gt;Lisboa &gt;&gt;camião&gt;&gt; Coimbra)</div><div>Com o objetivo de alcançar Lisboa neste dia, mesmo sabendo que percorrer os mais de 200km, após o cansaço acumulado dos últimos dias seria quase impossível, la saí do parque de campismo confiante.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_b24bf69795b14f54a277383a96230630~mv2_d_2048_1536_s_2.jpg"/><div>Continuei pela IC1 e quando o cansaço apertava tentava novamente pedir boleia, mas sem sucesso...nem sequer uma paragem para me perguntarem se precisava de ajuda com a bicicleta ou se estava bem.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_c3b627965da14e759361cdd298411bb5~mv2_d_2048_1536_s_2.jpg"/><div>Durante o caminho houve um seguidor que me indicou haver uma estação da Rede Expressos em Grândola e como era um local mais pequeno, talvez houvessem menos pessoas a viajar para Lisboa e me facilitassem o transporte da bicicleta.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_54ccc2cbff20430dbae72bcea76847f2~mv2_d_2048_1536_s_2.jpg"/><div>Olhando para os horários de saída de autocarro e vendo onde estava o tempo de chegada seria muito apertado pelo que tive de dar o último esforço para chegar a tempo...chegando ao destino com apenas dois minutos antecedência, mas a tempo de &quot;subir a bordo&quot;.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_a703e35e4fd64818873ce45264f5e766~mv2.jpg"/><div>Felizmente o motorista foi compreensivo e disse-me que até Lisboa estava safo.</div><div>Chegando a Lisboa verifiquei que tinha apenas autocarro para Coimbra depois das 19:30h, correndo o mesmo risco de Portimão, de ali ficar e depois o motorista não aceitar levar a Triban como estava.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_0ae8a7201d8e4ce0a85812f253b1aa39~mv2_d_2048_1536_s_2.jpg"/><div>Como tinha neste dia um amigo camionista que vinha a Azambuja carregar o camião, não hesitei e resolvi fazer-me à estrada enquanto ainda estava dia, para ir ter com ele e depois dar-me boleia até Coimbra.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_a898e7c552614a26a1e397d5a4367d0a~mv2_d_2048_1536_s_2.jpg"/><div>já perto das 23h apareceu o amigo Carlos que assim me levaria para Coimbra e ajuda a terminar da melhor maneira este pequena aventura pela Costa Atlântica.</div><div>Resumo do dia:</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_cbbcd0f4ea56488396b77a503fbdc117~mv2_d_2048_1536_s_2.jpg"/><div>A aventura em números:</div><div>- 10 dias de viagem;</div><div>- 906,18km percorridos;</div><div>- 119,21€ gastos*;</div><div>- € em dormidas: 56,6€;</div><div>- € em alimentação: 41,41€;</div><div>- € em transportes: 21,20€;</div><div>- 2 dormidas em casa de familiares;</div><div>- 2 dormidas campismo selvagem;</div><div>- 1 dormida em pensão;</div><div>- 4 dormidas em parque de campismo;</div><div>- 1 boleia de camião.</div><div>*Poderia contabilizar ainda cerca de 35€ em alimentação, que gastei para levar nesta viagem, desde comida desidratada, enlatados e barras energéticas, totalizando assim os custos em cerca de: 155€.</div><div>Não contabilizo nestas despesas o valor da bicicleta e preparação da mesma, que rondaria os 400€.</div><div>Viajar de bicicleta não estava até há bem pouco tempo nos meus objetivos/planos de viagem, mas esta experiência superou e muito as minhas expetativas. Viajar apenas com a nossa bicicleta, a deriva foi uma experiência bastante enriquecedora e que recomendo a todos os que tenham oportunidade.</div><div>Como viram não precisam de uma bicicleta boa nem de equipamento excelente, basta termos o básico, uns &quot;trocos&quot; e muita vontade de ir. </div><div>A Triban chegou bem e já só pensa na próxima aventura :D</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Costa Atlântica'18 - &quot;Bikepacking&quot;</title><description><![CDATA[O que levar numa viagem de bicicleta durante 9/10 dias?A seguir à escolha da bicicleta e depois de decidir qual o destino desta viagem, saber "o que levar" e "como levar" (bikepacking) foi a tarefa que me levou a perder mais tempo nas pesquisas online.Para esta viagem e seguindo a lógica de não querer gastar muito, comprei uns alforges baratos e mais um conjunto de pequenos sacos que, acho eu me ajudarão a subdividir e acondicionar melhor a carga.Como primeira viagem tenho perfeita noção que<img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_ac66484571684efebe1846e366d937c2%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/single-post/2018/05/24/Costa-Atl%C3%A2ntica18---Bikepacking</link><guid>https://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/single-post/2018/05/24/Costa-Atl%C3%A2ntica18---Bikepacking</guid><pubDate>Thu, 24 May 2018 18:25:52 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>O que levar numa viagem de bicicleta durante 9/10 dias?</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_1d1ea43148d3444b9b84431949e8c1d0~mv2.jpg"/><div>A seguir à escolha da bicicleta e depois de decidir qual o destino desta viagem, saber &quot;o que levar&quot; e &quot;como levar&quot; (bikepacking) foi a tarefa que me levou a perder mais tempo nas pesquisas online.</div><div>Para esta viagem e seguindo a lógica de não querer gastar muito, comprei uns alforges baratos e mais um conjunto de pequenos sacos que, acho eu me ajudarão a subdividir e acondicionar melhor a carga.</div><div>Como primeira viagem tenho perfeita noção que estarei a cometer imensos erros, assim como, talvez achar que viajar de bicicleta com carga será uma tarefa fácil.</div><div>Mas o objetivo é simplesmente ir, rumo a um destino que, se não for alcançado não há problema. Pelo menos segui o sonho de viajar de bicicleta por aí e com certeza regressarei com mais experiências e capaz de melhorar alguns aspetos numa próxima saída. </div><div>Assim partilho convosco o que levo na bagagem:</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_324a6b9e31aa49d28749245e7fcc8a02~mv2_d_1500_1404_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_ac66484571684efebe1846e366d937c2~mv2.jpg"/><div>Para além destes itens levo também comigo alguma comida para me orientar uns dias, caso pernoite algum dia no meio de nenhures totalizando um peso de quase 17kg, nas bagagens.</div><div>Mas ainda falta aqui incluir o peso da bicicleta e o meu, que facilmente faz ultrapassar os 100kg que terei que arrastar diariamente.</div><div>Agora só resta mesmo chegar sábado (26/05/18) para finalmente fazer-me à estrada, antevendo desde já algumas alterações aos planos iniciais, pois as condições meteorológicas desde hoje mudaram completamente em relação aos últimos dias, não parando de chover e prevendo continuar assim nos próximos dias. </div><div>Mas mesmo assim continuo em...contagem decrescente!</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Costa Atlântica'18 - &quot;Roadbook&quot;</title><description><![CDATA[Depois da apresentação da bicicleta e de todo o suspense criado à volta do cicloturismo está na hora de revelar até onde pretendemos levar-vos nesta próxima aventura...Sendo esta a minha primeira viagem de bicicleta tinha em mente dois destinos, um deles o famoso Caminho Português de Santiago, ou então seguia na direcção sul repetindo de certa forma, as viagens que já fiz na PCX (2013) e NC (2016).Como tenho cerca de 9/10 dias de férias optei por seguir para sul pedalando os cerca de 750km que<img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_1d1ea43148d3444b9b84431949e8c1d0%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/single-post/2018/05/21/Costa-Atl%C3%A2ntica18---Roadbook</link><guid>https://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/single-post/2018/05/21/Costa-Atl%C3%A2ntica18---Roadbook</guid><pubDate>Mon, 21 May 2018 16:34:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Depois da apresentação da bicicleta e de todo o suspense criado à volta do cicloturismo está na hora de revelar até onde pretendemos levar-vos nesta próxima aventura...</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_1d1ea43148d3444b9b84431949e8c1d0~mv2.jpg"/><div>Sendo esta a minha primeira viagem de bicicleta tinha em mente dois destinos, um deles o famoso Caminho Português de Santiago, ou então seguia na direcção sul repetindo de certa forma, as viagens que já fiz na <a href="http://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/iberiatrip-13">PCX (2013)</a> e <a href="http://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/copia-sigue-la-mancha-16">NC (2016)</a>.</div><div>Como tenho cerca de 9/10 dias de férias optei por seguir para sul pedalando os cerca de 750km que separam Coimbra - Sagres, achando eu, serem concretizáveis em bicicleta.</div><div>Com a ajuda do Eurovelo decidi realizar a <a href="http://euroveloportugal.com/pt/route/eurovelo-1">Eurovelo 1 - Rota da Costa Atlântica</a>, rota que abrange para além de Portugal, a Espanha, a França, a República da Irlanda, o Reino Unido e a Noruega, subdividindo-se no nosso país em 18 secções, muito bem detalhadas no site da EuroVelo e que abaixo apresento no sentido inverso:</div><div><a href="http://euroveloportugal.com/pt/route/eurovelo-1/seccao-01">Secção 1 - Algarve (Vila Real de Santo António - Quinta do Lago) 82kms:</a></div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_9d50de743a914c799f2dae5806e7c426~mv2.png"/><div><a href="http://euroveloportugal.com/pt/route/eurovelo-1/seccao-02">Secção 2 - Algarve (Quinta do Lago - Portimão) 73kms:</a></div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_cbc1e78db7874f389c6c61a158729d97~mv2.png"/><div><a href="http://euroveloportugal.com/pt/route/eurovelo-1/seccao-03">Secção 3 - Algarve (Portimão - Sagres) 71kms:</a></div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_053bf4f6a5f5415eb153a95946ad4123~mv2.png"/><div><a href="http://euroveloportugal.com/pt/route/eurovelo-1/seccao-04">Secção 4 - Algarve (Sagres - Aljezur) 52kms:</a></div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_983b85b06e59498bb0e98ef963a88db9~mv2.png"/><div><a href="http://euroveloportugal.com/pt/route/eurovelo-1/seccao-05">Secção 5 - Alentejo (Aljezur - Vila nova de Milfontes) 71kms:</a></div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_e815df25c1eb4fe0aba58040c7adcd0b~mv2.png"/><div><a href="http://euroveloportugal.com/pt/route/eurovelo-1/seccao-06">Secção 6 - Alentejo (Vila Nova de Milfontes - Melides) 69kms:</a></div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_a175ca0a90bc45039fd526b2594bd72c~mv2.png"/><div><a href="http://euroveloportugal.com/pt/route/eurovelo-1/seccao-07">Secção 7 - Alentejo (Melides - Setúbal) 41kms:</a></div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_147a2fa5b0df410195bbaf3a0f388b08~mv2.png"/><div><a href="http://euroveloportugal.com/pt/route/eurovelo-1/seccao-08">Secção 8 - Região Lisboa (Setúbal - Lisboa) 84kms:</a></div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_ffb1d2b6b21447e8a401b00c92c4de7c~mv2.png"/><div><a href="http://euroveloportugal.com/pt/route/eurovelo-1/seccao-09">Secção 9 - Região Lisboa (Lisboa - Azenhas do Mar) 55kms:</a></div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_5866c11c3cc64f829ea43c77a390fc42~mv2.png"/><div><a href="http://euroveloportugal.com/pt/route/eurovelo-1/seccao-10">Secção 10 - Centro (Azenhas do Mar - Santa Cruz) 59kms:</a></div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_b5ad35fb7f3642b6aeb3fc248f940ecf~mv2.png"/><div><a href="http://euroveloportugal.com/pt/route/eurovelo-1/seccao-11">Secção 11 - Centro (Santa Cruz - Peniche) 50kms:</a></div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_f9c58089a49e4b509b24960b1cd8c866~mv2.png"/><div><a href="http://euroveloportugal.com/pt/route/eurovelo-1/seccao-12">Secção 12 - Centro (Peniche - Foz do Arelho) 54kms:</a></div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_49d9364e944746a390febd1bae4a3077~mv2.png"/><div><a href="http://euroveloportugal.com/pt/route/eurovelo-1/seccao-13">Secção 13 - Centro (Foz do Arelho - Praia da Vieira) 71kms:</a></div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_5e677e3625ed47f3be081f4f6d0623cf~mv2.png"/><div><a href="http://euroveloportugal.com/pt/route/eurovelo-1/seccao-14">Secção 14 - Centro (Praia da Vieira - Figueira da Foz) 68kms:</a></div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_e1d25c359e66435b86ae09a735face54~mv2.png"/><div><a href="http://euroveloportugal.com/pt/route/eurovelo-1/seccao-15">Secção 15 - Centro (Figueira da Foz - Ílhavo) 73kms:</a></div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_94f2ab2e88974b81980ecac7cb6920d8~mv2.png"/><div><a href="http://euroveloportugal.com/pt/route/eurovelo-1/seccao-16">Secção 16 - Porto e Norte (Aveiro - Porto) 72kms:</a></div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_732262b8d1154bb2805e8f6d80eb7ade~mv2.png"/><div><a href="http://euroveloportugal.com/pt/route/eurovelo-1/seccao-17">Secção 17 - Porto e Norte (Porto - Esposende) 62kms:</a></div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_3cba80a6be9b4e7c872223aa977940f5~mv2.png"/><div><a href="http://euroveloportugal.com/pt/route/eurovelo-1/seccao-18">Secção 18 - Norte (Esposende - Caminha) 52kms:</a></div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_01352478e9b441c7b555252547f0334e~mv2.png"/><div>Ao longo deste percurso penso efetuar duas ligações por ferry entre secções e aproveito para partilhar algumas informações disponíveis no site EuroVelo acerca das ligações:</div><div>Travessia do Rio Sado (Secção 7 – 8)</div><div>A travessia do Rio Sado é realizada através da Atlantic Ferries. Em Tróia o embarque é feito no Cais Sul e o desembarque em Setúbal na Doca do Comércio. O percurso inverso é realizado nos mesmos cais. O transporte das bicicletas é gratuito.</div><div>Travessia do Rio Tejo (Secção 8 – 9)</div><div>Para realizar o percurso entre Coina e Lisboa existem duas opções: a utilização do comboio ou a utilização do barco.</div><div>Comboio: o transporte é realizado pela Fertagus, a qual faz a ligação entre a estação de Coina (Setúbal) e a estação de Campolide, em Lisboa, em cerca de 25 minutos. Em Lisboa, o percurso de bicicleta pode ser retomado através da ciclovia existente na zona. </div><div>É permitido o transporte gratuito de velocípedes nos comboios da Fertagus, todos os dias da semana, com algumas excepções.</div><div>Barco: o transporte é realizado pela Transtejo, que faz a travessia do Rio Tejo através de cacilheiros, entre Cacilhas (Almada) e o Cais de Sodré (Lisboa), com a duração aproximada de 10 minutos. </div><div>O transporte de bicicletas ou velocípedes equiparados, não poluentes é gratuito em todas as ligações fluviais, de acordo com as lotações máximas e especificações definidas para cada ligação. </div><div>É possível realizar-se o percurso inverso, quer de comboio, quer de barco. De comboio dirija-se à estação de Campolide, em Lisboa e embarque no comboio da Fertagus, até Coina. De barco dirija-se ao Cais do Sodré, de onde parte o cacilheiro para Cacilhas, em Almada.</div><div>Cruz Quebrada – Cascais (Secção 9)</div><div>Dado o elevado tráfego automóvel existente na marginal de Oeiras, sugere-se que o percurso entre a Cruz Quebrada e Cascais seja feito através do comboio, numa viagem com a duração de 20 minutos.</div><div>O comboio parte da estação de comboios da Cruz Quebrada e faz uma viagem à beira-mar, agradável para o utilizador e que permite desfrutar da paisagem envolvente, dominada por praias e zonas de lazer, que acaba na estação de comboios de Cascais.</div><div>O transporte de bicicletas é gratuito todos os dias e em todos os horários, nos comboios urbanos de Lisboa, em todas as linhas.</div><div>No percurso inverso o comboio parte da estação de Cascais e a viagem tem fim na estação da Cruz Quebrada.</div><div>Autocarros</div><div>A Rede Nacional de Expressos assegura a ligação entre centenas de destinos de Norte a Sul do país, várias vezes ao dia. A Rede Expressos oferece 19 partidas diárias entre Lisboa e Porto e 20 partidas diárias entre Porto e Lisboa.</div><div>Só é permitido o transporte de bicicletas dobráveis ou desmontadas, acondicionadas numa caixa ou num saco próprio para o efeito.</div><div>Quando o peso da bagagem e da bicicleta excede os 20 kg é paga uma taxa adicional, de acordo com os quilómetros e o peso excedido.</div><div>Comboios</div><div>Existem dois tipos de serviço de comboios com cobertura a nível nacional, o Intercidades e o Alfa Pendular, operados pela empresa Comboios de Portugal.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_49f78970cd5a413689700282adfdb248~mv2.jpg"/><div>Para além das condições específicas aplicadas a cada serviço, o transporte de bicicletas nos comboios da CP deve respeitar as seguintes condições:</div><div>cada Cliente pode transportar apenas uma bicicleta;o transporte das bicicletas, acomodação, entradas e saídas, são da responsabilidade do Cliente;as bicicletas devem ser transportadas de forma a não obstruírem as portas, os lugares sentados e a não dificultarem a entrada e a saída dos Clientes;o transporte é autorizado exclusivamente nos serviços permitidos e nas carruagens identificadas para o efeito;o Operador de Revisão e Venda pode pontualmente recusar o transporte sempre que, dada a lotação do comboio, possa potenciar o perigo de causar danos materiais e/ou pessoais ou possa perturbar o bom funcionamento do serviço;não é permitido o transporte de bicicletas de tamanho não convencional (p.ex. long bike)são permitidas bicicletas elétricas;o transporte só poderá ser efetuado em condições normais de circulção, excluindo-se os transbordos rodoviários e outras situações que se afigurem limitativas à prestação deste serviço.</div><div>O que podem esperar desta viagem?</div><div>Uma viagem imprevista até há bem pouco tempo e completamente diferente das anteriores partilhadas aqui no blog.</div><div>Preparem-se para acompanhar uma aventura de bicicleta, a um ritmo lento, com saída do centro do país em direção ao sul beirando a Costa Atlântica e sem qualquer obsessão de chegar a Sagres.</div><div>Pois o objetivo principal é mesmo desfrutar, experimentar novas experiências e conhecer a beleza do nosso país de uma outra forma.</div><div>Apesar das dificuldades que terei em carregar os componentes electrónicos ao longo desta viagem, espero conseguir partilhar convosco algumas fotos e posts, principalmente nas redes sociais (<a href="https://www.facebook.com/rockingabroad/">facebook</a> e <a href="https://www.instagram.com/rocking_abroad/">instagram)</a><a href="https://www.instagram.com/rocking_abroad/">e m</a>ais tarde também aqui resumir esta viagem.</div><div>Por isso fiquem atentos e acompanhem-nos nesta viagem!</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Cicloturismo - uma forma diferente de viajar</title><description><![CDATA[Depois de vos ter apresentado a bicicleta que me levará por uns quilómetros a passear por aí, quero falar-vos um pouco acerca desta forma de viajar, saudável, económica e saudável...que pelos vistos é até muito popular por todo o mundo.Não vou querer aqui entrar em muitos pormenores técnicos, nem apresentar-vos o "Santo Graal" do cicloturismo, até porque, tal como vos anunciei anteriormente, sou um mero iniciante nesta prática. Quero apenas introduzir o tópico e deixar-vos com a curiosidade um<img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_807f8d5e34164a6fb28ede1481022774%7Emv2.jpg/v1/fill/w_546%2Ch_317/bc006f_807f8d5e34164a6fb28ede1481022774%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/single-post/2018/05/19/Cicloturismo---uma-forma-diferente-de-viajar</link><guid>https://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/single-post/2018/05/19/Cicloturismo---uma-forma-diferente-de-viajar</guid><pubDate>Sat, 19 May 2018 20:04:07 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Depois de vos ter apresentado a bicicleta que me levará por uns quilómetros a passear por aí, quero falar-vos um pouco acerca desta forma de viajar, saudável, económica e saudável...que pelos vistos é até muito popular por todo o mundo.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_807f8d5e34164a6fb28ede1481022774~mv2.jpg"/><div>Não vou querer aqui entrar em muitos pormenores técnicos, nem apresentar-vos o &quot;Santo Graal&quot; do cicloturismo, até porque, tal como vos anunciei anteriormente, sou um mero iniciante nesta prática. Quero apenas introduzir o tópico e deixar-vos com a curiosidade um pouco mais aguçada acerca desta temática.</div><div>Se até então pouco ou nada sabia acerca deste assunto, quando comecei a pesquisar um pouco mais percebi que a prática do cicloturismo movimenta milhões de praticantes em todo o mundo e está em crescimento, segundo diversos estudos. </div><div>Estima-se que a cada ano se realizem 2.300 milhões de viagens de bicicleta representando um valor superior a €44.000 milhões, segundo um estudo de 2012 encomendado pelo Parlamento Europeu e que 20,4 milhões cicloturistas pernoitam uma ou mais noites ao longo da sua rota, representando mais de €9.000 milhões anuais em dormidas.</div><div>Se a rede EuroVelo for concluída em 2020, o estudo estima que haverá mais de 60 milhões de viagens a cada ano, gerando €7.000 milhões de receitas anuais.</div><div>Países como a Alemanha, Dinamarca, Holanda, Áustria ou França têm um elevado número de praticantes sendo que, o principal país emissor de cicloturistas na Europa é a Alemanha, seguida do Reino Unido e a Holanda.</div><div>E já que referenciei atrás a EuroVelo, esta é uma rede Europeia de Ciclovias, projetada pela Federação Europeia de Ciclistas com o objetivo de desenvolver 12 rotas cicláveis de longa distância cruzando todo o continente Europeu, totalizando um total de rotas que ultrapassa os 65.000 km.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_da75500cecb3433a934cff84f303b722~mv2.jpg"/><div>Lançado em Março 2013, a <a href="http://www.eurovelo.com/en/eurovelos">eurovelo.com</a> promove a rede <a href="http://www.eurovelo.com/en/eurovelos">EuroVelo</a> e oferece a informação mais atualizada para os cicloturistas que planeiam a sua viagem. Os utilizadores podem encontrar informação por país ou por rota.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_f8f917c560c54e2f814a3b8e70b90269~mv2.jpg"/><div>Este site tem como objetivo ser o centro de ligação entre os utilizadores e a informação específica sobre a rota: links a mapas, guias, serviços, e sites nacionais. A nova secção de notícias oferece informação sobre diferentes partes da rota e historias dos utilizadores que já percorreram o trajeto, procurando incentivar mais pessoas.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_756a9ff545794dd6adb33ddf295d785a~mv2.jpg"/><div>Rotas Norte - Sul</div><div>EuroVelo 1 - Rota da Costa Atlântica: Cabo Norte - Sagres 8.186 km</div><div>EuroVelo 3 - Rota dos Peregrinos: Trondheim - Santiago de Compostela 5.122 km</div><div>EuroVelo 5 - Rota Romea Francigena: Londres - Roma e Brindisi 3.900 km</div><div>EuroVelo 7 - Rota da Europa Central: Cabo Norte - Malta 6.000 km</div><div>EuroVelo 9 - Rota do Báltico ao Adriático: Gdańsk - Pula 1.930 km</div><div>EuroVelo 11 - Rota da Europa de Leste: Cabo Norte - Atenas 5.964 km</div><div>Rotas Oeste - Este</div><div>EuroVelo 2 - Rota das Capitais: Galway - Moscovo 5.500 km</div><div>EuroVelo 4 - Rota de Roscoff - Kiev 4.000 km</div><div>EuroVelo 6 - Rota do Atlântico ao Mar Negro: Nantes - Constanţa 3.653 km</div><div>EuroVelo 8 - Rota do Mediterrâneo: Cádiz - Atenas 5.388 km</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_eca70cbcf4194e1d8e28b06305987bd9~mv2.png"/><div>Circuitos</div><div>EuroVelo 10 - Circuito do Mar Báltico: 7.930 km</div><div>EuroVelo 12 - Circuito do Mar do Norte: 5.932 km</div><div>O comprimento total destas rotas ultrapassa os 70.000 km e atravessa 42 países.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_6076bc9695594d5bb52592ee1da637eb~mv2.jpg"/><div>Aprofundando um pouco mais as pesquisas descobri uma outra plataforma, muito idêntica ao <a href="https://www.couchsurfing.com/">Couchsurfing (</a>utilizada outrora e com excelentes experiências), que é a <a href="https://pt.warmshowers.org/">Warm Showers</a> (Duches Quentes), comunidade que trocam gratuitamente hospitalidade para cicloturistas de todo o mundo. Pessoas que estão dispostas a hospedar cicloturistas criando uma conta e providenciando o seu contacto.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_7a3411c2694c4ffd9d44692d7af067f0~mv2.jpg"/><div>Quanto às minhas preocupações &quot;pré preparação&quot; de uma viagem cicloturistica destaco os seguintes pontos:</div><div>Escolha da bicicleta</div><div>A escolha de bicicleta, tal como no mundo das motas é sempre uma decisão difícil porque o mercado está recheado de opções, para todos os gostos e carteiras.</div><div>Se nas motas as Adventures&quot; estão na moda e com elas nos vendem os sonhos de viajarmos mundo fora, nas bicicletas também existem opções idênticas, designadas normalmente de bicicletas &quot;trekking&quot;, mais vocacionadas para o turismo e longas viagens.</div><div>Mas existe um velho ditado no cicloturismo que nos diz, que a melhor bicicleta para viajar é aquela que temos, demonstrando a simplicidade do cicloturismo e que não é necessário um grande investimento inicial para começar esta prática.</div><div>A minha opção acabou por recair numa opção mais económica, vocacionada para os circuitos urbanos, com capacidade de carga e que me desse o mínimo de confiança para enfrentar os quilómetros até ao nosso destino final.</div><div>Preparação Física</div><div>Quando meti na cabeça que queria viajar de bicicleta comecei a ganhar o hábito de andar 2 a 3 vezes por semana, sempre de forma moderada, pois o ritmo de um cicloturista é completamente diferente do ritmo de um atleta, para assim ganhar algum ritmo e resistência para enfrentar os quilómetros de uma viagem cicloturística.</div><div>Estar fora de forma não será por isso uma desculpa para deixarem de fazer uma viagem de bicicleta e até pode ser uma boa desculpa para melhorarem a vossa forma física. Ao contrário do que muita gente possa pensar, não é necessário ser nenhum atleta para fazer uma viagem de bicicleta e praticamente qualquer pessoa pode tornar-se num cicloturista. </div><div>Cheguei também a fazer alguns treininhos com alforges para me habituar a rolar com peso e perceber como era a estabilidade da bicicleta carregada, completamente diferente de andar sem carga.</div><div>Alimentação</div><div>Se ao andarmos na mota uma das nossas preocupações é abastecê-la antes de terminar o combustível , no cicloturismo a ingestão de alimentos e líquidos será a nossa principal preocupação ao longo da viagem.</div><div>A alimentação é fundamental para repor as perdas dos nutrientes gastos durante a viagem, que numa jornada pode fazer o nosso corpo gastar muitas calorias e facilmente alcançar as 5.000 kcal despendidas, quando normalmente precisamos à volta de 2.000 kcal/dia dependendo da atividade física de cada um. </div><div>Nas pedaladas o melhor sistema será comer pouco, várias vezes ao dia e beber muitos líquidos no mesmo sistema. Assim manteremos as reservas energéticas e garantimos a reposição de líquidos/sais minerais perdidos no suor, evitando problemas causados pela combinação de uma alimentação exagerada seguida de atividades físicas.</div><div>E assim vos apresentei as minhas principais preocupações para preparar esta viagem, restando partilhar finalmente convosco o &quot;Road-book&quot; da próxima viagem e &quot;Preparação de equipamento&quot; que levarei nesta aventura.</div><div>Por isso fiquem atentos aos próximos &quot;Posts&quot; no blog, <a href="https://www.facebook.com/rockingabroad/">Facebook</a>e <a href="https://www.instagram.com/rocking_abroad/">Instagram</a>!</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Preparação de uma nova &quot;aventureira&quot;</title><description><![CDATA[Após ter partilhado convosco a mais recente "protagonista" deste blog, está agora na hora de divulgar a preparação desta nova "aventureira".Depois de umas voltinhas por aí com a Triban, percebi finalmente que os meus planos iniciais tinham "via aberta" para poderem prosseguir e passarem de um projeto imaginado a um projeto real.Quantos mais quilómetros pedalava, maior era a vontade de um dia poder viajar desta forma e assim...desde dezembro comecei a desenvolver aos poucos, os planos para<img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_a894f6f598974f0c88335733d9f751e5%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/single-post/2018/05/15/Prepara%C3%A7%C3%A3o-de-uma-nova-aventureira</link><guid>https://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/single-post/2018/05/15/Prepara%C3%A7%C3%A3o-de-uma-nova-aventureira</guid><pubDate>Tue, 15 May 2018 19:51:43 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Após ter partilhado convosco a mais recente &quot;protagonista&quot; deste blog, está agora na hora de divulgar a preparação desta nova &quot;aventureira&quot;.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_a894f6f598974f0c88335733d9f751e5~mv2.jpg"/><div>Depois de umas voltinhas por aí com a Triban, percebi finalmente que os meus planos iniciais tinham &quot;via aberta&quot; para poderem prosseguir e passarem de um projeto imaginado a um projeto real.</div><div>Quantos mais quilómetros pedalava, maior era a vontade de um dia poder viajar desta forma e assim...desde dezembro comecei a desenvolver aos poucos, os planos para equipar esta simples e humilde Triban, numa verdadeira &quot;aventureira&quot;.</div><div>Como este &quot;mundo&quot; era novo para mim, tive que pesquisar um pouco acerca do assunto cicloturismo (turismo que consiste em viajar de bicicleta), mesmo sabendo que possuía uma bicicleta &quot;low-cost&quot; e longe de ser talhada para grandes aventuras.</div><div>Mas a determinação, perseverança e sonho tomaram desde cedo conta do meu pensamento, não desistindo até conseguir &quot;construir&quot; a &quot;máquina&quot; que hoje vos passo a apresentar e que será a minha nova companheira de viagem muito em breve.</div><div>Fase 1</div><div>Tal como a comprei, nesta primeira fase apenas me preocupei em andar e adaptar-me à bicicleta...começando por dar umas voltinhas com os amigos e de vez em quando deslocar-me para o trabalho nela.</div><div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_1e87fe69e832452789f28262808e1117~mv2_d_5312_2988_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_c5d3aba955c749898a6704451162c497~mv2_d_5312_2988_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_bad22b367282495fb7d111c21178fcf7~mv2_d_5312_2988_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_520993bc15924d8184cd0634a7560e13~mv2_d_5312_2988_s_4_2.jpg"/></div><div>Fase 2</div><div>Como comecei a deslocar-me quase diariamente para o trabalho na Triban e como estávamos no inverno, investi na iluminação traseira e frontal para ser visto e ver à noite no regresso a casa, comprei uns guarda-lamas, retrovisor, suporte para o telemóvel e um rack traseiro capaz de transportar um alforge. </div><div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_b2d0b2634c6344618196b6bb34806a38~mv2_d_5312_2988_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_e54b613289884096ac84f6fa43b630b0~mv2_d_5312_2988_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_e1c06962fa414f249527f2b72e9d4b96~mv2_d_5312_2988_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_e4f7179fd9e04223acbdb24cf12274dc~mv2_d_5312_2988_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_1705b501c6a6412281d33a7ddbf64386~mv2_d_5312_2988_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_cba4cc397ac5446982bd54ff15b42d56~mv2_d_5312_2988_s_4_2.jpg"/></div><div>Fase 3</div><div>Os cerca de 25 quilómetros diários continuaram, assim como, as voltinhas com os amigos tornaram-se cada vez maiores, obrigando-me a alterar a transmissão da bicicleta, pois esta apenas tinha um monoprato à frente.</div><div>Adquiri também outro rack para a frente, permitindo maior capacidade de carga e um selim para melhorar o conforto em tiradas de maior duração.</div><div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_d468358e57b34e0f8a8ec711d06f1da5~mv2_d_5312_2988_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_b017f98c764a414faf85c513625e59dd~mv2_d_5312_2988_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_116b6ae05e9143c4b351104759f5bfd1~mv2_d_4032_3024_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_99d751fb19f54fa2acabebf319748b6e~mv2_d_5312_2988_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_887d5b0d05774c1391eb448fcf86e539~mv2_d_4032_3024_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_d0be9f8d21cc40f2ba6c63f75d4c7dc5~mv2_d_4032_3024_s_4_2.jpg"/></div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_45c39c35527349f3b6a9d9a5ac17fa45~mv2.jpg"/><div>No final destes meses a Triban ganhou peso e ficou quase irreconhecível, mas pronta para viajar...tendo direito até a um lugar especial no meu local de trabalho.</div><div>Com este novo projeto quero mostrar-vos uma nova maneira de viajar, de forma saudável, económica e ecológica, que para muitos, não terá qualquer interesse, mas para alguns despertará com certeza, a curiosidade de como podemos &quot;ir&quot; com tão pouco... bastando uma bicicleta, uma pequena preparação prévia e muita vontade de partir.</div><div>Espero em breve partilhar convosco, mais detalhes desta próxima aventura, relembrando-vos que sou um mero iniciante nestas andanças.</div><div>Fiquem atentos!</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>125cc vs 750cc...3 anos de NC!</title><description><![CDATA[Tal como, há quase três anos atrás, escrevi um post a felicitar a PCX pelo alcance deste registo expondo os gastos associados, chegou a vez de fazer o mesmo em relação à NC.Quando adquiri a NC, mesmo já possuindo uma PCX, o objetivo era poder continuar a ter mobilidade citadina a um custo baixo, procurando uma moto de cilindrada superior que me possibilitasse realizar umas viagens mais longas, com alguma carga e pendura.Assim, naturalmente a minha opção recaiu sobre a NC existindo no mercado, já<img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_30b0374131c8490d94346510ef750e7a%7Emv2_d_3889_2191_s_2.jpg"/>]]></description><link>https://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/single-post/2018/03/27/125cc-vs-750cc3-anos-de-NC</link><guid>https://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/single-post/2018/03/27/125cc-vs-750cc3-anos-de-NC</guid><pubDate>Mon, 26 Mar 2018 23:13:11 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Tal como, há quase três anos atrás, escrevi um <a href="http://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/single-post/2015/07/16/3-anos-de-PCX">post</a>a felicitar a PCX pelo alcance deste registo expondo os gastos associados, chegou a vez de fazer o mesmo em relação à NC.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_30b0374131c8490d94346510ef750e7a~mv2_d_3889_2191_s_2.jpg"/><div>Quando <a href="http://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/single-post/2015/05/03/Upgrade">adquiri a NC</a>, mesmo já possuindo uma PCX, o objetivo era poder continuar a ter mobilidade citadina a um custo baixo, procurando uma moto de cilindrada superior que me possibilitasse realizar umas viagens mais longas, com alguma carga e pendura.</div><div>Assim, naturalmente a minha opção recaiu sobre a <a href="http://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/single-post/2015/07/04/Honda-NC750x-primeiras-impress%C3%B5es">NC</a> existindo no mercado, já na altura, algumas outras opções interessantes, mas por valores mais elevados.</div><div>Tal como tinha feito nos primeiros <a href="http://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/single-post/2015/07/16/3-anos-de-PCX">3 anos com a PCX</a>, onde registei todos os custos, resolvi fazer o mesmo com a NC, para quando chegasse este momento pudesse analisar as diferenças económicas entre uma 125cc e uma 750cc.</div><div>Assim, resumindo estes últimos três anos da Honda NC 750x em números:</div><div>Km: 33858</div><div> 11286 km/ano</div><div> 940,5 km/mês</div><div> 32,3 Km/dia</div><div>Abastecimentos: <div>125 (Honda PCX - 180)</div></div><div>Combustível (L): <div>1335,51 (Honda PCX - 843,2L)</div></div><div>Custo médio depósito (€): <div>14,714 (Honda PCX - 7,24€)</div></div><div>Consumo mínimo(L/100km): <div>2,88 (Honda PCX - 1,80)</div></div><div>Consumo máximo(L/100km): <div>5,69 (Honda PCX - 3,9)</div></div><div>Média consumo (L/100km): <div>3,91 (Honda PCX - 2,5)</div></div><div>Custo médio Km (€): <div>0,054 (Honda PCX - 0,040)</div></div><div>Seguro (€): <div>165,35 (Honda PCX - 262,33€)</div></div><div>Material/Acessórios (€): <div>2710,22 (Honda PCX - 1203,76€)</div></div><div>Manutenção (€): 950,57(Honda PCX - 623,40€)</div><div>Combustível (€): <div>1839,23 (Honda PCX - 1304,56€)</div></div><div>613,08 €/ano (Honda PCX - 434,85€)</div><div>51,09 €/mês (Honda PCX - 36,24€)</div><div>Total gasto com combustível (€): 5613,87 (Honda PCX - 3394,05€)</div><div>1871,29 €/ano (Honda PCX - 1131,35€)</div><div>155,94 €/mês (Honda PCX - 94,28€)</div><div>*Antes de prosseguir a análise destes resultados, queria deixar claro que estes valores podem alterar conforme estilo de condução e percursos diários. Eu conduzo diariamente pela cidade de Coimbra, com uma condução tranquila, fazendo pouco AE. O custo de acessórios também dependerá da necessidade e gosto de cada proprietário.</div><div>Comparando os números da <a href="http://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/single-post/2015/07/16/3-anos-de-PCX">Honda PCX</a>, apesar de ter realizado mais quilómetros em igual período, pelo facto de neste momento ter a Honda NC, continuar a ter a scooter e até recentemente deslocar-me para o trabalho numa bicicleta, os valores para os mesmos quilómetros em relação à PCX são então:</div><div><div>Abastecimentos: No mesmo período de tempo com a PCX tive a necessidade de abastecer mais vezes para os mesmos quilómetros, isto devido a ter um menor depósito e menor autonomia em relação à NC. Recordo que a minha PCX é da geração anterior (2012), pois a atual já tem um depósito maior e autonomia bem superior.</div><div>Combustível: Para os mesmos quilómetros a NC consumiu mais 492,31L em relação à PCX. Dividindo isto por mês dá uma diferença de apenas 14L.</div><div>Média de consumo: Este será com certeza o ponto que menos surpresa causará, no entanto o que acaba por surpreender sempre é uma 750cc conseguir obter consumos abaixo dos 4L. Ok...haverá sempre quem virá com o argumento que a mota também não anda...mas não deixa de ser surpreendente!</div><div>Custo médio: Não restam dúvidas que lado a lado a PCX acaba por ser a rainha da economia para as deslocações diárias/citadinas.</div><div>Material/Acessórios: Este ponto será sempre muito relativo, porque cada um equipará a sua mota conforme as suas necessidades, gostos e possibilidades. Achei interessante abordar este ponto uma vez que, muitas das vezes achamos que os custos associados de uma moto são apenas o da sua compra...mas acreditem iremos sempre achar que precisamos de mais isto ou aquilo para a nossa mota. O custo mais elevado de acessórios da PCX deve-se porque na altura, nos registos coloquei também o custo de equipamento (roupa, capacete, calçado, luvas). Algo que também devemos ter em conta aquando a compra de um motociclo.</div><div>Manutenção: Apesar da NC ter manutenções mais espaçadas que a PCX, 12K vs. 8K, os custos são mais elevados. Talvez a diferença anual não seja assim tão significativa para alguns, mas sempre são mais 110€ a que se gastam ao ano. Pneus mais caros, mais óleo, etc, tudo isso faz com que o custo seja mais elevado.</div><div>Custo combustível: Tal como vimos anteriormente, a diferença em relação ao consumo de combustível não foi assim tão assustador, como talvez imaginássemos inicialmente. Contas arredondadas e traduzindo em custos mensais, dá um valor menor que 20€ da NC para a PCX.</div><div>Total gasto: Contas feitas, uma Honda NC poderá ficar mais cara cerca de 2220€ em 3 anos comparando com uma Honda PCX, ou seja, 740€ anuais, 62€ mensais. Se vale a pena a diferença? Tudo dependerá dos objetivos e utilização de cada um. Para andar apenas na cidade, uma 125cc será com certeza mais do que suficiente e até mesmo a opção mais racional. Mas para quem ganhar o gostinho das duas rodas e quiser ao fim de semana ou nas férias fazer umas tiradas maiores, aí uma moto acima de 125cc será a melhor opção, havendo depois no mercado muitas opções. </div></div><div>Como procurei realizar sempre uma condução mais calma, o desgaste da mota e dos seus componentes também não foram acentuados, substituí por exemplo, os pneus de origem aos 17200Km, por uns Pirelli Trail II e depois aos 30980km, apenas o pneu traseiro por um Michelin PR3. </div><div>As pastilhas dos travões apenas irei trocá-las agora, na revisão dos 36K e o kit de transmissão de origem ainda fará mais alguns quilómetros.</div><div>Quantos aos acessórios, como puderam verificar foi onde despendi grande parte dos custos totais. Quando adquiri a NC, um dos objetivos era também poder fazer algumas viagens e por isso investi em acessórios que me permitissem fazê-las de forma mais confortável. </div><div>Comprei uma top case e malas laterais, vidro alto, defletor, crash bars, protetor de punhos, tomada de isqueiro, proteção de radiador, faróis auxiliares, skid, punhos aquecidos, suspensão touratech, almofada airhawk para a pendura, raisers, sacos de expansão e ponteira de escape (puro capricho).</div><div>Para quem pensar ficar com a mota uns anos, o investimento em alguns acessórios vale a pena, mas se não for para manter, como podem observar, irão perder muito dinheiro na sua venda, pois os acessórios são na maioria das vezes pouco ou nada valorizados no mercado de usados.</div><div>Claro que, para quem apenas utilizar a mota em deslocações urbanas, para a qual esta se destina, irá com certeza ter uma despesa mais reduzida.</div><div>Quanto ao valor gasto no combustível, estão incluídas as viagens a <a href="http://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/blank">Marrocos</a>, <a href="http://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/blank-1">La Mancha</a>, <a href="http://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/copia-sigue-la-mancha-16">Sudoeste</a>, <a href="http://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/copia-sudoeste-16">Gerês</a>e <a href="http://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/single-post/2017/07/26/Escapadela-pela-Galiza">Galiza</a>.</div><div>Assim, comparando os resultados destes custos, nota-se que com a Honda NC não consegui poupar tanto como pouparia se continuasse a andar exclusivamente na Honda PCX, mas a NC permitiu-me fazer viagens mais longas e com maior conforto, sem dúvida.</div><div>Esta é uma excelente moto de transição, muitíssimo fácil de conduzir e que ano após ano continua a ser um sucesso de vendas no nosso país, tal como a PCX...mesmo existindo cada vez mais opções apetecíveis na concorrência.</div><div>Deixo abaixo algumas fotos, resumindo estes 3 anos de aventuras com a Honda NC750x:</div><div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_f536d46ac63f438f93c1e2c10368e541~mv2_d_5312_2988_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_eb62f7a1081b477a8df15f2b31fd1a6e.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_8d7f4afbe20342099077e6aa202d76a3.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_f7186657b90348ff8623e161cee9f930.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_6ea6f00d715e4c9590cd7e36676b7003.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_5f29725f71494971b6f8bc656a3336ca.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_646969fd2a8c45e9908098f0831bde37.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_1a3ac3aa59e94d579e61d28508c93b04.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_cf7252e5236740258816dc9c8657b015.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_dcdcabed87e941efaf40872f1946785c.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_b12f87b8b2d24fdeae68492fe8d19c15.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_677ea4a4c01b4092879ec61309db5378.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_df8e6c646011499f908c2ee41e6bbdff.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_5f465678418b4ba991a81f99af1b42c2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_9ac3ed9ca8ad45c4b6aaa6a38f51cafd.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_c219244d1fad402ebdfe9a2791409360.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_dab3f7dec5cc4b398d7c1b9b9251b75a~mv2_d_1632_1218_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_a0180f80caf74f7fa997e9c6efbd9538~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_63c263786645419cb9ad7184997be837~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_e618f20903a4400f9b6140774abee955~mv2_d_2592_1936_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_92ab08712cc640579f366b064b4781dd~mv2_d_1632_1218_s_2.jpg"/></div></div>]]></content:encoded></item><item><title>O Irão...agora em vídeo!</title><description><![CDATA[Breve vídeo que resume a nossa viagem pelo Irão...<img src="http://img.youtube.com/vi/n_IXM5-Jj4s/mqdefault.jpg"/>]]></description><link>https://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/single-post/2017/11/01/O-Ir%C3%A3oagora-em-v%C3%ADdeo</link><guid>https://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/single-post/2017/11/01/O-Ir%C3%A3oagora-em-v%C3%ADdeo</guid><pubDate>Wed, 01 Nov 2017 21:44:21 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div> Breve vídeo que resume a nossa viagem pelo Irão...</div><iframe src="https://www.youtube.com/embed/n_IXM5-Jj4s"/></div>]]></content:encoded></item><item><title>Picos de Europa'17</title><description><![CDATA[Já há muito que o desejo de visitar os Picos de Europa estavam na nossa mente, mas também já há muito que este destino tinha vindo a ser adiado sucessivamente, até este momento...finalmente visitamos os Picos de Europa.Se inicialmente estava previsto realizarmos esta viagem aos comandos da NC, por fim resolvemos mudar de transporte e levarmos connosco a Cacau, a nossa cadelita airedale terrier, para um longo passeio.Assim, foi hora de deixar a japonesa em casa e fazer-nos acompanhar de um belo<img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_0e2015ee280d48c596417f5d8fa3f002%7Emv2.png/v1/fill/w_682%2Ch_448/bc006f_0e2015ee280d48c596417f5d8fa3f002%7Emv2.png"/>]]></description><link>https://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/single-post/2017/10/08/Picos-de-Europa17</link><guid>https://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/single-post/2017/10/08/Picos-de-Europa17</guid><pubDate>Sun, 08 Oct 2017 21:51:31 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Já há muito que o desejo de visitar os Picos de Europa estavam na nossa mente, mas também já há muito que este destino tinha vindo a ser adiado sucessivamente, até este momento...finalmente visitamos os Picos de Europa.</div><div>Se inicialmente estava previsto realizarmos esta viagem aos comandos da NC, por fim resolvemos mudar de transporte e levarmos connosco a Cacau, a nossa cadelita airedale terrier, para um longo passeio.</div><div>Assim, foi hora de deixar a japonesa em casa e fazer-nos acompanhar de um belo japonês Toyota C-HR híbrido, confortável e com bastante espaço para podermos levar desta vez tudo o que queríamos.</div><div>Dia 1 (Amarante &gt; Alfândega da Fé &gt; Miranda do Douro &gt; Leon)</div><div>Neste primeiro dia, saindo de Amarante com bastante tempo, decidimos rumar aos Picos pelo caminho mais longo, aproveitando também para conhecer um pouco mais a região de Trás-os-Montes.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_0e2015ee280d48c596417f5d8fa3f002~mv2.png"/><div>Assim, a primeira paragem desta viagem seria Alfândega da Fé, local onde aproveitaríamos para almoçar e dar um pequeno passeio por esta pequena vila transmontana. Vila arranjadinha, mas deserta de gentes, dando para passearmos pelas suas ruelas de forma solitária.</div><div>De barriga cheia, estava na hora de prosseguir em direção a Miranda do Douro. Sendo o meu pai natural de Vimioso, já aqui tinha estado há bastantes anos e fiquei surpreendido com a mudança da cidade. </div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_7b520db612264f218b57d02bd4a97f0e~mv2.png"/><div>Muito bem arranjada, bastante voltada para o turista, cheia de bares e restaurantes prontos a receber-nos com os mais famosos pratos da região e denota-se a preocupação em mostrar aos turistas as suas mais fiéis tradições.</div><div>Deu para aqui adquirir uma famosa navalha de Palaçoulo, que nos viria a ser bastante útil para a restante viagem, com uma lâmina bastante afiada.</div><div>Acabaríamos neste dia por chegar ao final da tarde a Leon, ainda a tempo de poder dar uma voltinha pela cidade, que gostamos bastante, cheia de pessoas a passearem-se pelo parque junto ao rio Bernesga, aproveitando os últimos raios de sol.</div><div>A caminho do albergue passamos ainda pela Catedral de Leon, um dos pontos de interesse do Caminho de Santiago que, ao entardecer não permitiu grandes fotos, mas deu para apreciar na mesma esta bela obra de arquitectura gótica...muito bonita!</div><div>Dia 2 (Leon &gt; Riaño &gt; Puerto de San Glorio &gt; Potes &gt; Portilla de la Reina)</div><div>No segundo dia abandonamos Leon bem cedinho para seguirmos em direção aos Picos de Europa.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_7464628350a14c9b8eb0dbb688fe4b4f~mv2.png"/><div>A primeira paragem deste dia seria Riano, município que serve quase como porta de entrada aos Picos.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_22c09842c9d44214a90a76951578dc52~mv2.png"/><div>Se em Leon o tempo estava aberto, ao aproximarmos-nos das montanhas as nuvens já se faziam notar bem ao longe. Nenhuma surpresa, pois sabíamos de antemão que por aqui o tempo é incerto e pode esta nublado ou solarengo a qualquer momento...por aqui a sorte terá mesmo que estar do nosso lado.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_e3e04a3623a84d5caa3c08ffc9e80bae~mv2.png"/><div>Mas em Riaño o céu estava bastante nublado, dando no entanto para tirar umas fotos dramáticas na enorme albufeira, que não se apresentava tão cheia como acreditamos que possa estar noutras alturas do ano. </div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_4da974c8ca80407382ae8cf1e8e7a232~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_e9670110678241c3a41754ecb6279d01~mv2.jpg"/><div>De seguida fomos em direção a Puerto de San Glorio, para de lá subirmos até ao afamado Collado de Llesba. A partir daqui já começamos a sentir o que são realmente os Picos de Europa e deixamos-nos envolver por este magnífico aglomerado rochoso.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_ef2beb884b2a418db8be70c132379fc5~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_60d78f5b3fd54fe3ba1b0964a16f0ebd~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_5df797474f8744959b830b24531caa54~mv2.jpg"/><div>Acabamos por comer qualquer coisa por aqui, sempre com a companhia de umas vacas que por lá também degustavam umas ervas frescas e acabamos por descer até ao Mirador del Corzo.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_2b2bff4ef26f41569b9c1aa26d34c3a5~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_3eede87319ed4314a4380c588c17c99b~mv2_d_5312_2988_s_4_2.jpg"/><div>Visitamos o agradável município de Potes, que de certa forma nos surpreendeu pela sua arquitectura característica de montanha, ao estilo dos Alpes, com muitos turistas....e muitos motociclistas.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_29146697e3e044149f2b412a27fd9d57~mv2.jpg"/><div>De Potes fomos até Fuente Dé, última paragem reservada para este dia. Como estava bastante nublado, mal deu para vermos até onde iam os teleféricos e não subimos porque estávamos com a Cacau. No entanto a experiência de subir aquela montanha deverá valer a pena e deve dar para sentir uns formigueiros na barriga.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_c4e59fac36d24ad7b90806ad852c455e~mv2_d_5312_2988_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_bc23f12c8e044496bf41057edfe0e2c8~mv2_d_5312_2988_s_4_2.jpg"/><div>Acabamos por regressar pelo mesmo caminho, desta vez para ir dormir a um vilarejo chamado Portilla de la Reina, em que às 18h o termómetro apresentava já uma temperatura de 4º.</div><div>Por este frio não estávamos nada à espera, sorte a nossa que dali a pouco o albergue acabaria por acender os aquecedores...bem vindo à Cantábria, dizia-nos o anfitrião.</div><div>Dia 3 (Portilla de la Reina &gt; Caín de Valdeón &gt; Ruta del Cares &gt; Posada de Valdéon &gt; Riano &gt; Portilla de la Reina)</div><div>No terceiro dia desta viagem estava reservada a caminhada pela Ruta del Cares, até porque a meterologia prevista para este dia, reserva excelentes condições para a prática desta atividade. </div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_369a689459594492b7de4cfc859b954a~mv2.png"/><div>Saímos assim, da pensão em direção a Caín de Valdeón, local onde supostamente termina a Ruta del Cares iniciada de Poncebos e que queríamos fazer o trajecto até meio caminho, pensando em fazer depois o restante trajeto começando de Poncebos. Mas que depois de conversar com o anfitrião do nosso hotel acabamos por desistir da ideia porque disse-nos que a melhor parte do trajeto era mesmo a de Caín e que se o objetivo não fosse caminhar mas sim conhecer, não valeria a pena iniciar o mesmo depois em Poncebos. Assim acabamos por fazer.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_2a94d12b89bc457c9e195bfa51f41e7a~mv2_d_5312_2988_s_4_2.jpg"/><div>Para quem queira fazer o caminho tanto pode iniciar em Poncebos como em Caín, existindo em ambos os locais algum estacionamento disponível, mas atenção em Caín, que alguns parques são privados e podem cobrar-vos até 3€.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_5bd1b99231cf4770a58d09d98e6da792~mv2_d_5312_2988_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_a672f57343284d3f8643ea54aebe1e3c~mv2.png"/><div>O caminho tem uma extensão de 12km e pelo que observamos os caminhantes vinham de Poncebos, chegados a Caín acabavam por aqui comer qualquer coisa e descansar, para depois reiniciarem a caminhada de volta a Poncebos.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_739b398a81ee4f648185ab74d08b2220~mv2.jpg"/><div>Vimos que era também possível contratar um serviço de transporte que vos pode ir buscar a Caín e levar-vos depois de volta ao vosso automóvel a Poncebos.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_341eebfacf4d47c69f14134b512d3f27~mv2_d_5312_2988_s_4_2.jpg"/><div>Quanto ao trajeto gostamos muito de fazer parte dele e é realmente muito bonito, tendo pelo menos a parte que fizemos um nível de dificuldade baixo, fácil para a maioria das pessoas, que apenas podem ficar mais sensíveis à altura caso tenham vertigens. Para mais informações cliquem <a href="http://picosdaeuropa.com/o-que-fazer-turismo-activo-nos-picos-da-europa/fazer-a-ruta-del-cares/">aqui</a>.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_ad6b6e3931af46249475a2aabe8a06f1~mv2_d_5312_2988_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_cc9993a68bcf40f0b39113d760c73aab~mv2_d_5312_2988_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_5018e1754e874d3ca12e49a2d0ec7ffb~mv2_d_5312_2988_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_a32916c9343e424fb39c749575cfa8d3~mv2_d_5312_2988_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_08ed27ab4072460b829b17bac735335b~mv2_d_5312_2988_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_03fa59a0a8a94f72b1a66436711e9ce2~mv2_d_5312_2988_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_fa5c673b14ae4292a149beabdfa69037~mv2_d_5312_2988_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_e0dced7b45d64a0489989eae07cb0a0c~mv2_d_5312_2988_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_a73f24181e5e4daa9f65350157ba5e87~mv2_d_5312_2988_s_4_2.jpg"/><div>De regresso a Caín depois de termos feito cerca de 13 km de caminhada, decidimos voltar a Portilla de la Reina por Posada de Valdéon e novamente por Riaño, para levantar-mos dinheiro numa caixa ATM, uma vez que nesta zona, a maior parte dos locais não aceitam pagamentos com cartão por não haver rede disponível em grande parte dos locais.</div><div>Dia 4 (Portilla de la Reina &gt; Riaño &gt; Cangas de Onís &gt; Covadonga)</div><div>Com a meteorologia a nosso favor, algo que devemos considerar sempre como um imprevisto nesta região, resolvemos ir visitar os lagos de Covadonga, pois no dia seguinte as previsões davam um tempo pior.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_1373694ebfdc4783bf3ad62100302513~mv2.png"/><div>De Riaño a caminho de Cangas de Onís atravessamos o Desfiladero de los Beyos, cruzando a N-625 ao ritmo de umas belas curvas, convidando a viajar por aqui em duas rodas.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_7c04637f406e426bbe2315bbfb27713a~mv2_d_5312_2988_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_3b46683a25844fc48d8ac0310e2a94cb~mv2_d_5312_2988_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_92969332bef0487cbc13854b37182304~mv2_d_5312_2988_s_4_2.jpg"/><div>De Cangas de Onís a Covadonga é uma curta viagem e a estrada que nos leva daqui até aos lagos é impressionante, com uma bela inclinação e bonitas vistas. </div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_452dd4aac5764a82b08f75139b296972~mv2_d_5312_2988_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_db87df1362cc498bbb953c62e0544b44~mv2_d_5312_2988_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_b44c5829ad234259b3b6198ac09146c5~mv2_d_5312_2988_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_e9a5847456974268b3bb6f1bf2337739~mv2_d_5312_2988_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_dc13840b7b0c4188a3782c22d4aa479c~mv2_d_5312_2988_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_e09933b6ecd44e2d80655a46582a7cd9~mv2_d_5312_2988_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_7a7698084be84c038a36a11bd4d4406d~mv2_d_5312_2988_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_bb893dab7390490da57556d2a56322fc~mv2_d_5312_2988_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_4f4bca7d54ad46bda50642952cc3fcae~mv2_d_5312_2988_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_8c9e8a6ae36f4fbc894c6fb4209973f6~mv2_d_5312_2988_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_619c171ae36e4dc3a0e066bad6515817~mv2_d_5312_2988_s_4_2.jpg"/><div>Chegados ao topo existem vários estacionamentos onde podemos deixar o nosso veículo tranquilamente e depois caminhar por este belo local e aproveitar ao máximo as belas paisagens que temos.</div><div>De volta a Cangas de Onís tempo ainda para uma curta paragem em Covadonga, para ver o famoso Santuário de Covadonga, santuário que se encontra numa gruta do Monte Auseva e visitar a Basílica de Covadonga.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_28763b765a8045cba3ed0bbd2ca50aef~mv2_d_2988_5312_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_0e5d0e3ed38c4819a3a54c6d6eadad27~mv2_d_5312_2988_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_5465a0e218124b599f7407717250d51d~mv2_d_5312_2988_s_4_2.jpg"/><div>Se até aqui tínhamos andado tranquilos pela Cantábria, nesta zona das Astúrias notamos bem a diferença da afluência dos turistas em massa.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_bf43c080cdef421280618592380bc9b3~mv2_d_5312_2988_s_4_2.jpg"/><div>Por fim acabaríamos por pernoitar em Cangas de Onís.</div><div>Dia 5 (Cangas de Onís &gt; Tresviso &gt; Sotres &gt; Poncebos &gt; Las Arenas &gt; Cangas de Onís)</div><div>Quinto dia e acordávamos com uma manhã cinzenta a ameaçar chuva, meteorologia já aguardada, no dia em que queríamos conhecer um pouco mais o interior dos Picos...Assim fomos em direção à remota aldeia de Tresviso.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_0c48b9b20e6a4fc484d81a740798d321~mv2.png"/><div>Se até Las Arenas a estrada já foi entusiasmante em alguns locais, o pico deste entusiasmos dá-se já bem próximo de Poncebos, prosseguindo em direção a Sotres, onde atingimos o auge com as belas curvas desta estrada.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_db58e58388e84e7e87e0cb0d130395c1~mv2_d_5312_2988_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_abf1b2979d7549d1a5bf490f187052c7~mv2_d_5312_2988_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_93df275c97f447acac1afe94c5b9821b~mv2_d_5312_2988_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_e4107a8c9e804ddbbde60e69e8ee9b20~mv2_d_5312_2988_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_84ee4f0b3e9547fe92f896ea25187d60~mv2_d_5312_2988_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_0a88b3181deb4d3fbcf1a40a1e547bee~mv2_d_5312_2988_s_4_2.jpg"/><div>Vão com certeza adorar estas estradas e as suas vistas deslumbrantes.</div><div>De regresso paramos junto ao funicular de Bulnes para saber se poderíamos subir com a cacau, mas depois de vermos os preços desistimos imediatamente e como já era um pouco tarde, não daria para fazer aquilo que inicialmente pensamos, subir até Bulnes de funicular, para depois descermos pelo trilho. Mas como o tempo e a meteorologia não ajudava desistimos da ideia e resolvemos subir até Carmameña para daqui conseguirmos avistar bem lá ao longe Bulnes.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_69af198418944afcb3f008404533b6c6~mv2_d_5312_2988_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_1689505e95b94beda2cfafaac2d3e2d6~mv2_d_5312_2988_s_4_2.jpg"/><div>Subir a Camameña é também uma experiência vertiginosa (recomendo), mais ainda a quem como nós não subir até Bulnes de funicular.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_d2a58b50551149a4bd66e894e20f2531~mv2_d_5312_2988_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_cced86604d6b46d2abc29bcc17c2cf65~mv2_d_5312_2988_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_5be4c2368b30426684eef3d5a505a211~mv2_d_5312_2988_s_4_2.jpg"/><div>De regresso voltamos a passar por Las Arenas, para desta vez aqui parar e comprar alguns queijos e cidras.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_d060342c152f4a4baa3463a20912f166~mv2_d_5312_2988_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_0d78ffb244e544d3af00d8cf8c8470c6~mv2_d_5312_2988_s_4_2.jpg"/><div>Pelo que vimos, quanto aos preços das coisas por aqui e em Cangas de Onís os valores não variam muito, podendo num sítio ou outro apenas poupar uns 0,50€ a 1€.</div><div>Já em Cangas acabamos também nos por degustar um chorizo a la sidra, acompanhado por cidra bem fresca e comer uma fabada asturiana.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_beda9b0040ca48a1a5092b522d50e26a~mv2_d_5312_2988_s_4_2.jpg"/><div>Nesta zona não esperem preços muito baixos, pois nota-se que aqui tudo está voltado para o turista e os preços das refeições por pessoa normalmente iniciam-se nos 10€.</div><div>Dia 6 (Cangas de Onís &gt; Ribadesella &gt; Lastres &gt; Gijón &gt; Cudillero &gt; Oviedo &gt; Amarante)</div><div>Para este dia não tínhamos nada definido e decidimos aceitar as sugestões do anfitrião do hotel de Portilla que nos tinha falado de Lastres e Cudilerro como os vilarejos mais típicos das Astúrias e assim resolvemos conhecer estes locais que, sinceramente, nunca tínhamos ouvido falar antes.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_0dc33344a4b84ee583b20ba1aa84bb4b~mv2.png"/><div>Resolvemos sair de Cangas de Onís em direção a Ribadesella, mas sinceramente este local não vale a passagem, o melhor é ir direto para Lastres que aí sim vão poder visitar um local muito bonito.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_48eed6c4ebc8455b9537a4cba387ad94~mv2_d_5312_2988_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_23bd2aa44d14436789fac7e29e75e650~mv2_d_5312_2988_s_4_2.jpg"/><div>Com as suas ruas todas muito bem arranjadas e coloridas com as suas flores as janelas das casas. </div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_d72a503586104e2685f17cd3c5f3de72~mv2_d_5312_2988_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_9376cc552cef433e98ac19c795558f6c~mv2_d_5312_2988_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_fe03ae4885744475bda7651263f5e17f~mv2_d_5312_2988_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_b0860695167f4c83a96339f473935819~mv2_d_5312_2988_s_4_2.jpg"/><div>Adoramos este local e recomendamos a visita, mesmo porque a distancia de Cangas até aqui não é muita e faz-se rápido por boas estradas. Daqui seguimos para Cudilerro passando por Gijón. </div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_45fac44bd41449f38f60ccd9e81d9971~mv2_d_5312_2988_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_43bd143e20f24ca98296ab0acbc8b451~mv2_d_5312_2988_s_4_2.jpg"/><div>Cudilerro comparando-a com Lastres, ambas vilas piscatórias, é mais pequena que a última mas na nossa opinião mais acolhedora. Com as suas casas encavalitadas umas nas outras e as suas estreitas ruelas, é um sítio magico e convidativo para nos perdermos entre elas.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_135f4ac97c0743adbd1077a3681a0a6c~mv2_d_2988_5312_s_4_2.jpg"/><div>Mais um local que nunca tínhamos ouvido falar e recomendamos também.</div><div>No regresso ressalvo apenas para uma estrada que atravessamos e nos maravilhou, isto para fugir às portagens existentes a meio da A-66 Oviedo-Leon, saindo pela N-630...e que estrada magnífica esta! Depois chegados a Leon voltam ma apanhar a A-66 gratuitamente.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_8765a2ac57ba467e8f2d325c0c881c68~mv2_d_5312_2988_s_4_2.jpg"/><div>No final dos seis dias percorremos cerca de 1674km, gastando pouco mais de 400€, valor acima do esperado, mas os Picos não são um local propriamente barato sou sincero, a massificação turística que por la se avista obriga preços mais altos, mas com algumas estratégias conseguimos fazer a festa por valores mais baixos, não deixando de contemplar esta magnífica obra da natureza.</div><div>Para quem como nós já visitou os Alpes talvez não fique tão impressionado com esta região, confesso que as nossas expectativas eram muito altas...mas aqui bem ao nosso lado é sem dúvida um excelente local para visitar pelo menos uma vez na vida, principalmente se gostarem de caminhadas ou de desfrutar uma belas curvas na vossa mota.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Escapadela pela Galiza</title><description><![CDATA[Como este ano ainda não tínhamos tido uma oportunidade para dar uma volta de mota, aproveitamos um fim de semana que ambos tínhamos livre para podermos visitar uma zona ainda pouco explorada por nós...a Galiza.O objetivo era sair à descoberta, sem ter praticamente nada programado, reservando apenas alojamento junto a Pontevedra.De Amarante o primeiro destino era a Praia de Samil, em Vigo, uma das principais praias desta cidade, muito bem arranjada e com excelentes condições para receber os<img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_00f6dd63f13c4dfd925ef403b3b63e7b%7Emv2.png/v1/fill/w_314%2Ch_433/bc006f_00f6dd63f13c4dfd925ef403b3b63e7b%7Emv2.png"/>]]></description><link>https://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/single-post/2017/07/26/Escapadela-pela-Galiza</link><guid>https://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/single-post/2017/07/26/Escapadela-pela-Galiza</guid><pubDate>Wed, 26 Jul 2017 21:47:43 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Como este ano ainda não tínhamos tido uma oportunidade para dar uma volta de mota, aproveitamos um fim de semana que ambos tínhamos livre para podermos visitar uma zona ainda pouco explorada por nós...a Galiza.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_00f6dd63f13c4dfd925ef403b3b63e7b~mv2.png"/><div>O objetivo era sair à descoberta, sem ter praticamente nada programado, reservando apenas alojamento junto a Pontevedra.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_d72fc7adf79f4d6087026c18f17854ea~mv2_d_8544_1744_s_2.jpg"/><div>De Amarante o primeiro destino era a Praia de Samil, em Vigo, uma das principais praias desta cidade, muito bem arranjada e com excelentes condições para receber os banhistas, tendo inclusive piscinas ao lado da praia com nadadores-salvadores permanentes destinadas apenas às crianças. Para além das piscinas tem ainda imensos campos que permitem uma partidinha de basquetebol com os amigos, ou até convida a levar um par de patins e percorrer o belo paredão.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_8414c6e92f584433a628ebc1d3e252dc~mv2_d_5312_2988_s_4_2.jpg"/><div>De seguida visitamos o monte de O Castro, parque com uma bela vista sobre grande parte da cidade de Vigo e que alberga o Castelo do Castro, fortaleza que outrora servia de defesa da cidade.</div><div>Daqui era já possível observar lá bem ao fundo, bem do outro lado, o nosso próximo destino...Cangas.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_84265e2fc3c0425b944d198f94c3c028~mv2_d_4618_3464_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_80614ba1c43249c4a26e93a389b0201b~mv2_d_4618_3464_s_4_2.jpg"/><div>Já na Costa da Vela aproveitamos para conhecer algumas praias, parando em Cangas, na Praia de Rodeira, seguindo para Nerga para visitar a Praia de Nerga (a nossa preferida) e daqui continuamos em direção a Donón até junto da &quot;Buguina&quot;, escultura em forma de Caracol.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_7b49da38beb143758fb20a9d9cc8b9d9~mv2_d_4618_3464_s_4_2.jpg"/><div>Deste local era possível avistar um estradão sobre a enorme falésia, que arriscámos fazer até alcançar uma praia selvagem, junto a um pinhal, Praia da Robaleira.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_77e387b812b2450fbb15b3422871d667~mv2_d_4618_3464_s_4_2.jpg"/><div>Aqui descansamos um pouco no areal e como já eram perto das 20h começamos a pensar na ida para a habitação reservada.</div><div>Experimentamos pela primeira vez a plataforma <a href="http://www.airbnb.pt/c/rafonso6">Airbnb</a><a href="https://www.airbnb.pt/?logo=1"></a>e não podíamos ter tido melhor sorte com os anfitriões. Sem dúvida uma excelente experiência, que recomendo a toda a gente se forem para esta zona ficarem em casa da Sra Ana, em <a href="https://www.airbnb.pt/users/show/60262497">&quot;La casa de Ana&quot;</a><a href="https://www.airbnb.pt/users/show/60262497">.</a></div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_d6af7c6e4a4942f0b668eec3a8661757~mv2_d_3264_2448_s_4_2.jpg"/><div>A Ana acabou por nos preparar uma bela refeição Galega e acabámos por ficar a jantar e a conversar até bem tarde com a Ana, o seu marido e a sua irmã.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_8de88e359d0149db9e86334f3a33b2fb~mv2_d_5312_2988_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_8a138e30f5ad479fbfd3555ed56ba84f~mv2_d_5312_2988_s_4_2.jpg"/><div>No dia seguinte, saindo de Pontevedra, fomos em direção a Sanxenxo parando um pouco na praia central, mas o melhor da zona, na nossa opinião, é o que se segue. Passando Sanxenxo descobrimos finalmente belas praias, inseridas no meio da natureza em estado quase natural, que para quem gostar de explorar pode aventurar-se pelas suas falésias em busca destas praias selvagens.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_257196fdbc6c4c3f854b2d52325e25ab~mv2_d_4618_3464_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_6c4dd23540204d8685f0597a32acc2cb~mv2_d_4618_3464_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_a60533181a2a4932b9c36927a7ff4b7f~mv2_d_4618_3464_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_95be69c8bfe346e8ab3855f5fb41b055~mv2_d_4618_3464_s_4_2.jpg"/><div>Arriscamos seguir por um estradão que, apesar de algumas complicações e até ter de pedir à pendura para prosseguir a pé, devido à inclinação e ao peso da mota com a carga, lá alcançamos uma bela praia de naturistas, que mais parecia saída de um filme.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_a03e82a884e34486b8db0a422e536708~mv2_d_4618_3464_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_2c513fdd609e4f1baf865c8c1800a37e~mv2_d_4618_3464_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_218c6a7f3dc44452bc3cb7c9cf53e30f~mv2_d_4618_3464_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_89f0e1a6e5c44aa8943d0329794c81ff~mv2_d_4618_3464_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_2d9cd9807bbf45df927128d5dad10cd0~mv2_d_4618_3464_s_4_2.jpg"/><div>Este foi sem dúvida um dos locais que mais gostamos nesta viagem.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_0a4b333486cd45cda5c22cc34092f4e3~mv2_d_4618_3464_s_4_2.jpg"/><div>Prosseguimos em direção ao Grove e visitamos a Ilha da Toxa, que nos deixou boquiabertos pelas enormes mansões que lá existem, enormes mas por outro lado discretas.</div><div>Acabamos por almoçar junto a San Vicente do Grove e após o almoço seguimos viagem até à Ilha de Arousa e visitamos a última praia desta viagem, Praia Area da Secada. </div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_86dfaa20fe274c73bf1ee2c2f9475ea4~mv2_d_4618_3464_s_4_2.jpg"/><div>Como ainda tínhamos bastantes quilómetros de regresso, decidimos por volta das 18h (Espanha) regressar a casa.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_1f2156ac6da4436bb5d131bddd49f7b8~mv2_d_4618_3464_s_4_2.jpg"/><div>Foi um fim de semana que soube a pouco, pois depois de lá estar, a vontade é de conhecer e explorar cada vez mais toda aquela costa. </div><div>Mesmo assim deu para conhecer umas belas zonas e ficar com a vontade de regressar para continuar a exploração da costa norte espanhola que, se calhar, nem em uma semana é possível.</div><div>Da viagem recordamos as belas praias que fomos descobrindo sem nada ter pesquisado antes e do alojamento da Casa de Ana que sem dúvida foi maravilhosa connosco.</div><div>Esperamos em breve conseguir continuar a fazer a costa da Galiza e explorar mais áreas.</div><div>Estatísticas:</div><div>Distância (km): 753</div><div>Abastecimentos: 3</div><div>Custo combustível (€): 44,70</div><div>Média C.B. L/100km: 3,98</div><div>Portagens (€): 1,35</div><div>Alimentação (€): 41</div><div>Dormida (€): 40</div><div>Total (€): 127,05</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>O Irão...pelos nossos olhos!</title><description><![CDATA[O Irão foi a procura do inexplorado, de terras e costumes intocados por aquela enchente de turistas que é inevitável, mas cansativa. Foi a procura da desmistificação deste povo incompreendido. Foi a procura dos contos d’As Mil e Uma Noites. Foi o encontro com o grande Império Persa.O PovoForam vários os iranianos que nos perguntaram “Porquê o Irão?” Nunca é fácil escolher um destino de viagem. Se a decisão for acertada, por ventura a experiência irá encher-nos a alma até ao ano seguinte; se não,<img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_67a75b6ba58242f38d0f633b0e8cc6fd%7Emv2_d_1389_1389_s_2.jpg/v1/fill/w_682%2Ch_682/bc006f_67a75b6ba58242f38d0f633b0e8cc6fd%7Emv2_d_1389_1389_s_2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Luana Naia</dc:creator><link>https://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/single-post/2017/05/16/O-Ir%C3%A3opelos-nossos-olhos</link><guid>https://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/single-post/2017/05/16/O-Ir%C3%A3opelos-nossos-olhos</guid><pubDate>Tue, 16 May 2017 21:18:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>O Irão foi a procura do inexplorado, de terras e costumes intocados por aquela enchente de turistas que é inevitável, mas cansativa. Foi a procura da desmistificação deste povo incompreendido. Foi a procura dos contos d’As Mil e Uma Noites. Foi o encontro com o grande Império Persa.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_67a75b6ba58242f38d0f633b0e8cc6fd~mv2_d_1389_1389_s_2.jpg"/><div>O Povo</div><div>Foram vários os iranianos que nos perguntaram “Porquê o Irão?” Nunca é fácil escolher um destino de viagem. Se a decisão for acertada, por ventura a experiência irá encher-nos a alma até ao ano seguinte; se não, será mais um ano de eterna insatisfação. </div><div>O Irão foi a procura do inexplorado, de terras e costumes intocados por aquela enchente de turistas que é inevitável, mas cansativa. Foi a procura da desmistificação do que nos é imposto pela comunicação social. </div><div>Habituados aos filtros das redes sociais, parece-me que eles próprios são capazes de filtrar com maior perspicácia as notícias que lhes chegam sobre o ocidente, do que nós próprios. Têm uma curiosidade insaciável sobre a nossa cultura, uma sede de receber mais e mais turistas para obter mais e mais informação. “oh, Portugal?!”, repetem eles após lhes informarmos de onde vimos. O sorriso abre-se de orelha a orelha e o nome soletrado é sempre o mesmo - “Cristiano Ronaldo”. </div><div>A maioria não sabe sequer onde fica este cantinho à beira mar plantado, mas dizem que é boa gente. A pergunta seguinte é previsível - “O que acham do Irão?” Eles ficavam tão encantados com a nossa resposta, como nós estávamos encantados com eles. Não só encantados, mas surpresos e agradecidos com a disponibilidade e hospitalidade que aquele povo nos foi capaz de oferecer. </div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_830be54886b446a696631f96ca9d2dc1~mv2.jpg"/><div>Não há as habituais lojas de souvenirs mas, de cidade a cidade, fomos acumulando presentes, números de whatsApp e moradas - “Quando voltarem ficam em nossa casa”, diziam eles. Perdemos a conta de quantos gelados, xícaras de chá e golāb (habitual refresco de verão feito com água de rosas) nos ofereceram. Ensinaram-nos que o torrão de açúcar se derrete na boca com o chá quente, e que mais um torrão de açúcar nunca é demais. Conduziram-nos de ponta a ponta da cidade para que pudéssemos, uma vez mais, comer o nosso gelado favorito faloodeh shirazi antes de deixar o Irão. Pararam numa coffee shop após despropositadamente mencionarmos que o seu chá era o nosso café. Transportaram-nos de táxi sem cobrar dinheiro (nunca imaginei que neste planeta tal fosse possível). E paralisaram meia cidade para tentarem perceber que queríamos jantar num restaurante típico, difícil de achar naquela zona, acabando por nos conduzir até lá. Desenganem-se aqueles que pensam que falo apenas de uma pessoa. Foram situações isoladas que evidenciamos por todo o país.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_2a79388c04a6444c959d6bbbdf6c7bb6~mv2.jpg"/><div>A azáfama</div><div>Apanhar um transporte público intercidades é tudo menos enfadonho. Aliás é tão emocionante como andar de táxi em hora de ponta, atravessar a rua, ou simplesmente contemplar a complexidade do tráfego de motocicletas iranianas com estampas da BMW. </div><div>O comércio da venda de bilhetes de autocarro é algo parecido com o que podemos encontrar no mercado do Bolhão. Enquanto o motorista atravessa a cidade, os dois auxiliares dependuram-se na porta, ainda aberta, e vão angariando clientes entoando em bom som o nome do destino com alguma musicalidade. </div><div>Nós, turistas intangíveis, normalmente sós, éramos colocados na primeira fila sem que o banco do lado fosse ocupado. No entanto, o jogo das cadeiras começava rapidamente - enquanto o auxiliar fosse distraído com a sua xícara de chá, iam pulando para mais perto de nós, olhando de quando em quando disfarçadamente.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_6256578613024bc8b3642cc44e30db11~mv2_d_1600_1600_s_2.jpg"/><div>O Império</div><div>Eles são os primeiros apreciadores do seu império. Mas alguém poderá ficar indiferente ao grande Império Persa?? Talvez tenham sido os contos d’As Mil e Uma Noites que a minha mãe me lia antes de deitar que me despertou este fascínio. Ainda assim, quando se entra na interminável Naqsh-e Jahan, situada no centro da cidade de Isfahan, percebe-se que as espectativas poderão sempre ser superadas. Esta praça, The Image of the World como é conhecida, é a segunda maior do mundo e é de uma riqueza singular. </div><div>As duas mesquitas que alberga são uma das obras-primas da arquitetura persa que datam do Império Safávida. As suas entradas, ornamentadas commuqarnas, abóbadas em favo de mel, perfeitamente geométricas em diferentes tons de azul e verde prenderam-me o olhar por toda uma manhã e ocuparam uma porção do meu cartão de memória. O grande palácio persa Āli Qāpu, juntamente com o grande lago, finalizam uma das imagens mais arrebatadoras desta viagem. </div><div>De igual forma arrebatadora foi a visita noturna à imponente Shah-e Cheragh, King of the Light, em Shiraz. Refúgio e posterior túmulo dos irmãos Ahmad and Muhammad, filhos de Mūsā al-Kādhim, esta mesquita é exclusivamente revestida por mosaicos de espelhos de vidro que sob o foco de luz brilham como cristais. Os crentes que se olham ao espelho partido vêem-se fragmentados, distanciando-se assim dos seus bens terrestes, alcançando Deus. </div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_d0baf0c8756b4c7e90b34b69780b3916~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_3e2f44f528e747d39b2a56e152d0f65b~mv2.jpg"/><div>Ainda em Shiraz ao nascer do dia, os raios de sol penetravam nos vitrais da Nasir-ol-Molk, ou mesquita rosa, criando um dos jogos de luz e cor mais fabulosos e fotogénicos de todo o Irão. Já em Teerão prendeu-nos a atenção o palácio Golestan, residência oficial da dinastia Qajar nos séculos XVIII e XIX. Dentre 17 estruturas que incluem palácios, museus e salões, o Khalvat (recanto) de Karim Khan com as suas arcadas e reflexos foi o que mais apreciamos. </div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_8fbbec1608b04b2cb87a2bfe369d2726~mv2.jpg"/><div>À medida que nos fomos afastando do golfo pérsico em direção a Este a paisagem foi-se alterando, tornando-se mais quente, árida e monocromática. Mas nem por isso menos bonita. A duas centenas de quilómetros do cruzamento com o Paquistão e Afeganistão chegamos a Bam, uma pequena cidade destruída por um terremoto que após 14 anos ainda se tenta reerguer. Rodeada por um extenso palmeiral a cidadela deArg-e Bam é a maior construção de adobe, ou tijolos de lama, de todo o mundo. Património da UNESCO e localizada na Rota da Seda, Arg-e Bam data do império Arquimedina a 600 anos AC (ou anterior).</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_3ec31a8e59124ad8aa1ee8277e3f0c06~mv2_d_5312_2988_s_4_2.jpg"/><div>De facto, devido às adaptações ao clima árido do deserto fomos detetando mudanças na arquitetura. Chegados a Yazd fomos informados que deveríamos subir aos terraços da cidade velha e apreciar as rudimentares, mas inteligentes, torres de vento que tornam o Verão de 45°C menos insuportável. De igual forma, os subsolos possuem uma das maiores redes de qanats, antigo sistema de abastecimento de água, do mundo. Ainda mais me surpreenderam as yakhchals, estruturas coniformes usadas para armazenar o gelo obtido das montanhas adjacentes durante o inverno, mantendo-o até ao Verão. </div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_05d47a44aac54dd9bfeb20e97d68c135~mv2.jpg"/><div>Após a conquista do Irão pelos Árabes, Yazd tornou-se o refugio migratório da população Zoroastra, religião que me era completamente desconhecida até à data. Os zoroastras, que veneram o fogo, eram incompreendidos e perseguidos pelos Árabes que os consideravam descrentes. Mas a verdade é que esta foi a primeira religião monoteísta em todo o mundo. Foi nas montanhas desérticas em redor de Yazd que este grupo religioso encontrou abrigo, comemorando ainda hoje, durante 4 dias por ano, a descoberta deste local sagrado pela princesa Nikbanou do Império Sassânida que pinga pinga - Chak Chak – água, dando-lhe assim nome.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_42f17cdac924415488b63fa55d036a52~mv2_d_5312_2988_s_4_2.jpg"/><div>&quot;Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou TV”. </div><div>Os dias foram tão intensos (de história, pessoas, quilómetros) que é difícil expô-los em meia dúzia de parágrafos. Tentamos absorver o máximo que o Irão nos deu e dar o melhor de nós. E prometemos, a quem deixamos pelo caminho, contar a nossa história, quebrar mitos e despertar a curiosidade dos mais céticos.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Irão'17 - &quot;Roadbook&quot;</title><description><![CDATA[Já com as mochilas prontas e carregadas está na altura de partilhar convosco o roteiro delineado pelo Irão, que claro está, poderá sofrer alterações com o desenrolar da viagem, uma vez que a facilidade e simplicidade de marcar/organizar algo neste país é uma tarefa deveras desafiante.Pelas pesquisas realizadas por blogs encontrados por viajantes que por lá andaram, optamos explorar o país passando pelas principais cidades/atrações turísticas, pois este país têm uma imensidão de quilómetros e 15<img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_b97f79e99dea465a974fde92470d6258%7Emv2.jpg/v1/fill/w_512%2Ch_291/bc006f_b97f79e99dea465a974fde92470d6258%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/single-post/2017/04/29/Ir%C3%A3o-17---Roadbook</link><guid>https://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/single-post/2017/04/29/Ir%C3%A3o-17---Roadbook</guid><pubDate>Sat, 29 Apr 2017 22:09:23 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Já com as mochilas prontas e carregadas está na altura de partilhar convosco o roteiro delineado pelo Irão, que claro está, poderá sofrer alterações com o desenrolar da viagem, uma vez que a facilidade e simplicidade de marcar/organizar algo neste país é uma tarefa deveras desafiante.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_b97f79e99dea465a974fde92470d6258~mv2.jpg"/><div>Pelas pesquisas realizadas por blogs encontrados por viajantes que por lá andaram, optamos explorar o país passando pelas principais cidades/atrações turísticas, pois este país têm uma imensidão de quilómetros e 15 dias como devem imaginar não são suficientes para tudo conhecer.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_2a6042c632b84d89ac0176d2bef4fee8~mv2_d_2987_2967_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_f2961e3ca7724a0893732b42a628be3d~mv2_d_2448_2448_s_4_2.jpg"/><div>Assim:</div><div>Dia 1 (Coimbra &gt; Madrid &gt; Teerão)</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_e498ea14efda4f9eb393c29c679cd10f~mv2.png"/><div>De Coimbra vamos em direção a Madrid, para lá embarcar no avião que nos levará até ao Irão.</div><div>Chegados ao aeroporto de Teerão, por voltas das 00:00h (os voos internacionais chegam normalmente entre as 00h e as 04h a este país) e tratadas as formalidades burocráticas de entrada no país, devemos de seguida procurar cambiar algum dinheiro num qualquer balcão de câmbios ali existentes e procurar um transporte que nos leve até ao hotel, esperando chegar ao local por volta das 03:00 (hora local), pois o aeroporto internacional Tehran-Imam Khomeini dista ainda cerca 50km do centro da capital.</div><div>Dia 2 (Teerão)</div><div>No segundo dia e recuperados da viagem (assim esperamos) aproveitaremos o dia para visitar alguns locais da enorme cidade de Teerão, capital e principal cidade da República Islâmica do Irão, com mais de 14 milhões de habitantes, situada aos sopés das escarpas da pré-cordilheira do Alborz, cujos píncaros nevados ultrapassam os 5500.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_f3c8d3932f794cbe8443752c7a4ec01d~mv2.jpg"/><div>Teerão, apesar de ser uma grande metrópole, tem alguns lugares muito interessantes e uma agitação de bazares que não devemos perder.</div><div>Assim tentaremos neste dia visitar o Bazar, o Palácio do Golestan, e o complexo Begh-e Melli onde há também o Museu Malek da Biblioteca Nacional.</div><div>Dia 3 (Teerão &gt; Qom &gt;Isfahan)</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_811168cb80c34541b16403869bc0cff7~mv2.png"/><div>Neste dia queremos deixar Teerão e seguir em direção ao sul, apanhando um transporte que nos leve até Isfahan.</div><div>Como Qom fica entre estas duas cidades tentaremos efetuar uma pausa por esta cidade sagrada e tentar visitar o Mausoléu de Fatima al-Masumeh.</div><div>Se conseguirmos também tentaremos visitar a mesquita sagrada de Jamkaran, mas apenas se algum iraniano nos acompanhar na visita, pois sozinhos será nos negada a entrada.</div><div>Se houver tempo, antes de prosseguir-mos viagem até Isfahan, existe também o mercado de Qom que é muito interessante e vale uma visita.</div><div>De Qom seguiremos viagem até Isfahan num autocarro noturno.</div><div>Dia 4 (Isfahan)</div><div>Isfahan cidade Património Mundial da Humanidade, pela UNESCO é considerada o coração da história persa e o mito do Paraíso (os persas antigos diziam que foram eles os inventores do Paraíso).</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_b5fabe3d9d5f450fbedf1119ac493869~mv2.jpg"/><div>Terceira maior cidade iraniana, com cerca de 2 milhões de habitantes, Isfahan é uma das cidades com as mais belas atrações turísticas do país. </div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_fb6c52f51ff647c2b8a0b0a362148bb4~mv2.jpg"/><div>Esperamos conseguir visitar algumas dessas atrações tais como: a Ponte Si-o-se Pol, a fantástica Praça Imam onde há a Mesquita Imam, a Mesquita Sheikh Lotf Allah, e o Palácio Ali Qapu.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_e50904049f0a4262aea4786b7ebcfde9~mv2_d_1920_1200_s_2.jpg"/><div>Não devemos perder ainda uma visita ao grande Bazar de Isfahan.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_314d79c807d149e5bf1a31713b0eb410~mv2.png"/><div>Dia 5 (Isfahan &gt; Shiraz)</div><div>Há muitos monumentos e locais para visitar em Isfahan e neste segundo dia por esta bela cidade devemos voltar a passear pela magnífica pela Praça Imam, considerada uma das maiores e mais bela praça do mundo.</div><div>À noite tentaremos apanhar um outro autocarro noturno que nos transporte até Shiraz e assim pernoitar “on road”.</div><div>Dia 6 (Shiraz)</div><div>Em direção ao sudoeste do Irão esperemos alcançar a capital da província de Fars, Shiraz, um dos destinos turísticos mais populares do Irão, pela manhã.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_66858ecc2a5b4384803ed723e8b0d5d0~mv2.jpg"/><div>Esta cidade situa-se a 1 580 metros de altitude, oferecendo aos seus transeuntes mais uns belos locais de visita, tais como: a Fortaleza Arg-e Karim Khan, os bazares Bazar-e Vakil e Bazar-e Nou.</div><div>Dia 7 (Shiraz)</div><div>No sétimo dia e ainda em Shiraz, aproveitaremos mais um dia para visitar o túmulo do poeta Hafez, o Mausoléu do Imamzadeh-ye Ali Ebn-e Hamze, o Parque Melli, os Jardim Nazar e o Museu Pars.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_4206a7c944564b8fb4ab99bed6beb7b1~mv2.jpg"/><div>Dia 8 (Shiraz &gt; Pasárgada &gt; Naqsh-E-Rostam &gt; Nasqsh-E-Rajab &gt; Persépolis)</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_eb687a9b9e4341e5a64580c3c8427d72~mv2.png"/><div>Neste dia o objetivo é visitar vários locais históricos situados à volta de Shiraz.</div><div>Teremos que arranjar um transporte (e talvez um guia) que nos leve até Pasárgada, Património UNESCO e antiga capital do Império de Ciro II da Pérsia.</div><div>Visitar Naqsh-e Khostam que é um local que data da época dos reis aqueménidas, com os túmulos de Dario I da Pérsia, Xerxes I, Artaxerxes I e Dario II, todos escavados na pedra. </div><div>E não podíamos com certeza deixar de visitar Persépolis, “A cidade persa” datada dos séculos em torno de 515 aC, uma das capitais do Império Aquemênida.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_23d0c40e40aa4b778cfa8af75f82b32a~mv2.jpg"/><div>Persépolis, “cidade persa”, conhecida internacionalmente este lugar histórico, foi o nome dado pelos gregos já depois da sua destruição. Apesar de ser apenas uma sombra do que já foi, as suas ruínas são um dos lugares mais interessantes do Irão, e os seus relevos um desfile de personagens da época. </div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_a594ab5366274f20b34722e8a8127b6e~mv2.jpg"/><div>Dia 9 (Shiraz &gt; Bam - via Kerman)</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_703ca9975e944533bcaec44568e48fee~mv2.png"/><div>Neste dia temos a maior deslocação por terra, com cerca de 750km, que separam a cidade de Shiraz a Bam, seguindo a direção do Baluchistão, via Kerman.</div><div>Cidade e altura certa para trocar de autocarro, uma vez que, não existe transporte direto até Bam.</div><div>Segundo relatos, esta viagem em direção à fronteira do Paquistão é muito bonita.</div><div>Devemos chegar a Bam ao anoitecer, talvez ainda a tempo de assistir ao movimento da cidade e procurar um hotel para descansar.</div><div>Dia 10 (Bam &gt; Yazd)</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_9c1c506333e5446a8747b6bb1e600e81~mv2.png"/><div>Neste dia, já recuperados da viagem do dia anterior (assim esperamos), teremos que aproveitar bem este dia em Bam para por aqui conseguir deambular pelo centro da cidade, pelo bazar e a Fortaleza Arg-e Bam, isto até anoitecer, altura certa para procurar um autocarro noturno que nos leve de Bam até Yazd.</div><div>Dia 11 (Yazd)</div><div>Regressando para o norte Iraniano, esperemos chegar a Yazd pela manhã, a tempo de visitar a zona antiga, o bazar, a Mesquita Jameh, o Museu da Água e o centro da cidade.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_0467c675afb44ba09591693634d65775~mv2.jpg"/><div>Dia 12 (Yazd &gt; Kharanaq &gt; Meybod &gt; Chak Chak)</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_08d81043d3a1485f8e3e7e27adf6bace~mv2.png"/><div>Na zona circundante a Yazd existem locais históricos e que se conseguirmos arranjar tempo e transporte queremos visitar.</div><div>Kharanaq, aldeia antiga toda feita em barro onde o centro histórico está totalmente abandonado.</div><div>Chak Chak, santuário sagrado da religião Zoroastra, onde dentro do Templo do Fogo na montanha, existe uma rocha que pinga água “sagrada”.</div><div>Meybod onde podemos visitar o antigo “caravanserai”, a Torre dos Pombos, a Torre do Gelo, a Fortaleza, e o antigo edifício dos correios.</div><div>Dia 13 (Yazd &gt; Teerão)</div><div>Neste último dia em Yazd, não podemos abandonar a cidade sem visitar as Torres do Silêncio e o Templo de Fogo, pois a visita não ficaria completa.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_ce5815238fab49a7b534c7ef1c4ccd21~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_446eb568a31a4a96abf3c8fd09c18c48~mv2.jpg"/><div>As Torres do Silêncio são construções em forma de torre que possuem usos e simbologia funerárias do zoroastrismo.</div><div>Nesta religião consideram-se os cadáveres impuros, e para não violar a sacramentalidade da terra, recusam-se enterrar ou cremar um corpo.</div><div>Em vez disso, depositam o corpo no alto duma construção nas montanhas, onde depois os abutres devorariam o corpo, deixando os ossos, que depois seriam atirados para um curso de água e seguir diretamente par o mar, sem tocar desta forma o solo. </div><div>Porém, este costume começa a extinguir-se no Irão, pátria original do zoroastrismo e a derradeira Torre do Silêncio, a de Yazd, foi até fechada recentemente. </div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_e9f756bcbcbd45b383bff05d30a60061~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_14aef8594481457697471db98c37e879~mv2.png"/><div>Depois de tentar visitar todos estes locais, estará na altura de regressar ao centro da cidade de Yazd e aí apanhar um novo autocarro noturno que nos leve de novo para Teerão, a cerca de 620km.</div><div>Dia 14 (Teerão)</div><div>Temos um último dia de viagem e voltamos a Teerão. Ainda com alguns sítios por visitar, aproveitaremos este último dia para observar o Museu da Paz, o Museu dos Mártires e a zona da antiga Embaixada dos Estados Unidos da América, com murais antiamericanos nas paredes.</div><div>Dia 15 (Teerão &gt; Madrid &gt; Portugal)</div><div>Está na altura de regressar apanhando novamente o avião no aeroporto Internacional de Teerão, por volta das 04h e voltar para Madrid.</div><div>&quot;Roadbook&quot;</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_10be0d20452a41e195f1f245d0fb5648~mv2_d_1504_2915_s_2.jpg"/><div>Como viajamos de mochila as costas e não queremos ir demasiados sobrecarregados, optamos por deixar o computador em casa e assim, não conseguiremos escrever resumos diários ao longo desta viagem.</div><div>Também dificilmente conseguiremos postar alguma coisa na nossa página do Facebook - <a href="https://www.facebook.com/rockingabroad/">Rocking abRoad</a>, pois por parece que esta plataforma não funciona no Irão. </div><div>Como temos uma página Instagram - <a href="https://www.instagram.com/rocking_abroad/">rocking_abroad</a> e esta parece funcionar por lá, será dessa forma que iremos atualizar a nossa viagem com algumas fotos, deixando para o regresso um resumo de toda a viagem, com imagens e talvez um pequeno vídeo.</div><div>Por isso a todos os curiosos e que tenham <a href="https://www.instagram.com/rocking_abroad/">Instagram</a>, convido para se juntarem a nós nesta viagem e descobrir e conhecer um pouco mais do Irão em <a href="https://www.instagram.com/rocking_abroad/">rocking_abroad</a>.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_bf644ff956f94371a560f116725208f4~mv2.jpg"/></div>]]></content:encoded></item><item><title>De mochila até...</title><description><![CDATA[Desta vez a viagem não se desenrolará sobre duas rodas, mas sim de mochila às costas como nos bons velhos tempos, em que sonhávamos ver o mundo do jeito que desse...e a qualquer custo!Deixada há muito tempo atrás em casa dos meus pais, foi tempo de relembrar-me "dela" e tirá-la do fundo do armário, para voltar a "ver o mundo" e viajar...Muito mal tratada (já não me lembrava das mazelas de todo o maltrato), o primeiro reencontro, apesar do entusiasmo e nostalgia, confesso que, ainda pensei em<img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_0cf31a83106c4d5db654cc0aeb24f0ba%7Emv2_d_4113_2988_s_4_2.jpg"/>]]></description><link>https://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/single-post/2017/04/29/De-mochila-at%C3%A9</link><guid>https://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/single-post/2017/04/29/De-mochila-at%C3%A9</guid><pubDate>Sat, 29 Apr 2017 12:03:26 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Desta vez a viagem não se desenrolará sobre duas rodas, mas sim de mochila às costas como nos bons velhos tempos, em que sonhávamos ver o mundo do jeito que desse...e a qualquer custo!</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_0cf31a83106c4d5db654cc0aeb24f0ba~mv2_d_4113_2988_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_67f706484dd1473ca798b91b6e9071a3~mv2.jpg"/><div>Deixada há muito tempo atrás em casa dos meus pais, foi tempo de relembrar-me &quot;dela&quot; e tirá-la do fundo do armário, para voltar a &quot;ver o mundo&quot; e viajar...Muito mal tratada (já não me lembrava das mazelas de todo o maltrato), o primeiro reencontro, apesar do entusiasmo e nostalgia, confesso que, ainda pensei em substituí-la por uma nova e deixá-la ali a descansar para sempre....mas não, não podia fazer-lhe isso, pelo menos tinha de dar-lhe a oportunidade de comigo fazer mais uma viagem e depois sim poder para ali voltar com mais uma bela história.</div><div>Por isso toca a falar com a mãe e dar-lhe uns valentes remendos para juntos voltarmos a viajar!</div><div>Destino</div><div>As férias estavam marcadas e decidimos desta vez deixar a mota na garagem para viajar de um modo diferente.</div><div>A princípio equacionamos como destino o Sri Lanka e à posteriori Madagáscar. Mas depois de alguns contratempos e até devido à incerteza das épocas de monções nestes locais viramos-nos para aquele destino que há muito tínhamos nas nossas mentes...para um dia concretizar de mota.</div><div>Destino pouco comum e &quot;descriminado&quot;, muito por culpa da comunicação social e das sanções/embargos internacionais a que está sujeito e também por se localizar numa parte do planisfério menos reputado, facilmente este país é colocado de parte como destino de férias. </div><div>Mas adversos a todos esses &quot;rótulos&quot; e perseguindo os nossos sonhos, buscando sim as verdadeiras histórias e relatos de viajantes, que também outrora desafiaram a contra informação, seguimos a nossa curiosidade acerca da sua cultura, das suas pessoas, hábitos e crenças religiosas, com o mesmo pensamento de Amyr Klink, em que diz:</div><div>&quot; ...que um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou tv. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu. Para um dia plantar as suas próprias árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar do calor. E o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o próprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser; que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver&quot;</div><div>É verdade que a antiga Pérsia há muito nos alimenta os sonhos, desejando ao comando de uma mota atravessar o país de ponta a ponta.</div><div>Devido aos poucos dias disponíveis (15) era-nos praticamente impossível levar a própria mota, pois a distância obrigaria a gastar praticamente todo este tempo na viagem.</div><div>Havia ainda a questão do Carnet de Passages en Douane, documento alfandegário que identifica o condutor de um veículo a motor e respectiva papelada do veículo, necessário para entrar em diversos países do mundo.</div><div>O Carnet permite aos viajantes, a importação temporária do seu veículo sem ter que pagar a respectiva taxa alfandegária do país por onde vão conduzir, contendo informação do veículo (marca, modelo, cor, cilindrada, número de registo, proprietário, valor comercial) e obrigando-nos a deixar uma caução de 3 vezes o valor comercial do veículo.</div><div><a href="https://www.acp.pt/o-clube/servicos-e-produtos/documentacao/documentos-aduaneiros">Mais informações Carnet de Passages em Douane - ACP</a></div><div><a href="http://www.joaoleitao.com/viagens/2008/03/19/documento-veiculos-passar-fronteiras/">Carnet de Passages - Blog João Leitão Viagens</a></div><div>Existia ainda a possibilidade de enviar a mota, por exemplo, para a Grécia ou Turquia, mas as tarifas de desanfaldegamento, custo de transporte, seguros, etc não compensava, na nossa opinião, os poucos dias que viajaríamos por este país.</div><div>Assim, procuramos informações acerca da hipótese de alugar por lá uma mota, contactando um companheiro habituado a ajudar viajantes de todo o mundo a entrar no Irão com as suas motas, Hossein Sheykhlou, do <a href="http://www.overlandtoiran.com/">Overland to Iran</a>, informando-nos que alugar mota no Irão seria quase impossível, existindo apenas cilindradas 125cc e 250cc e o mais fácil seria &quot;comprar&quot; uma mota a alguém, para depois voltar a &quot;vendê-la&quot; à mesma pessoa. A outra hipótese era viajar para a Turquia e lá alugar uma mota que nos permitisse entrar depois no Irão, processo que levaria sempre uns 4/5 dias para tratar de burocracias.</div><div>Esgotadas as opções, decidimos então viajar da forma mais rápida e fácil...de avião! </div><div>Preparação</div><div>Bilhetes comprados, estava então na altura de começar a pesquisar informações acerca do Irão.</div><div>Bombardeados pela comunicação social acerca disto e daquilo do Irão, era fácil encontrar notícias acerca deste país na Internet...notícias essas quase sempre relacionadas com o mesmo assunto, que nem vale a pena aqui comentar.</div><div>Ou seja, informações que pretendíamos saber acerca da sua cultura, história, atrações turísticas, roteiros, vistos, eram muito poucas e as que existiam tínhamos que esmiuçar muito bem para evitar todas aquelas notícias sensacionalistas.</div><div>Como sabia que a companheira <a href="http://paulakota.blogspot.pt/">Paula Kota</a> já por lá tinha viajado na sua Bmw GS, foi a primeira pessoa que contactei para obter informações acerca deste destino e que prontamente e amigavelmente nos respondeu e incentivou a visitar este belo país, pois era muito diferente daquilo que líamos e víamos na comunicação social. Li e reli várias vezes a sua publicação acerca da sua viagem pelo Irão, na revista motociclismo e cada vez mais me entusiasmava com a possibilidade de também eu poder viajar por este país.</div><div>Encontramos ainda dois blogs, cheios de boa informação e que muito nos ajudaram na preparação desta viagem, partilhando aqui o excelente trabalho destes &quot;bloguistas&quot;, pois bem merecem:</div><div><a href="http://www.joaoleitao.com/viagens/">João Leitão Viagens</a></div><div><a href="http://www.tempodeviajar.com/">Tempo de Viajar</a></div><div>O Visto</div><div>Podem encontrar praticamente toda a informação acerca do Irão nos blogs descritos anteriormente, no entanto partilhamos convosco a nossa experiência pessoal do pedido do visto, pois pode evitar-vos algum contratempo e custos adicionais.</div><div>Apesar da informação encontrada na Internet recomendar o trato do visto diretamente e pessoalmente na Embaixada do Irão em Lisboa, como vivemos em Coimbra decidimos entrar em contato por telefone/mail, para assim evitar as deslocações à capital.</div><div>Após várias tentativas de contato telefónico, ao fim de uma semana lá nos atenderam dizendo de forma &quot;fria&quot; o que era necessário para o visto.</div><div>Ao email nunca nos responderam!</div><div>Reunimos a papelada que nos tinham pedido e enviamos tudo por correio, com aviso de recepção. Como tinham passado já 3 semanas após envio dos documentos decidimos ligar, a duas semanas da viagem para saber como decorria o processo.</div><div>Após vários dias a tentar ligar para o consulado, lá nos atenderam informando-nos que o processo estava parado por falta de documentação.</div><div>Ou seja, sabendo eles que faltava algo importante para concluir o processo, não foram capazes de ligar ou responder aos mails informando-nos que faltava algo, obrigando-nos a deslocar pessoalmente a Lisboa duas vezes para entregar a papelada restante em falta e depois para levantar os vistos.</div><div>Tivemos ainda de pagar uma taxa extra pois, como restavam apenas 4 dias úteis até a viagem foi necessário realizar um pedido de urgência. Ou seja, se puderem tentem sempre tratar do visto pessoalmente no consulado.</div><div><a href="http://lisbon.mfa.ir/">EMBAIXADA DA REPÚBLICA ISLÂMICA DO IRÃO</a></div><div>http://e_visa.mfa.ir/en/</div><div><a href="http://www.joaoleitao.com/viagens/2013/01/20/visto-irao/">Visto para o Irão</a></div><div><a href="http://www.viajarentreviagens.pt/irao/visto-do-irao/">Como tratar do visto</a></div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_809a2ebbe338424f8dd856de999feb53~mv2.jpg"/><div>Outra dificuldade aquando preparação desta viagem foi na pesquisa de um hostel/hotel que pela Europa tão bem funciona, por exemplo, pesquisando através do B<a href="https://www.booking.com/index.pt.html?aid=376389;label=Hoteis-0kTaupyJHdsCSjDyYwvcNwS144456251454:pl:ta:p1:p21.227.000:ac:ap1t1:neg:fi:tikwd-65526620:lp1011721:li:dec:dm;ws=&amp;gclid=Cj0KEQjw0IvIBRDF0Yzq4qGE4IwBEiQATMQlMZ4Q5m9IqhB-ZEEyDaVMU0Z_B6gZy8pUo7nOguEyYkkaAnys8P8HAQ">ooking</a>, mas no Irão torna-se uma tarefa difícil por esta plataforma não ter hotéis disponíveis neste país.</div><div>Existem no entanto alguns websites com hotéis disponíveis, mas apressem-se em arranjar uma reserva, pois, estes são websites que todo outros viajantes encontram e reservam, sendo complicado mesmo assim conseguir uma reserva.</div><div><a href="http://hostelsiniran.com/">Hostels in Iran</a></div><div>Estavam assim encontradas todas as dificuldades de preparar uma viagem pelo Irão!</div><div>Outras informações</div><div>Devido aos inúmeros embargos internacionais há que ter uma outra preocupação, nomeadamente quanto ao dinheiro a levar para uma viagem no Irão, pois os nossos cartões de multibanco não funcionam neste destino, obrigando-nos a calcular bem os nossos custos e levar a quantia que achamos despender por lá e trocar por Riais iranianos.</div><div>Marcamos também uma consulta de viajante através do SNS, para nos aconselhar e receitar medicação/repelente para esta viagem através:</div><div>Consulta do viajante</div><div>E foi-nos exigido um seguro de viagem para conseguirmos obter o visto.</div><div>O que não se fala</div><div>O Irão é um país prodigiosamente rico em recursos naturais. Com 70 milhões de habitantes e uma superfície de 1.650.000 km quadrados (o triplo da da França), é o quarto exportador mundial de petróleo e possui as segundas reservas de gás e petróleo do planeta.</div><div>Quase tudo ali difere da imagem de terra de violência, fanatismo e atraso económico e social difundida no Ocidente pela comunicação social. Encontramos um povo amável, cativante na relação com o estrangeiro, educado (apenas 8% de analfabetos), com uma alegria de viver hoje rara no mundo.</div><div>Ao contrário daquilo que podemos pensar, o Irão é um país bastante desenvolvido, limpo e a sua população é muito culta, bem educados e com uma consciência cultural/política enorme.</div><div>Em primeiro lugar, se perdermos algum tempo a ler algo acerca deste país encontramos facilmente relatos pessoais que neste país se sentiram bastante seguras, calorosamente recebidas, pelo seu povo até &quot;exageradamente&quot; hospitaleiro e que tem uma taxa de crime bem inferior à maioria dos países europeus e do que os EUA.</div><div>A única razão pela qual o Irão é o “inimigo” do Ocidente, é porque este recusa-se a entrar em organizações internacionais de controlo de petróleo...Simples quanto isso.</div><div>Está por isso na altura de fazermos as malas e partir, para descobrirmos e termos a nossa própria opinião acerca do Irão.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Dia 2 (Campo do Gerês &gt; Cabril &gt; Ferral &gt; Cabeceiras de Basto &gt; Amarante)</title><description><![CDATA[Eram 8:30 e o sol já espreitava pela nossa janela, quase como nos convidando a sair da cama e fazermos-nos à estrada. Estava na hora de arrumar as coisas e sair para o nosso último dia no Gerês.Já de barriga cheia lá saímos com as motas do Abrigo da Geira e fomos em direção ao Miradouro da Pedra Bela, pela belíssima estrada M533.Aqui a M533 "camuflada" na montanha, sem dúvida uma das estradas a percorrer pelo Gerês. Já ontem a tínhamos feito no regresso ao Abrigo, após regressar pela N308-1,<img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_229b5d7187044c9ca19f7ac22440c1cf%7Emv2_d_1361_2119_s_2.png/v1/fill/w_512%2Ch_797/bc006f_229b5d7187044c9ca19f7ac22440c1cf%7Emv2_d_1361_2119_s_2.png"/>]]></description><link>https://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/single-post/2017/01/24/Dia-2-Campo-do-Ger%C3%AAs-Cabril-Ferral-Cabeceiras-de-Basto-Amarante</link><guid>https://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/single-post/2017/01/24/Dia-2-Campo-do-Ger%C3%AAs-Cabril-Ferral-Cabeceiras-de-Basto-Amarante</guid><pubDate>Tue, 24 Jan 2017 00:13:28 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Eram 8:30 e o sol já espreitava pela nossa janela, quase como nos convidando a sair da cama e fazermos-nos à estrada. Estava na hora de arrumar as coisas e sair para o nosso último dia no Gerês.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_229b5d7187044c9ca19f7ac22440c1cf~mv2_d_1361_2119_s_2.png"/><div>Já de barriga cheia lá saímos com as motas do Abrigo da Geira e fomos em direção ao Miradouro da Pedra Bela, pela belíssima estrada M533.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_7ac9e84b73c3409c99c1360596aeee4c~mv2_d_2592_1936_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_60e82146116244af8e07aa25ab3d78eb~mv2_d_2427_1801_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_bb0fbd2cb79a4cc388bc583f7d70440b~mv2_d_3923_2665_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_f38a7cb7dadd4c2c987a6e12fccd279e~mv2_d_4032_3024_s_4_2.jpg"/><div>Aqui a M533 &quot;camuflada&quot; na montanha, sem dúvida uma das estradas a percorrer pelo Gerês. Já ontem a tínhamos feito no regresso ao Abrigo, após regressar pela N308-1, também com umas belas curvas.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_e700f491df0a42bd9146e7476edd5f43~mv2_d_3291_2494_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_52aaf7d5b52a4028b322d4e4d781f4ec~mv2_d_4032_3024_s_4_2.jpg"/><div>Do miradouro Pedra Bela seguimos em direção à Cascata do Arado, locais bem próximos e que merecem sem dúvida uma visita.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_481121d8069b490aaf92eace7e62245e~mv2_d_2592_1936_s_2.jpg"/><div>Antes de chegar à cascata existe um estradão que se faz muito bem, até de carro e depois é necessário subir algumas escadas para chegar à cascata. É um local agradável e de fácil acesso, que infelizmente as fotos aqui tiradas, não o demonstram. </div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_27e58fd8004a46d3abcbc26cd9d816af~mv2_d_1936_2592_s_2.jpg"/><div>Por esta altura a temperatura subia e por momentos parecia que estávamos em plena primavera. Toca a tirar uma camisola e prosseguir viagem bem mais leves.</div><div>Seguimos em direção a Cabril para antes parar na cascata do Tahiti (Latitude: 41º42’13.94 N Longitude: 8º06’36.71 W). Cascata sem sinalização, mas que vale a pena visitar, pois é lindíssima. </div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_d0ecbc7afff74e389af4d294f3baf112~mv2_d_2592_1936_s_2.jpg"/><div>Há é que ter bastante cuidado, pois o acesso à cascata, apesar de agora ter umas escadas, não deixa de ser perigoso se não tomarmos precauções.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_b2045d9fb75f4ec5a5672919b5a315ed~mv2_d_2592_1936_s_2.jpg"/><div> Apetecia mesmo mergulhar, mas o calor não era assim tanto e a água estava gelada...o normal para este local.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_06ae2ab6f742451abffc7f4e7d6c71a7~mv2_d_2592_1936_s_2.jpg"/><div> O último ponto de visita desta vadiagem seria a Ponte de Misarela e assim seguimos viagem em direção a Vila Nova.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_fb62a10eaf93489093985e78ae41758e~mv2_d_2592_1936_s_2.jpg"/><div>O acesso à Ponte é feito também por um estradão, que em alguns pontos, para um carro será bem apertado, mas a pé a caminhada também é curta.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_c84834c24be446559e91ab7fe3be91ee~mv2_d_2303_1560_s_2.jpg"/><div>E sinceramente vale cada quilómetro de esforço esta obra do &quot;diabo&quot;, erguida sobre o rio Rabagão e envolta de inúmeras lendas e histórias.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_c8ac8bd197464c27a8e20b0f7c767a07~mv2_d_2592_1936_s_2.jpg"/><div>Ficamos aqui uns bons momentos a contemplar esta bela obra e a imaginar como na Idade Média a teriam construído...dá que pensar sem dúvida.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_d84eb6a910324b8d8d0a2e800f91900e~mv2_d_1768_1320_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_b78ebd4db12c46e3baa50154d9164976~mv2_d_2383_1781_s_2.jpg"/><div>Já passavam das 13h e as nossas barrigas começavam a queixar-se. Estava na hora de procurar um restaurante para comer qualquer coisa.</div><div>De regresso a casa, pela N103 lá avistamos junto à estrada um restaurante (Assador Barrosão)...eram já perto das 14h e não podíamos ser muito seletivos. Entramos e logo nos propuseram uma Posta Barrosã, que foi prontamente aceite.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_762f595207ff407c8c0d6a1ab1e4372c~mv2_d_2592_1936_s_2.jpg"/><div>Depois de uma excelente refeição e já de barriga bem cheia, a vontade era tirar uma sesta, mas o tempo não parava e a temperatura começava a baixar, tempo para voltar a casa e pelo caminho mais curto, pois depois de chegar a Amarante, ainda me esperavam cerca de 180km até Coimbra.</div><div>Conclusão</div><div>Muitos dirão e com razão, que dois dias são insuficientes para visitar e conhecer o Parque Nacional da Peneda Gerês, mas quero com esta viagem demonstrar, para aqueles que não tem mais que um fim de semana, que é possível realizar uma escapadela e conhecer alguns dos belos locais que o Gerês tem para nos oferecer, voltando a casa com uma enorme vontade de um dia regressar e descobrir outros locais.</div><div>Quanto à minha experiência e tendo já visitado o Gerês anteriormente, mas de carro, voltar a este local de mota foi fantástico, recomendando desde já, a quem tem mota, que a leve a este local pelo menos uma vez na vida.</div><div>Se algum dia sonharam estar com a vossa mota, num lugar mágico, observando animais selvagens, conduzindo por estradas fantásticas e com cenários de cortar a respiração...então deixem de sonhar e façam-se à estrada em direção ao Gerês, pois não se irão arrepender garanto-vos :) </div><div>Estatísticas do dia:</div><div>Distância (km): 137</div><div>Abastecimentos: 0</div><div>Média C.B. L/100km: 3,4 (NC)</div><div>Alimentação (€): 30</div><div>Total (€): 30</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Dia 1 (Amarante &gt; Soajo &gt; Lindoso &gt; Castro Laboreiro &gt; Lobios &gt; Campo do Gerês)</title><description><![CDATA[Hoje acordamos com um manto branco de geada e um frio de rachar lá fora, mas nada nem ninguém nos iria demover da nossa passeata de hoje.O nosso "roadbook" definia um roteiro com aproximadamente 250 quilómetros e bem cedinho já estávamos a sair de casa em direção ao Gerês.Bem agasalhados prosseguimos viagem e resistimos mais de uma hora sem pararmos, até bem próximo da Póvoa de Lanhoso, onde já não sentíamos as pontas dos dedos e achamos por bem pararmos um pouco para aquecer as mãos nos nossos<img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_bd64824455d14859b0a31d9966b89df1%7Emv2_d_1401_2057_s_2.png/v1/fill/w_512%2Ch_749/bc006f_bd64824455d14859b0a31d9966b89df1%7Emv2_d_1401_2057_s_2.png"/>]]></description><link>https://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/single-post/2017/01/22/Dia-1-Amarante-Soajo-Lindoso-Castro-Laboreiro-Lobios-Campo-do-Ger%C3%AAs</link><guid>https://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/single-post/2017/01/22/Dia-1-Amarante-Soajo-Lindoso-Castro-Laboreiro-Lobios-Campo-do-Ger%C3%AAs</guid><pubDate>Sun, 22 Jan 2017 23:20:24 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Hoje acordamos com um manto branco de geada e um frio de rachar lá fora, mas nada nem ninguém nos iria demover da nossa passeata de hoje.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_bd64824455d14859b0a31d9966b89df1~mv2_d_1401_2057_s_2.png"/><div>O nosso &quot;roadbook&quot; definia um roteiro com aproximadamente 250 quilómetros e bem cedinho já estávamos a sair de casa em direção ao Gerês.</div><div>Bem agasalhados prosseguimos viagem e resistimos mais de uma hora sem pararmos, até bem próximo da Póvoa de Lanhoso, onde já não sentíamos as pontas dos dedos e achamos por bem pararmos um pouco para aquecer as mãos nos nossos escapes quentinhos.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_3d9019ac5fd444e387959f7297a419c8~mv2.jpg"/><div>Eram já perto das 11h e o sol começava a aquecer, hora para prosseguirmos a nossa viagem.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_90ed08dcc4634915ba9e56891f61933d~mv2_d_5950_1379_s_2.jpg"/><div>O destino a partir daqui era Soajo, mas pelo caminho o GPS teve um pequeno &quot;congelamento&quot; e desviou-nos por uns quilómetros da nossa rota original...mas boa hora o fez, pois levou-nos por um estradão onde conseguimos avistar imensos cavalos selvagens e vacas a pastar numa paisagem isolada.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_7b49dd46a3ad44af9fcd84d920b4ced0~mv2_d_4032_3024_s_4_2.jpg"/><div>Infelizmente a gopro também teve aqui um problema técnico e não consegui obter umas belas filmagens...o frio fazia estragos na altitude.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_6a0c4a9b1c424d91be219417e2d06dfb~mv2_d_4032_3024_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_cfcd67f93536405facf2a15f5c13cad6~mv2_d_3941_2955_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_bf055c3b2c9b4d64bef3361d2dcaba07~mv2_d_3394_2402_s_4_2.jpg"/><div>Em Soajo visitamos os belos espigueiros e seguimos daqui para Lindoso, para também ali avistar os espigueiros e o castelo.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_75a75deba7b545e0bb63783a3b0061fa~mv2_d_1524_1462_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_1f297b0fc0124688b906f0a96fe32ab0~mv2_d_3644_2767_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_b748a36c49cd4cc480c593963f8cd26f~mv2_d_3941_2955_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_427d0d3de3094f65aaf49199c33d7ede~mv2_d_3764_2686_s_4_2.jpg"/><div>Como tínhamos saído da rota planeada, o tempo estava agora mais apertado e sem perder muito tempo em Lindoso continuamos a viagem em direção ao Santuário de Nossa Senhora da Peneda.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_58831d30f18e49bd8411ccebf85e9152~mv2_d_3911_2355_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_42f384b7b9d4423b950ca5d92f0f5e94~mv2_d_3297_2473_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_32cd419291de4965896cc1f74c44ebb6~mv2_d_3899_2923_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_129e6d4ab114493794139459664e8937~mv2_d_4032_2751_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_50fa8ba197bf44d99127301e1cabca79~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_aef60a38d1fc45f490ce92b1f8c2765a~mv2.jpg"/><div>O sol começava a esconder-se e com ele levava aquela sensação térmica agradável, começando a sentir-se uma brisa bem fresca. As pontas dos dedos recomeçavam a ressentir-se, mas não era ainda o suficiente para nos fazer querer regressar.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_f3a5ad3697db446490c03075841855b6~mv2_d_2276_2765_s_2.jpg"/><div>Castro Laboreiro era a passagem seguinte, antes de entrarmos em Espanha, para aquela que seria a primeira saída do meu pai de Portugal na PCX.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_948758824ded4e92a1c696aea011f5f8~mv2_d_2592_1936_s_2.jpg"/><div>Atravessámos a fronteira e logo fomos em direção aos &quot;baños&quot; de Lobios...aqui chegados, a vontade de mergulhar era muita, mas como já era tarde e estava bastante frio, resolvemos não o fazer.</div><div>Também não queríamos regressar ao anoitecer, pois ao longo da viagem apanhámos muito gelo na estrada e viajar nestas condições à noite, sem conseguir ver bem a estrada e os seus perigos seria um enorme risco.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_40fafe1800c84ad2b39d9eb7a32e40ce~mv2_d_2121_1715_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_0fa0e4b3300b4ab68e0670e85917066c~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_f73b951adc924d85b611de3741b13ac6~mv2_d_2459_1506_s_2.jpg"/><div>Assim, aquecemos apenas as nossas mãos geladas na água bem quente e fizemos-nos à estrada em direção a Campo de Gerês, onde pernoitamos hoje.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_6c33a92547734cc5bd4348a305317893~mv2.png"/><div> Aqui um pouco de gelo na estrada, que tivemos de atravessar com muito cuidado para não cair.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_ca246741c791495f9c5175aaee94d31d~mv2_d_2478_1694_s_2.jpg"/><div>Já no Abrigo preparamos umas belas tapas e repousamos para o dia de amanhã...</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_15131910388e43cd8ea7e90d3a09acca~mv2_d_2005_1544_s_2.jpg"/><div>Estatísticas do dia:</div><div>Distância (km): 253</div><div>Abastecimentos: 2 (NC) + 2 (PCX)</div><div>Custo combustível (€): 33</div><div>Média C.B. L/100km: 3,4 (NC)</div><div>Alimentação (€): 4,5</div><div>Dormida (€): 20</div><div>Total (€): 57,50</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Gerês'17 - &quot;Roadbook&quot;</title><description><![CDATA[Ano novo...viagens novas e nada melhor que iniciar o ano 2017, com uma pequena escapadela, numa viagem única, pois, pela primeira vez a NC e a PCX vão realizar uma vadiagem juntas.Apesar das temperaturas recentes não convidarem para uma voltinha de mota, lá consegui convencer o meu pai, mesmo com os termómetros a indicarem temperaturas negativas nos próximos dias, a rolarmos até ao Gerês.Como "quem corre por gosto não cansa", decidimos não desperdiçar dois dias, que ambos temos livres e<img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_5bb504c10aeb49029c6120294f207814%7Emv2_d_1219_1779_s_2.jpg/v1/fill/w_286%2Ch_416/bc006f_5bb504c10aeb49029c6120294f207814%7Emv2_d_1219_1779_s_2.jpg"/>]]></description><link>https://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/single-post/2017/01/21/Ger%C3%AAs16---Roadbook</link><guid>https://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/single-post/2017/01/21/Ger%C3%AAs16---Roadbook</guid><pubDate>Sat, 21 Jan 2017 18:42:09 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_5bb504c10aeb49029c6120294f207814~mv2_d_1219_1779_s_2.jpg"/><div>Ano novo...viagens novas e nada melhor que iniciar o ano 2017, com uma pequena escapadela, numa viagem única, pois, pela primeira vez a NC e a PCX vão realizar uma vadiagem juntas.</div><div>Apesar das temperaturas recentes não convidarem para uma voltinha de mota, lá consegui convencer o meu pai, mesmo com os termómetros a indicarem temperaturas negativas nos próximos dias, a rolarmos até ao Gerês.</div><div>Como &quot;quem corre por gosto não cansa&quot;, decidimos não desperdiçar dois dias, que ambos temos livres e fazermos-nos à estrada já amanhã cedinho.</div><div>Para o meu pai, será também uma estreia viajar dois dias, ao comando da PCX, apesar de já termos feito juntos, o ano passado, quase 200km num dia, quando visitamos a Serra da Freita.</div><div>Como temos somente dois dias e ambos já visitamos o Gerês noutras ocasiões, vamos apenas com vontade de rolar, num ritmo calmo, parando aqui e ali numas aldeias, miradouros e cascatas, conforme o tempo e a temperatura o permitirem.</div><div>Assim:</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_873062fc29e6415287fd4ce360b7e466~mv2.jpg"/><div>Dia 1 </div><div>(Amarante &gt; Soajo &gt; Lindoso &gt; Castro Laboreiro &gt; Lobios &gt; Vilar da Veiga &gt; Campo do Gerês)</div><div>No primeiro dia sairemos de Amarante em direção ao Parque Nacional da Peneda Gerês, passando por Soajo e Lindoso, seguindo depois para o Santuário da Nossa Senhora da Peneda.</div><div>Se o tempo permitir seguimos por Castro Laboreiro, atravessando a fronteira para Espanha e vamos tomar um &quot;baño&quot; nas piscinas termais de Lobios.</div><div>Caso contrário seguiremos diretos do Santuário, para Lobios regressando a Portugal, em direção a Vilar da Veiga, para pernoitar em Campo do Gerês.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_3a60aaaf24854ee09c72953aa4c46e35~mv2.jpg"/><div>Dia 2</div><div>(Campo do Gerês &gt; Cabril &gt; Vidago &gt; Vila Real &gt; Amarante)</div><div>No segundo dia pretendemos visitar o Miradouro Pedra Bela, a Cascata do Arado, a Cascata Tahiti e a Ponte de Misarela regressando depois por Vidago &gt; Vila Real, ou por Cabeceiras de Basto &gt; Celorico, se o tempo apertar, pois ainda terei que regressar a Coimbra nesse dia.</div><div>&quot;Roadbook&quot;</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_850295b97c0243a4a6e140464c08692d~mv2.png"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_a5673aa73b1343998a7248c82371b3d6~mv2.png"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_a8cafcfca2ad4e059e466d5b0336f9e5~mv2.png"/></div>]]></content:encoded></item><item><title>Dia 5 (Aljezur &gt; Odemira &gt; Grândola &gt; Coimbra)</title><description><![CDATA[Hoje foi dia de regressar a casa e com muita pena nossa deixar o sudoeste alentejano para trás. As nuvens cobriam o céu e a chuva ameaçava cair a qualquer momento. O Alentejo parecia querer que aqui ficássemos mais uns dias.Infelizmente não tínhamos mais dias para vadiar e o regresso tinha mesmo que ser hoje.Como ainda não chovia quando saímos do hotel resolvemos parar na praia de Monte Clérigo e tirar umas últimas fotos, mesmo sem o tempo colaborar. Era a nossa última despedida da costa<img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_28a1c974b38a4c94ae0b13dcef279528%7Emv2.png"/>]]></description><link>https://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/single-post/2016/10/13/Dia-5-Aljezur-Odemira-Gr%C3%A2ndola-Coimbra</link><guid>https://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/single-post/2016/10/13/Dia-5-Aljezur-Odemira-Gr%C3%A2ndola-Coimbra</guid><pubDate>Thu, 13 Oct 2016 12:26:29 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Hoje foi dia de regressar a casa e com muita pena nossa deixar o sudoeste alentejano para trás. As nuvens cobriam o céu e a chuva ameaçava cair a qualquer momento. O Alentejo parecia querer que aqui ficássemos mais uns dias.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_28a1c974b38a4c94ae0b13dcef279528~mv2.png"/><div>Infelizmente não tínhamos mais dias para vadiar e o regresso tinha mesmo que ser hoje.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_0a1625770f5a425aa9d85ea20955b2d9~mv2.jpg"/><div>Como ainda não chovia quando saímos do hotel resolvemos parar na praia de Monte Clérigo e tirar umas últimas fotos, mesmo sem o tempo colaborar. Era a nossa última despedida da costa alentejana, com enorme desejo de em breve voltarmos.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_338754588d74455c89f699f17e8d9a55~mv2.jpg"/><div>Como o tempo parecia manter-se sem chover, resolvemos seguir até Aljustrel, para que o caminho de regresso a Coimbra seguisse pela N2.</div><div>Mas chegando ao cruzamento da IC1 com a N263 o tempo mudou rapidamente e começou a cair uma chuva intensa deixando-nos logo molhados e agora, com desejo de regressar a casa pelo caminho mais rápido.</div><div>Assim, demos meia volta e continuamos pela IC1 até Grândola, altura para parar, descansar um pouco e comer algo.</div><div>O tempo por momentos deu tréguas e lá seguimos viagem pela IC1 até à N10, altura em que apanhamos a nossa maior chuvada a viajar juntos de mota. O meu impermeável cedeu e fiquei completamente molhado em minutos na parte superior e por sua vez, as calças da minha namorada também ensoparam. O pior foram os pés que sem calçado impermeável, nem &quot;cobre botas&quot; ficaram completamente molhados e frios em instantes.</div><div>Ainda coloquei a hipótese à minha namorada de parar em Lisboa para lá dormirmos, mas como tinha uma reunião na manhã seguinte, essa opção estava descartada e teríamos de chegar a Coimbra mesmo assim.</div><div>Felizmente aquela chuva foi perdendo a sua intensidade já mais próximo de Samora Correia, altura em que já seguíamos pela autoestrada, tentando fugir o mais rapidamente daquelas nuvens carregadas.</div><div>Ao chegar próximo do Carregado já a chuva era menos intensa e lá ao fundo avistávamos um céu mais limpo. Mesmo assim, prosseguimos a viagem sob nuvens negras, estando por vezes o céu completamente limpo mesmo ao nosso lado.</div><div>Finalmente ao passar por Leiria lá sentimos finalmente uns tímidos raios de sol, altura em que paramos na área de serviço de Pombal para trocar as camisolas molhadas e descansar um pouco.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_06307360f8034fbb8371a108938aefe9~mv2.jpg"/><div>já faltava pouco para chegar a casa e no pensamento só víamos um banho bem quente para aquecer. Ás 18:30 lá chegamos finalmente a casa, contentes por tudo ter corrido bem e o tempo até ter ajudado.</div><div>Agora é tempo de descansar e em breve resumir esta escapadela com algumas fotos e um vídeo, para que alguns de vocês fiquem com vontade de a fazer também um dia.</div><div>Estatísticas do dia:</div><div>Distância (km): 451</div><div>Abastecimentos: 1</div><div>Custo combustível (€): 15,90</div><div>Média C.B. L/100km: 4,2</div><div>Alimentação (€): 10,70</div><div>Portagens (€): ??? Como o identificador deu sinal de falha, fiquei sem saber para já o custo da portagem.</div><div>Total (€): 26,60* (faltam as despesas da portagem)</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Dia 4 (Vila Nova de Milfontes &gt; Almograve &gt; Cabo Sardão &gt; Zambujeira do Mar &gt; Odeceixe &gt; Aljezur)</title><description><![CDATA[Apesar deste dia não prometer muitos quilómetros, a quantidade de lugares com paisagens magníficas por cada quilómetro seria enorme e por isso, tentamos visitar o máximo de coisas que podíamos num só dia.Abandonamos Vila Nova de Milfontes por volta das 11h e seguimos em direção a Almograve. Apesar de já conhecermos esta praia, queria voltar ao portinho lá do fundo da praia, seguindo por um estradão de terra batida, caminho que já tinha feito há cerca de 8 anos atrás e ainda tinha na<img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_e6e294603efb4163a7f096ab45f2e8f8%7Emv2_d_1402_2189_s_2.png/v1/fill/w_477%2Ch_745/bc006f_e6e294603efb4163a7f096ab45f2e8f8%7Emv2_d_1402_2189_s_2.png"/>]]></description><link>https://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/single-post/2016/10/11/Dia-4-Vila-Nova-de-Milfontes-Almograve-Cabo-Sard%C3%A3o-Zambujeira-do-Mar-Odeceixe-Aljezur</link><guid>https://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/single-post/2016/10/11/Dia-4-Vila-Nova-de-Milfontes-Almograve-Cabo-Sard%C3%A3o-Zambujeira-do-Mar-Odeceixe-Aljezur</guid><pubDate>Tue, 11 Oct 2016 22:09:58 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Apesar deste dia não prometer muitos quilómetros, a quantidade de lugares com paisagens magníficas por cada quilómetro seria enorme e por isso, tentamos visitar o máximo de coisas que podíamos num só dia.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_e6e294603efb4163a7f096ab45f2e8f8~mv2_d_1402_2189_s_2.png"/><div>Abandonamos Vila Nova de Milfontes por volta das 11h e seguimos em direção a Almograve. Apesar de já conhecermos esta praia, queria voltar ao portinho lá do fundo da praia, seguindo por um estradão de terra batida, caminho que já tinha feito há cerca de 8 anos atrás e ainda tinha na memória.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_1cc4ff82b0784f9ea756622667909f87~mv2_d_1632_1218_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_16b2c416d14848cfafb0a8a5d7da5972~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_f3572a5f0d45429fb3c62dcddd9a54a4~mv2.png"/><div>Daqui fomos visitar o Cabo Sardão e resolvemos arriscar seguir por um estradão sobre a falésia, sempre acompanhando a costa e com uma bela paisagem. </div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_068a219a193346edbc2a6caa9386edbf~mv2_d_1632_1218_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_e149945457d9453d865389e736776399~mv2.png"/><div>Mais à frente o estradão já era mais areia do que terra batida e pedi à minha namorada para sair da mota e tentarmos prosseguir na mesma por ali. Lá apareceu outro estradão na direção interior e afastamos-nos da falésia e da areia, para voltarmos a um estradão de terra batida.</div><div>Sem saber por onde seguir, passamos por imensas quintas e campos agrícolas até conseguirmos alcançar novamente uma estrada de alcatrão.</div><div>Surgiram as indicações para a Zambujeira do Mar e para lá seguimos, o estradão abriu-nos o apetite e estávamos agora cheios de fome. Deu ainda tempo para visitar a Praia dos Alteirinhos de almoçar.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_cb3687ab074f412080c6d11eda0f7539~mv2_d_1632_1218_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_d43a55a7a12742bfbbd7e578bd7dccde~mv2_d_1632_1218_s_2.jpg"/><div>Já de barriga cheia continuamos a nossa descoberta, desta vez indo em direção à Praia do Carvalhal. Aqui deu para descansar um pouco no areal e molhar os pés, com o sol a espreitar finalmente por detrás das nuvens.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_90f618da50aa4493a9640a29d8a693f5~mv2_d_1632_1218_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_36fcad9d76084ea1ac231ee69d856ab0~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_a677e453b0e747d78f4c787a456c660c~mv2_d_1632_1218_s_2.jpg"/><div>Com muita preguiça lá deixamos a praia do Carvalhal, fazendo um pequena paragem na praia da Azenha do Mar e em Odeceixe.</div><div>Por aqui não nos demoramos muito, pois já tínhamos estado em Odeceixe anos antes e queríamos ainda visitar a Praia do Vale dos Homens, praia que há 3 anos atrás chegamos a ir de noite, de PCX, para acampar, mas que não chegamos a ficar, optando antes pela praia da Arrifana.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_11ce578702064df49bdb3ac10f6370b0~mv2_d_1632_1218_s_2.jpg"/><div>Esta é mais uma das muitas praias bonitas desta região, destacando-se não só pela sua beleza, como a sua grandiosidade...bom spot.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_aea3cb2e6a304710873076aafe284af4~mv2_d_1632_1218_s_2.jpg"/><div>Como já eram quase 18h e tínhamos que fazer o check-in no hotel até essa hora, foi tempo de deixar a bela praia para trás e seguir até Aljezur, Vale da Telha.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_4ef6c990d3a147ccbe54e10e6532ca42~mv2_d_1632_1218_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_0282058abd6b49518cfc270d79d28872~mv2_d_1632_1218_s_2.jpg"/><div>Assim concluímos hoje o nosso dia, percorrendo alguns pontos de interesse da Costa Vicentina e que recomendo a todos visitarem-nos um dia, porque vale mesma a pena. Apesar desta ser a terceira vez que visitamos esta zona, ainda não nos cansamos nem um pouco da sua beleza, havendo sempre lugares novos por descobrir.</div><div>Ou seja, apesar de amanhã termos que voltar a casa, fica o desejo de dentro em breve voltarmos à Costa Vicentina e aos seus lugares mágicos.</div><div>Amanhã parece que a chuva vai acompanhar-nos, por isso muito provavelmente vamos optar por regressar a Coimbra sem fazer desvios e deixar de parte os planos de seguir pela zona central do Alentejo. Mas isso logo decidimos pela manhã, conforme a intensidade da chuva.</div><div>Estatísticas do dia:</div><div>Distância (km): 129</div><div>Abastecimentos: 1</div><div>Custo combustível (€): 19,50</div><div>Média C.B. L/100km: 3,6</div><div>Alimentação (€): 21,52</div><div>Alojamento (€): Oferta (<div><a href="http://www.booking.com/hotel/pt/vale-da-telha.pt.html?aid=311098;label=vale-da-telha-_sW1Ca41j63H48OOIdH57wS102835116314:pl:ta:p1:p2:ac:ap1t1:neg:fi:tikwd-1922316728:lp20871:li:dec:dm;ws=&amp;gclid=CjwKEAjwm_K_BRDx5o-sxq6ouXASJAC7TsFLW2B_7qfynXnaTbJEUucMnxhHdmeDf7sMKY1L6o8hIxoCXLbw_wcB">Hotel Vale da Telha</a>)</div></div><div>Total (€): 41,02</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Dia 3 (Lisboa &gt; Serra da Arrábida &gt; Comporta  &gt; Porto Covo &gt; Vila Nova de Milfontes)</title><description><![CDATA[Hoje foi dia de alcançar o Alentejo, não sem antes atravessar a bela Serra da Arrábida.Eram cerca de 11:30h quando deixamos Lisboa para trás e seguimos em direção à Ponte Vasco da Gama.Apesar do tempo encoberto na capital, quando alcançamos a Serra da Arrábida fomos agraciados por saborosos raios de sol que nos obrigou a parar e sentar na areia da praia a relaxar. O sol estava convidativo, mas a viagem tinha que prosseguir, com o próximo destino definido...Comporta.Ao chegar à Comporta, apesar<img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_791b8d6f96624acb9f2a8647293ac8af%7Emv2.png"/>]]></description><link>https://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/single-post/2016/10/10/Dia-3-Lisboa-Serra-da-Arr%C3%A1bida-Comporta-Porto-Covo-Vila-Nova-de-Milfontes</link><guid>https://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/single-post/2016/10/10/Dia-3-Lisboa-Serra-da-Arr%C3%A1bida-Comporta-Porto-Covo-Vila-Nova-de-Milfontes</guid><pubDate>Mon, 10 Oct 2016 22:30:18 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Hoje foi dia de alcançar o Alentejo, não sem antes atravessar a bela Serra da Arrábida.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_791b8d6f96624acb9f2a8647293ac8af~mv2.png"/><div>Eram cerca de 11:30h quando deixamos Lisboa para trás e seguimos em direção à Ponte Vasco da Gama.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_7536884746e04f7bb2f3314783740079~mv2_d_1632_1218_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_2e212603d67f45eb9c42dab995bdc06a~mv2_d_1632_1218_s_2.jpg"/><div>Apesar do tempo encoberto na capital, quando alcançamos a Serra da Arrábida fomos agraciados por saborosos raios de sol que nos obrigou a parar e sentar na areia da praia a relaxar. </div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_8dfb4908c4c145179828057104bef789~mv2_d_1632_1218_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_32559e887dd14320970fbb5a447f4019~mv2_d_2592_1936_s_2.jpg"/><div>O sol estava convidativo, mas a viagem tinha que prosseguir, com o próximo destino definido...Comporta.</div><div>Ao chegar à Comporta, apesar do sol ainda brilhar lá no alto, o vento por aqui era mais forte e fresco. Deu para comer qualquer e descansar um pouco pela praia, que mesmo sendo outubro ainda tinha alguns turistas.</div><div>Da Comporta seguimos em direção a Porto Covo, alcançando a M1109, estrada que melhora logo o meu estado de espírito, pois passar todas aquelas fábricas de Sines, dá-me sempre a sensação de estar a atravessar o inferno para chegar ao céu.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_e618f20903a4400f9b6140774abee955~mv2_d_2592_1936_s_2.jpg"/><div>Deu ainda para parar em algumas praias, tirar umas fotos e até fazer novos amigos.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_53a91e2f0e36492cb02393a20ee752e6~mv2_d_2592_1936_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_df74665f1acf40f581046e2049e955c4~mv2_d_2592_1936_s_2.jpg"/><div>O sol voltava a aquecer e estava bem apetitoso, mas tínhamos ainda 25 quilómetros pela frente e queríamos chegar ao hotel antes do sol se por.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_44ce0f846f164a0f96cd6d7832af90e2~mv2_d_2592_1936_s_2.jpg"/><div>De Porto Covo a Vila Nova de Milfontes foi um passinho, dando tempo para fazer o check in com calma, arrumar as coisas no quarto e seguir até à praia, para assistir ao por do sol.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_d8167703c0424dd7beec63b83c83eb52~mv2_d_2592_1936_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_4247361872d84736920f2da0d28cfeda~mv2_d_2592_1936_s_2.jpg"/><div>Para terminar o dia nada melhor que ir comer umas tapas alentejanas a um tasquinho no centro da vila e assistir à vitória da nossa seleção.</div><div>Amanhã o destino é Aljezur realizando várias paragens ao longo do caminho. A distância não é muita o que nos permitirá explorar a Costa Vicentina a um ritmo calmo e tranquilo.</div><div>Estatísticas do dia:</div><div>Distância (km): 275</div><div>Abastecimentos: 0</div><div>Custo combustível (€): 0</div><div>Média C.B. L/100km: 3,8</div><div>Alimentação (€): 38,27</div><div>Alojamento (€): 29 (<a href="http://www.booking.com/hotel/pt/castilho-guest-house.pt.html?aid=311098;label=castilho-guest-house-my9pywyhKQSqJF4Qij_tHQS102834700154:pl:ta:p1:p2:ac:ap1t1:neg:fi:tikwd-23626767363:lp21255:li:dec:dm;ws=&amp;gclid=CjwKEAjw-Oy_BRDg4Iqok57a4kcSJADsuDK1P3svkaxQDsJ9rcW71rMWT_lK0KY3LJ-QC9DDPOHi5RoCZcbw_wcB">Castilho Guest House</a>)</div><div>Total (€): 67,27</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Dia 2 (Lisboa)</title><description><![CDATA[Hoje pouco há a escrever, pois o dia decorreu por Lisboa visitando o Museu da Eletricidade e o MAAT, não chegando a atravessar o Tejo para visitar a Serra da Arrábida.Como durante o almoço veio à conversa o novo espaço cultural de Lisboa, o Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia (MAAT), decidimos por lá passar, sabendo que até março as entradas são gratuitas.Aproveitando os ingressos gratuitos visitamos ainda o museu da Eletricidade, onde decorriam diferentes exposições, mas a que mais gostei<img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_e897ad5c67724832a1b42302b20de48c%7Emv2.png"/>]]></description><link>https://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/single-post/2016/10/10/Dia-2-Lisboa</link><guid>https://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/single-post/2016/10/10/Dia-2-Lisboa</guid><pubDate>Mon, 10 Oct 2016 00:04:52 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Hoje pouco há a escrever, pois o dia decorreu por Lisboa visitando o Museu da Eletricidade e o MAAT, não chegando a atravessar o Tejo para visitar a Serra da Arrábida.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_e897ad5c67724832a1b42302b20de48c~mv2.png"/><div>Como durante o almoço veio à conversa o novo espaço cultural de Lisboa, o Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia (<a href="https://www.maat.pt/pt/inicio">MAAT</a>), decidimos por lá passar, sabendo que até março as entradas são gratuitas.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_2eb79160ed354ec1a5e2af7c8c91445f~mv2_d_1632_1218_s_2.jpg"/><div>Aproveitando os ingressos gratuitos visitamos ainda o museu da Eletricidade, onde decorriam diferentes exposições, mas a que mais gostei foi a permanente, a própria Central elétrica valendo bem a pena a sua visita.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_208f60c068e046be8aa8d6b5ba3f133a~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_c93be9dba4e74543bd0937aa58506b12~mv2_d_2255_2255_s_2.jpeg"/><div>Quanto ao MAAT, valeu essencialmente pela sua arquitetura, pois acredito, que sendo um espaço recente ainda não tenha tido oportunidade de receber grandes obras. Por isso a sua visita valeu mais pelo espaço em si, do que propriamente pela sua oferta cultural.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_53595b69b94949df8fef7be51cbeb228~mv2_d_1632_1218_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_0d927e0da47a453e8adb89c6aff0e0f4~mv2_d_1632_1218_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_43f15cc502fb45b4af11337f1fd51f5a~mv2_d_1218_1632_s_2.jpg"/><div>Este espaço tem um belo terraço com uma vista soberba sobre o Tejo e consequentemente para a Ponte 25 de Abril.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_a1f20e9f42a34c63b18a8c3777f90071~mv2_d_1632_1218_s_2.jpg"/><div>À saída ainda pensamos ir ao Cabo Espichel assistir ao por do sol, mas como se avistavam lá ao longe umas nuvens intensas decidimos não arriscar tempo nem quilómetros, para talvez não conseguirmos ver nada.</div><div>Assim decidimos seguir pela marginal até Cascais, que interrompemos à passagem por Estoril, pois o sol já se escondia atráss de uma muralha de nuvens e mais valia antecipar o regresso a casa, pois o tempo começava a arrefecer bastante.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_eb18f37727064df79928f1dddc44ffe6~mv2_d_1632_1218_s_2.jpg"/><div> Tempo apenas para tirar umas fotos, abastecer e regressar a casa para jantar.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_cbe7c9ecba90403b9252fd51d52db907~mv2_d_1632_1218_s_2.jpg"/><div>Como viram hoje o dia foi muito tranquilo, bom para relaxar e deixar a NC descansar, para que amanhã já possa rolar mais uns quilómetros e levar-nos até à Costa Vicentina. </div><div>Hoje não demos o tal saltinho à margem sul para visitar a Serra da Arrábida, mas amanhã, como fica a caminho, ainda por lá passamos, seguindo depois em direção a Vila Nova de Milfontes.</div><div>Estatísticas do dia:</div><div>Distância (km): 95</div><div>Abastecimentos: 1</div><div>Custo combustível (€): 17,85</div><div>Média C.B. L/100km: 3,6</div><div>Total (€): 17,85</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Dia 1 (Coimbra &gt; Alcobaça &gt; Torres Vedras &gt; Sintra &gt; Lisboa)</title><description><![CDATA[Hoje iniciamos a nossa escapadela até ao sudoeste saindo de Coimbra em direção a Lisboa, com paragens em Alcobaça, Torres Vedras e Sintra.Já saímos um pouco tarde de Coimbra, mas mesmo assim sem grandes pressas. A NC estava pronta, toda vaidosa por poder usar novamente o seu kit de malas completo e de depósito cheio lá saímos em direção a Alcobaça, lugar onde efetuaríamos a nossa primeira paragem.Por Alcobaça apenas demos um breve passeio pelo centro histórico, aproveitando para tomar um café e<img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_ecff9221671b41b38cda99bb3b5732fa%7Emv2_d_1308_2117_s_2.png"/>]]></description><link>https://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/single-post/2016/10/09/Dia-1-Coimbra-Alcoba%C3%A7a-Torres-Vedras-Sintra-Lisboa</link><guid>https://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/single-post/2016/10/09/Dia-1-Coimbra-Alcoba%C3%A7a-Torres-Vedras-Sintra-Lisboa</guid><pubDate>Sun, 09 Oct 2016 00:42:18 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Hoje iniciamos a nossa escapadela até ao sudoeste saindo de Coimbra em direção a Lisboa, com paragens em Alcobaça, Torres Vedras e Sintra.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_ecff9221671b41b38cda99bb3b5732fa~mv2_d_1308_2117_s_2.png"/><div>Já saímos um pouco tarde de Coimbra, mas mesmo assim sem grandes pressas. A NC estava pronta, toda vaidosa por poder usar novamente o seu kit de malas completo e de depósito cheio lá saímos em direção a Alcobaça, lugar onde efetuaríamos a nossa primeira paragem.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_926b9d9daa084426b8ab6459c5218737~mv2.jpg"/><div>Por Alcobaça apenas demos um breve passeio pelo centro histórico, aproveitando para tomar um café e observar o seu belo e enorme mosteiro.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_d8b5fca022b448cd9778a364a62a661c~mv2_d_1613_1203_s_2.jpg"/><div>Seguindo viagem voltaríamos a parar em Torres Vedras, lugar que nunca tinha visitado e onde aproveitamos para repor energias. Ficamos a &quot;picnicar&quot; no bem arranjado Parque Verde da Varzea e ainda deu tempo para tomar um cafézito no motoclube de Torres Vedras.</div><div>Como começava a ficar tarde e tínhamos um concerto em Lisboa às 18h, resolvemos seguir viagem com destino a Sintra, com paragem obrigatória em Azenhas do Mar.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_5f2134ba87f84926b7859726d8446758~mv2.jpg"/><div>Depois de uma pequena caminhada pela bonita aldeia, deu tempo ainda para passar pela Praia da Maçãs e daqui seguir em direção ao Coliseu dos Recreios para assistir ao concerto de Yann Tiersen.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_1e8972fdbe464c859a9f2faf79beb42d~mv2_d_2361_1466_s_2.jpg"/><div>Depois de um belo concerto nada melhor que petiscar e conhecer novos lugares, através da &quot;<a href="http://rotadetapas.eu/">Rota das Tapas</a>&quot;, evento que decorre até dia 23/10, não só em Lisboa, mas também no Porto e Braga.</div><div>Para quem gostar de tapas é de aproveitar, pois por 3€ podem provar uma das tapas selecionadas por cada restaurante e acompanhar a mesma com uma Estrella Damm.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_75b34ff9235547edab24d5993aa780f3~mv2_d_1632_1224_s_2.jpeg"/><div>Já de barriga cheia e após uma caminhada pelas ruas mais concorridas da noite Lisboeta, era tempo de seguir viagem em direção ao último poiso.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_32d67eec39c84abb88e1a670289a17f5~mv2_d_1215_1627_s_2.jpg"/><div>Ao buscar a NC deu ainda para ver a moto do companheiro &quot;<a href="https://atrasdosolposto.wordpress.com/">Atrás do Sol Posto</a>&quot;, dono de uma bela suzuki V-strom que, para quem gostar de blogs acerca de mototurismo e viagens, tem aqui mais um belo local de partilha, deem uma vista de olhos.</div><div>Amanhã atravessaremos o rio Tejo para vadiar pela magnífica Serra da Arrábida e quiçá terminar o dia assistindo a um belo por de sol no cabo Espichel...por isso já sabem, amanhã há mais!</div><div>Estatísticas do dia:</div><div>Distância (km): 296</div><div>Abastecimentos: 1</div><div>Custo combustível (€):18</div><div>Média C.B. L/100km: 3,4</div><div>Alimentação (€): 26,4</div><div>Total (€): 44,40</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>SudOeste'16 - &quot;Roadbook&quot;</title><description><![CDATA[Apesar deste ano não conseguirmos viajar muitos dias seguidos, antes que 2016 termine e como o bom tempo parece persistir, vamos aproveitar os últimos cartuchos de outubro para dar uma pequena escapadela por aqui.Com apenas 5 dias e com muita vontade de viajar à beira mar, decidimos redescobrir a Serra de Sintra, Serra da Arrábida e parte da Costa Vicentina, percorrendo um itinerário idêntico ao de 2013 (Iberia Trip'13), a nossa primeira viagem de moto, na altura de PCX.A viagem vai decorrer em<img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_90b3f50f79104834810259821a05da08%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/single-post/2016/10/07/SudOeste16---Roadbook</link><guid>https://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/single-post/2016/10/07/SudOeste16---Roadbook</guid><pubDate>Fri, 07 Oct 2016 12:51:22 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_90b3f50f79104834810259821a05da08~mv2.jpg"/><div>Apesar deste ano não conseguirmos viajar muitos dias seguidos, antes que 2016 termine e como o bom tempo parece persistir, vamos aproveitar os últimos cartuchos de outubro para dar uma pequena escapadela por aqui.</div><div>Com apenas 5 dias e com muita vontade de viajar à beira mar, decidimos redescobrir a Serra de Sintra, Serra da Arrábida e parte da Costa Vicentina, percorrendo um itinerário idêntico ao de 2013 (Iberia Trip'13), a nossa primeira viagem de moto, na altura de PCX.</div><div>A viagem vai decorrer em modo &quot;ir à descoberta&quot;, onde não iremos seguir nenhum plano de viagem à risca, querendo apenas sair e observar o que os lugares tem para nos oferecer.</div><div>Assim:</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_4c60ba435a23425395726ed298dd6a0d~mv2.png"/><div>Dia 1 </div><div>(Coimbra &gt; Serra de Sintra &gt; Lisboa)</div><div>No primeiro dia sairemos de Coimbra em direção ao Parque Natural de Sintra e por lá andaremos sem qualquer destino específico, até o sol se esconder e nos obrigar a seguir até Lisboa.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_16994d1898b8468daaa143c220c58045~mv2.png"/><div>Dia 2</div><div>(Lisboa &gt; Serra da Arrábida &gt; Lisboa)</div><div>No segundo dia pretendemos dar um passeio pela margem sul de Lisboa, explorando a Serra da Arrábida e talvez visitar o Cabo Espichel.</div><div>Regressaremos a Lisboa, lugar onde pernoitamos mais uma noite.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_2f31e5208b4f481a967b3e7982e1a145~mv2.png"/><div>Dia 3</div><div>(Lisboa &gt; Porto Covo &gt; V.N. Milfontes)</div><div>No terceiro dia deixaremos a capital para trás e seguimos em direção ao sul, sempre a beirar o Atlântico, até alcançar a bela Costa Vicentina.</div><div>Por aqui contamos realizar várias paragens, à medida que a paisagem assim nos obrigue...ou seja, serão muitas as paragens neste percurso, com certeza.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_299162f9e3fa4cfab0955d3fe60dc36f~mv2.png"/><div>Dia 4</div><div>(V.N. Milfontes &gt; Odeceixe &gt; Aljezur)</div><div>Já em plena Costa Vicentina o que mais desejamos é rolar devagar e deixar que as belas paisagens nos absorvam a mente.</div><div>Queremos visitar algumas praias e sem dúvida comer umas apetitosas migas em pleno Alentejo.</div><div>Iremos dormir por Aljezur, próximo da praia da Amoreira, onde há três anos atrás ficamos acampados com a nossa PCX.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_4c950f0d5bfa484f9f105386f5587869~mv2.png"/><div>Dia 5</div><div>(Aljezur &gt; Montargil &gt; Coimbra)</div><div>Este será o nosso último dia de viagem e consequentemente, o regresso a casa.</div><div>Queremos desfrutar ao máximo este último dia e aproveitar para conhecer novos lugares.</div><div>Confesso que desconheço a zona central do Alentejo e talvez retornemos por Monchique, Ourique, Ferreira do Alentejo, apanhando a N2 em Castro Verde para seguir até próximo de Coimbra.</div><div>Sei que os quilómetros serão muitos, mas nada que já não tenhamos feito anteriormente. </div><div>Este dia fica assim em aberto, dependente da nossa boa vontade.</div><div>&quot;Roadbook&quot;</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_89d35b38e5a243a693e8dcc6be13c65b~mv2_d_2097_1430_s_2.png"/></div>]]></content:encoded></item><item><title>Sigue La Mancha'16 - Estatísticas Finais</title><description><![CDATA[Depois do regresso a casa e tal como prometido partilho convosco neste último post, referente à viagem "Sigue La Mancha" algumas conclusões deste passeio, assim como partilharei alguns dados estatísticos.A ideia inicial desta viagem era seguir até aos Picos da Europa e finalmente ter a oportunidade de visitar aquele lugar fantástico, mas a imprevisibilidade das condições climatéricas e a redução do tempo disponível, fez com que passássemos a um plano B e seguíssemos para sul, na esperança de<img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_b88b60b6665b47f19a5b6d65578f79c5%7Emv2.png/v1/fill/w_682%2Ch_498/bc006f_b88b60b6665b47f19a5b6d65578f79c5%7Emv2.png"/>]]></description><link>https://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/single-post/2016/06/24/Sigue-La-Mancha16-Estat%C3%ADsticas-Finais</link><guid>https://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/single-post/2016/06/24/Sigue-La-Mancha16-Estat%C3%ADsticas-Finais</guid><pubDate>Fri, 24 Jun 2016 14:01:55 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Depois do regresso a casa e tal como prometido partilho convosco neste último post, referente à viagem &quot;Sigue La Mancha&quot; algumas conclusões deste passeio, assim como partilharei alguns dados estatísticos.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_b88b60b6665b47f19a5b6d65578f79c5~mv2.png"/><div>A ideia inicial desta viagem era seguir até aos Picos da Europa e finalmente ter a oportunidade de visitar aquele lugar fantástico, mas a imprevisibilidade das condições climatéricas e a redução do tempo disponível, fez com que passássemos a um plano B e seguíssemos para sul, na esperança de apanhar bom tempo e aproveitar ao máximo o pouco tempo que tínhamos para poder rolar.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_1387a87ad3744f8ba558335366020f45~mv2_d_2048_1529_s_2.jpg"/><div>Como foi tudo decidido em cima da hora, apenas deu tempo de olhar para o mapa, ver que cidades gostaríamos de visitar, ler um pouco acerca delas e traçar uma rota. Como La Mancha era um lugar que queríamos visitar devido à grandiosa obra de Cervantes, Dom Quixote, decidimos que faríamos o sacrifício de rolar mais uns quilómetros e assim podíamos finalmente conhecer aquelas belas paisagens outrora imaginadas.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_01a4c233c0cf480387d3296cde93bf04~mv2.jpg"/><div>Os restantes locais que ficaram sinalizados no mapa, apesar da minha namorada já conhecer algumas destas cidades foram: Córdoba, Nerja, Granada, Toledo e Segóvia. O que dava cerca de 2000 quilómetros em apenas 4 dias...tínhamos desafiou, tal como eu gosto.</div><div>Mas como prevíamos, o tempo foi demasiadamente curto para tudo aquilo que queríamos visitar e conhecer, recomendando a quem queira fazer um passeio por esta zona tirar pelo menos uns 7/8 dias. Pois as cidades são relativamente grandes e perdemos à vontade um dia inteiro a visitá-las. Ou seja, a opção mais sensata seria permanecer pelo menos dois dias em cada uma delas, ou pelo menos chegar bem cedinho à cidade e por lá pernoitar.</div><div>Se houve locais em que conseguimos desfrutar bem o tempo foi em: Córdoba, Argamasilla de Alba, Alcázar de San Juan, Consuegra e Segóvia. Locais que por si só justificaram esta viagem, principalmente a bonita cidade de Córdoba e os famosos &quot;gigantes&quot; de Consuegra.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_6d89ff1095bb4c48a367d7f84511b973~mv2.jpg"/><div>Por sua vez, em Granada não conseguimos ver, nem conhecer a cidade como desejávamos, valendo a passagem por esta cidade pelo avistamento da Serra Nevada e excelente jantar que por lá degustamos. Esta é sem dúvida uma cidade que merece o regresso, com mais tempo e agora com o conhecimento de reservar previamente os bilhetes para visitar a Alambra.</div><div>Como perdemos mais tempo por La Mancha tivemos também que passar ao lado de Toledo e deixar a sua visita para novo regresso a Espanha, mas conseguimos finalmente conhecer Segóvia, cidade que já há muito via a sua visita adiada e que merece sem dúvida uma paragem.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_77e3eda2b9814c8ab67953f8f10e1b04~mv2.jpg"/><div>Para esta viagem estabelecemos um plafond de 300€ e como muitos ainda continuam a achar que viajar é caro, partilho uma vez mais convosco, todos os números deste passeio, na esperança de conseguir arrancar do sofá os mais céticos.</div><div>Estatísticas Finais:</div><div>Dias: 4</div><div>Distância (Km): 2020 quilómetros</div><div>Abastecimentos: 8</div><div>Custo combustível (€): 107,63</div><div>Média (L/100km): 4,15</div><div>Média mais baixa (L/100km): 3,9</div><div>Média mais alta (L/100km): 4,7</div><div>Alimentação (€): 91,95</div><div>Dormida (€): 65</div><div>Souvenirs (€): 15</div><div>Bilhetes (€): 15</div><div>Total (€): 294,58</div><div>Conclusões Finais</div><div>Desde o início sabíamos que seriam muitos quilómetros para percorrer em tão poucos dias, mas mesmo assim decidimos partir, pois ficar em casa não era opção.</div><div>Tínhamos fome de quilómetros e queríamos aproveitar ao máximo os poucos dias que tínhamos, dando neste pequeno passeio para conhecer novos lugares, tirar muitas fotos, testar a nova suspensão da NC, com as suas novas malas laterais, apanhar sol, ver o Mar Mediterrâneo, avistar a Serra Nevada, estar com os amigos e tudo isto sem gastar muito.</div><div>Como viram, deu para cumprir o orçamento estabelecido, com um custo médio diário de 74€. Custo mínimo que podem considerar numa viagem deste género, contando dormida, alimentação para duas pessoas e combustível. Claro que há sempre coisas onde se consegue poupar, como nos souvenirs e na alimentação, evitando restaurantes à hora do almoço e optar por supermercados, por exemplo, mas isso já dependerá da disposição de cada um e do orçamento.</div><div>Tudo correu conforme o planeado, à exceção de não conseguirmos visitar Toledo e visitar Granada devidamente. No final desta viagem regressamos com o sentimento que soube a pouco e ansiamos por uma nova oportunidade para poderemos rolar e conhecer outros lugares.</div><div>Já a NC, por mais incrível que pareça conseguiu ficar mais cara na &quot;alimentação&quot; que os donos, gastando mais ela em combustível, que nós em alimentação, mas mesmo assim, considero que teve um ótimo desempenho tendo em conta o andamento e o peso que carregou durante estes dias.</div><div>Fiquei bastante satisfeito por finalmente ter conseguido testar a nova suspensão, com o peso extra das malas laterais e pendura, notando desde logo um melhoramento no conforto geral da mota, não me prenunciando em demasia agora sobre este assunto, pois mais à frente e com mais quilómetros rodados pretenderei deixar um melhor feedback num novo post.</div><div>Deixo agora abaixo algumas fotos desta viagem, com a promessa de em breve editar também um pequeno vídeo desta viagem:</div><div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_01a4c233c0cf480387d3296cde93bf04~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_b88b60b6665b47f19a5b6d65578f79c5~mv2.png"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_ef30b29ae1d0406ca847b1157c29596e~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_d6b7a1c962ca4ed2b8b5ce8527c0ec79~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_1387a87ad3744f8ba558335366020f45~mv2_d_2048_1529_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_e8e6f3b2eec24488b8605a4067f49192~mv2.png"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_49c49c1a5f734386b78a33bfc38f3129~mv2_d_1632_1218_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_bdf2b6f62e074971b2623827db7ba4c8~mv2_d_2272_4032_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_8344b3cb19af484f88f27f504240f6db~mv2_d_4032_2272_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_4c5a9bc8542d4c46a26650708823ef36~mv2_d_1664_2672_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_cfabe54d780e4bd0931b5ec569437533~mv2_d_3035_2052_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_cfec159b34f441f1a9e47bc442c934b0~mv2_d_2272_3839_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_e0f75524cd26482ead7256d12658ebda~mv2_d_2147_3809_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_212467dedad147b992b6d861928d60ca~mv2_d_2799_2199_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_ded79ed49142487089ea11058e6f84b8~mv2_d_2217_3935_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_aa7f2c97ee5d466cb5fa03d6c38a3411~mv2_d_4000_3000_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_5dba8e2fd3864a9abbd165f959c78432~mv2_d_2272_4032_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_bbc7539f2abb4e2ba9803959dfaa9757~mv2_d_2217_3935_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_05feef223ef5413fb6960f05377bdce0~mv2_d_3831_2159_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_78b043a07ace441d9b1507efa14d99ab~mv2_d_2480_2109_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_c0d4cfe35ce74ab897a10b1ff69cddef~mv2_d_2231_3959_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_882ec42224a14a23a280fc0f97569a61~mv2_d_2527_1887_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_fd98caadd29c4f2d8ed409a5bde44fd2~mv2_d_2592_1936_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_e295d366faf544439113512d5f98854e~mv2_d_2272_4032_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_37b2cdbaebec4b8cba0b8c73208761c6~mv2_d_1909_2557_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_a06ca4a8bfc8479c877ef73029b8a794~mv2_d_2272_4032_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_dab3f7dec5cc4b398d7c1b9b9251b75a~mv2_d_1632_1218_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_2ac7445ce80840708629e89a5af4ac3a~mv2_d_1632_1223_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_6ee764c98f944837a1bc01e985baef30~mv2_d_1875_2511_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_30b36c3a4c9f4c878d38089742497a52~mv2_d_4032_2272_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_2ad3d88d91124458b8b92b0b78be9cd1~mv2_d_2272_4032_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_30b0374131c8490d94346510ef750e7a~mv2_d_3889_2191_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_d7254101aa374064ad95407a0206e496~mv2_d_2272_4032_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_8149a3a657bb4608a406cb72cd49505c~mv2_d_2272_4032_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_f9999c84c36e47d08b6f772f210e629f~mv2_d_4032_2272_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_b839c64be0494475a9ec11fd5a1bc118~mv2_d_4032_2272_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_3104c673eaa64dd8b3c1d9133f24b937~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_7b92a0d4ee294c1998af24056563040f~mv2_d_3529_1957_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_6a9f0c2c88dd44bdb7c0ec538dc1578f~mv2_d_2249_1932_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_63c263786645419cb9ad7184997be837~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_268f056915ce43f2b36a2e93670f8805~mv2_d_2855_1616_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_1c864b15d4fd4102ad9b5fdc494393eb~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_4a4615a22f184312a64f13ae6930fbb8~mv2_d_4032_2272_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_2f503faddf1348338db27bb127bf795b~mv2_d_1632_1218_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_fac43352a40d4d778f17008d0f010d0e~mv2_d_2592_1936_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_fa74f5182c404bedb18f94a51a7c3953~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_681d7aeaa5544796a392302b5d4a91e5~mv2_d_2592_1936_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_9d74de88d3ca4d0f8fb262a635f00308~mv2_d_2272_4032_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_eecffd028c1741c7b7fe0dc4ed7e4551~mv2_d_3665_1893_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_011d6a0881b648238f55d75cc1831f14~mv2_d_2171_3855_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_81af6972b67744d2a8cf06cb565edbf7~mv2_d_2237_3971_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_bfa0b041dcfe4f4991f05453afca6340~mv2_d_4032_2272_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_5c4101f4ed2e44fcb7b053d0c4cbe0c1~mv2_d_2231_3959_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_11419eb8d49f41bebfbd15852a4b0963~mv2_d_3935_2217_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_87aa72d5cf0141d1ad71432c3453ad62~mv2_d_2592_1936_s_2.jpg"/></div><div>Esperamos que tenham gostado deste pequeno passeio e aguardamos ansiosamente pela próxima viagem na vossa companhia...até já!</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Dia 4 (Alcobendas &gt; Segóvia &gt; Coimbra)</title><description><![CDATA[Hoje saímos de Alcobendas para o nosso último dia de viagem, com direito a passagem por Segóvia.Estava uma manhã bem agradável para rolar e já saindo um pouco tarde seguimos pela M-607 subindo até cerca de 1900m de altitude, pelo Parque Regional de la Cuenca Alta del Manzanares. Belo lugar, para uma escapadela à caótica cidade de Madrid, que deduzo ser local de escape para muitos dos seus habitantes.Curva apertada à esquerda, curva apertada à direita, montanha acima, montanha abaixo, finalmente<img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_d8460bf1a24c423db3cc3bb1f8f41597%7Emv2.png"/>]]></description><link>https://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/single-post/2016/06/04/Dia-4-Alcobendas-Seg%C3%B3via-Coimbra</link><guid>https://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/single-post/2016/06/04/Dia-4-Alcobendas-Seg%C3%B3via-Coimbra</guid><pubDate>Sat, 04 Jun 2016 00:33:17 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Hoje saímos de Alcobendas para o nosso último dia de viagem, com direito a passagem por Segóvia.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_d8460bf1a24c423db3cc3bb1f8f41597~mv2.png"/><div>Estava uma manhã bem agradável para rolar e já saindo um pouco tarde seguimos pela M-607 subindo até cerca de 1900m de altitude, pelo Parque Regional de la Cuenca Alta del Manzanares. Belo lugar, para uma escapadela à caótica cidade de Madrid, que deduzo ser local de escape para muitos dos seus habitantes.</div><div>Curva apertada à esquerda, curva apertada à direita, montanha acima, montanha abaixo, finalmente chegamos a Segóvia, cidade declarada Património da Humanidade, pela UNESCO.</div><div>Deixamos a NC À entrada da cidade, num estacionamento reservado apenas a motociclos (onde eu gostava de ver estes lugares...) e partimos à descoberta da cidade, que prometia.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_95f4676bf23e4704b4d1d9bcadecfcc5~mv2_d_1632_1218_s_2.jpg"/><div>Iniciamos a passeata pelo belo aqueduto romano, majestoso e muito bem preservado, tratando-se quase como de um bilhete de entrada, irrecusável, de visita à sua sua bela cidade de acolhimento.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_4a4615a22f184312a64f13ae6930fbb8~mv2_d_4032_2272_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_3fdfcc5c9e23464985b0cb03b46dab4a~mv2_d_1632_1218_s_2.jpg"/><div>Quem o avistar, mesmo que, lá &quot;do longe&quot;, garanto que vai ter vontade de prosseguir pelas ruelas que aqui se iniciam e descobrir o resto do local.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_77e3eda2b9814c8ab67953f8f10e1b04~mv2.jpg"/><div>Do aqueduto seguimos para a Catedral, que, depois de avistar inúmeras por todo o país, sempre nos conseguem surpreender pela sua grandiosidade e beleza, muito bem trabalhadas e cheias de história arquitetónica, deixando-nos sempre a imaginar, como outrora ergueram estas obras.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_fc1c33950db14cda99a9d69544488395~mv2_d_4032_2272_s_2.jpg"/><div>Daqui continuamos caminho abaixo em direção ao <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Alc%C3%A1zar_de_Seg%C3%B3via">Alcázar de Segovia</a><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Alc%C3%A1zar_de_Seg%C3%B3via">, onde os nossos amigos nos tinham recomendado visitar principalmente a torre Torre de João II.</a></div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_f2c5c2398478438ebfbf51cd12b9d67c~mv2_d_2272_4032_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_574e5b24c80c47f2b4cb728a51eb015b~mv2_d_4032_2272_s_2.jpg"/><div>Infelizmente, aqui chegados, as entradas parra a torre estavam &quot;cerradas&quot;, em manutenção, obrigando-nos a contemplar aquela obra apenas do solo.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_1c864b15d4fd4102ad9b5fdc494393eb~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_834592c968a24fe8b5a5514224b04b5d~mv2_d_4032_2272_s_2.jpg"/><div>A cidade tem imensas ruelas com vários restaurantes e comércios, dando vontade de por aqui deambular aleatoriamente, sem pensar no tempo.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_cca1496de3f543f1a7338084d3a6f047~mv2_d_2272_4032_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_1d193c09c7ee48c5a6adb1c6c022afc4~mv2_d_2272_4032_s_2.jpg"/><div>E quando finalmente paramos e olhamos para o tempo, já eram cerca das 16h e ainda tínhamos cerca de 500km para fazer.</div><div>Deixamos a cidade seguindo para Salamanca e numa paragem em Ávila para abastecer, na conversa com um motociclista espanhol que vinha do Porto, ficamos a saber que havia imenso trânsito e muita &quot;guardia civil&quot; na estrada. Perguntei-lhe se chovia e disse que não, mas que as previsões davam chuviscos para aquela zona.</div><div>Arriscamos e seguimos estrada sem colocar os impermeáveis. Lá ao fundo víamos relâmpagos e nuvens negras bem carregadas, mas na direção de Salamanca tudo parecia limpo...sorte a nossa.</div><div>Chegados a Salamanca confirmamos o trânsito intenso e começavam a cair os primeiros chuviscos, mas mesmo assim prosseguimos sem parar.</div><div>Antes de atravessar a fronteira última paragem para abastecer e vestir mais alguma roupa porque estava bastante vento e começava a ficar bastante frio.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_c60a1a7f0392449c9b9d88f2be2fb923~mv2.jpg"/><div>A partir daqui foi sempre a rolar, até finalmente chegar a casa, perfazendo no dia de hoje 575km.</div><div>Agora é tempo de recuperar e prometo que assim que tiver mais tempo partilharei mais fotos, um pequeno vídeo e tentarei escrever umas considerações finais acerca desta viagem.</div><div>Aproveito desde já para agradecer àqueles que nos acompanharam nestes dias...foi bom viajar na vossa companhia, obrigado! E até a próxima viagem ;)</div><div>Estatísticas do dia:</div><div>Distância (km): 575,16</div><div>Abastecimentos: 2</div><div>Custo combustível (€): 28,05</div><div>Média C.B. L/100km: 4,7</div><div>Alimentação (€): 10,05</div><div>Souvenirs (€): 5,5</div><div>Total (€): 43,60</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Dia 3 (Granada &gt; Argamasilla de Alba &gt; Alcázar de San Juan &gt; Consuegra &gt; Alcobendas)</title><description><![CDATA[Terceiro dia de viagem, dia de alcançar finalmente La Mancha e a "Ruta de Don Quijote".Como ontem já tínhamos chegado tarde a Granada, reservamos hoje o período de manhã para podermos ir a "Alambra" que fica num planalto sobre a cidade e é uma das atrações turísticas mais visitadas em Espanha. Vamos nós todos contentes em direção à cidade muralhada quando observamos uma fila enorme de pessoas a recolher bilhetes já previamente reservados online e pensámos que se ali ficássemos teríamos que<img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_79320c723dc04071b33e905643b1b545%7Emv2.png"/>]]></description><link>https://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/single-post/2016/06/03/Dia-3-Granada-Argamasilla-de-Alba-Alc%C3%A1zar-de-San-Juan-Consuegra-Alcobendas</link><guid>https://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/single-post/2016/06/03/Dia-3-Granada-Argamasilla-de-Alba-Alc%C3%A1zar-de-San-Juan-Consuegra-Alcobendas</guid><pubDate>Fri, 03 Jun 2016 00:15:43 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Terceiro dia de viagem, dia de alcançar finalmente La Mancha e a &quot;Ruta de Don Quijote&quot;.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_79320c723dc04071b33e905643b1b545~mv2.png"/><div>Como ontem já tínhamos chegado tarde a Granada, reservamos hoje o período de manhã para podermos ir a &quot;<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Alhambra">Alambra</a>&quot; que fica num planalto sobre a cidade e é uma das atrações turísticas mais visitadas em Espanha. </div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_4ebba9e232034c09a03e7a3000f10e71~mv2.jpg"/><div>Vamos nós todos contentes em direção à cidade muralhada quando observamos uma fila enorme de pessoas a recolher bilhetes já previamente reservados online e pensámos que se ali ficássemos teríamos que dedicar o dia quase que exclusivamente àquele espaço, pois é enorme e tem imensas coisas interessantes no seu interior para ver, desde o Palácio de Carlos V, aos jardins Generalife e o bairro do Albaicín.</div><div>Como não queríamos pagar cerca de 14€ por pessoa para a visita completa e andar a correr e não apreciar nada, prometemos a nós mesmos que voltaríamos a Granada em breve, para visitar a &quot;<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Alhambra">Alambra&quot;</a>tal como merece, pois subestimamos esta cidade e sem dúvida que merece mais de um dia de visita, no mínimo.</div><div>Assim, já perto das 11h tomamos a decisão difícil de deixar aquele belo lugar, mas com a promessa de em breve voltarmos e seguirmos para La Mancha em busca dos &quot;gigantes&quot; de Dom Quixote e entrar nos cenário líricos, outrora imaginados.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_2ac7445ce80840708629e89a5af4ac3a~mv2_d_1632_1223_s_2.jpg"/><div>A primeira paragem seria Argamasilla de Alba, &quot;pueblo&quot; da província de Ciudad Real e que acolhe &quot;supostamente&quot; a casa onde se diz, que Cervantes iniciou o seu famoso livro, agora convertido no &quot;Museo Casa De Medrano&quot;.</div><div>Avistamos pela primeira vez a sinalética da &quot;Ruta de Don Quijote&quot; e estávamos finalmente na retaguarda de Dom Quixote e do seu companheiro Sancho, prontos para seguir viagem por La Mancha.</div><div>Infelizmente tivemos logo uma segunda surpresa, a habitação estava encerrada e assim começamos logo por não conseguir ver a &quot;&quot;Cueva de Medrano, espaço onde Cervantes esteve supostamente preso.</div><div>Por aqui fizemos uma pausa para comer qualquer coisa e decidimos prosseguir para os campos dos moinhos. Apesar de existirem vários campos de moinhos na zona, os selecionados por nós foram: Campo de Criptana, Alcázar de San Juan e Consuegra.</div><div>Iniciámos a visita por Alcázar de San Juan e daqui avistamos ao longe o Campo de Criptana. Como aqui perdemos algum tempo em ensaios de fotográficos decidimos seguir para Consuegra ((os mais famosos e turísticos) sem ir ao Campo de Criptana.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_b93317bd8a5a42a5a9769ac9bace188e~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_fe4135eb85b0403cb1dea8d449695207~mv2_d_2272_4032_s_2.jpg"/><div>Chegados a Consuegra, ficamos encantados com estes &quot;gigantes&quot;, mas ao contrário dos anteriores onde não havia turistas, aqui haviam excursões e muito mais gente.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_a0180f80caf74f7fa997e9c6efbd9538~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_accb240a5b034ba6bece64b66cd36db5~mv2.jpg"/><div>Entramos num dos moinhos e conversa puxa conversa com a senhora responsável pelo local e lá nos deixou visitar o moinho e subir ao topo para avistar a bela paisagem sem pagar (o português arranja sempre forma de se orientar).</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_f6102affd2cd410ea3787f51c86ed71a~mv2.jpg"/><div>Como por aqui perdemos a noção do tempo, quando deixamos Consuegra já era bastante tarde, obrigando-nos a esquecer a ideia de visitar Toledo e daqui seguir direto para Madrid, pois os amigos esperavam-nos para jantar e já chegaríamos lá por volta das 21h.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_63c263786645419cb9ad7184997be837~mv2.jpg"/><div>A partir daqui foi praticamente seguir a &quot;Autovía&quot; até Madrid, com os belos cenários de La Mancha no nosso pensamento, agora preenchido com imagens reais.</div><div>Percorremos cerca de 570km e o cansaço já começa a acumular-se em nós. Com mais tempo, hoje a opção sensata teria sido ficar em Granada e visitar devidamente a cidade, mas com o tempo limitado e o querer conhecer vários lugares, a isto nos obriga,</div><div>Se um dia pensarem realizar este percurso, dediquem pelo menos mais um dia para visitar Córdova e um outro Granada, pois não se vão arrepender. </div><div>Amanhã saímos para o nosso último dia e tínhamos como opção visitar Segóvia ou Toledo. Optámos por seguir via Segóvia e deixar Toledo para uma próxima visita aos nossos amigos &quot;madrileños&quot;, assim já temos uma desculpa para nova escapadela à cidade.</div><div>Estatísticas do dia:</div><div>Distância (km): 569,69</div><div>Abastecimentos: 2</div><div>Custo combustível (€): 25,28</div><div>Média C.B. L/100km: 4</div><div>Alimentação (€): 19,70</div><div>Souvenirs (€): 4</div><div>Total (€): 48,98</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Dia 2 (Villanueva del Rey &gt; Córdova &gt; Nerja &gt; Granada)</title><description><![CDATA[Eram hoje cerca de 10h quando estávamos a abandonar o hotel em direção a Córdova, para dar início a mais um dia de viagem.De Villanueva del Rey a Córdova foram cerca de 50 minutos, como ontem já tinha andado a ver no google mapas um sítio porreiro para deixar a mota, foi tranquilo chegar à cidade via sul e deixar a NC num belo sítio à sombra próximo da "Torre de la Calahorra".O roteiro estava traçado e teria início atravessando a "Puente Romano", em direção ao "Alcázar de los Reyes Cristianos",<img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_a43d3bd83975462498c67be26b076c66%7Emv2.png"/>]]></description><link>https://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/single-post/2016/06/02/Dia-2-Villanueva-del-Rey-C%C3%B3rdova-Nerja-Granada</link><guid>https://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/single-post/2016/06/02/Dia-2-Villanueva-del-Rey-C%C3%B3rdova-Nerja-Granada</guid><pubDate>Thu, 02 Jun 2016 00:45:34 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Eram hoje cerca de 10h quando estávamos a abandonar o hotel em direção a Córdova, para dar início a mais um dia de viagem.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_a43d3bd83975462498c67be26b076c66~mv2.png"/><div>De Villanueva del Rey a Córdova foram cerca de 50 minutos, como ontem já tinha andado a ver no google mapas um sítio porreiro para deixar a mota, foi tranquilo chegar à cidade via sul e deixar a NC num belo sítio à sombra próximo da &quot;Torre de la Calahorra&quot;.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_f34baef3d6f64239a1a7d270e4967096~mv2_d_1632_1218_s_2.jpg"/><div>O roteiro estava traçado e teria início atravessando a &quot;Puente Romano&quot;, em direção ao &quot;Alcázar de los Reyes Cristianos&quot;, &quot;Los Patios del Alcázar Viejo&quot;, &quot;Murallas y Puertas de Almodovar&quot;, Calle Judios&quot;, &quot;Mesquita-Catedral de Córdova&quot;, &quot;Calleja de las Flores&quot; e &quot;Plaza del Potro&quot;. Ou seja, esperavam-nos cerca de uns 5km de caminhada pelo centro histórico da cidade.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_9624cd4bf4414cb485bd8e580333f34c~mv2_d_1632_1218_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_4ccd602a3d3443418a730294b23e87d5~mv2_d_1632_1218_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_6a33610092534fbd87d7a3e9ef796f77~mv2_d_1632_1218_s_2.jpg"/><div>Deste roteiro apenas entramos e visitamos os belos pátios de &quot;Alcázar Viejo&quot;, que desde já recomendo, pois são pátios de casas particulares carregados de história e de muito amor por parte dos seus proprietários. Todos eles muito simpáticos e acolhedores, em que todos os anos concorrem para obter o melhor pátio do bairro.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_683c5a53ac4e4a7984fc676415cbc2b2~mv2_d_1632_1218_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_923bc5525b474d5ea16e42e63728b48d~mv2_d_1218_1632_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_01aaae4a220f47019a212a107e7f6d67~mv2_d_1218_1631_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_04f0b51959df4423badd9bc600bc17d6~mv2_d_1218_1632_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_0ff14f7eed834fb9857ca750400aae93~mv2_d_1218_1632_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_30614818bf344f969c875bab084b14d1~mv2_d_1218_1632_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_bade9487eb614d0f8249627b341620e4~mv2_d_1218_1632_s_2.jpg"/><div>Como por aqui perdemos algum tempo, tivemos que optar por desistir de visitar a enorme Catedral de Córdova, mas as pessoas na fila eram imensas e por lá iríamos perder talvez mais umas 2h.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_b91bb48d7cca48df8c46331bff9d9fa0~mv2_d_1218_1632_s_2.jpg"/><div>Prosseguimos a caminhada até à &quot;Plaza del Potro&quot; para aí visitar a antiga e típica &quot;Posada del Potro&quot;, referida na obra Dom Quixote, de Cervantes, mas que agora está convertida num museu dedicado ao Flamenco.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_37e6d219d2ea4eb183669d74ef606b96~mv2_d_1632_1218_s_2.jpg"/><div>Findo o roteiro, era hora de almoçar e descansar um pouco antes de prosseguir viagem.</div><div>Eram já cerca das 15:45h quando abandonamos Córdova e seguimos para Sul, em direção a Nerja. O calor apertava e quase uma hora depois éramos obrigados a parar para nos hidratarmos. à medida que rolávamos para sul íamos deixando para trás as paisagens áridas e agrícolas, para agora começarmos a avistar lá ao longe os montes do &quot;Parque Natural de las Sierras Subbéticas&quot;, próximo de Lucena. </div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_f9936e61146247e19be21f48bfaabc0d~mv2_d_1632_1218_s_2.jpg"/><div>Continuávamos pela A-45 num sobe montanha, desce montanha, até que a temperatura começava a ficar mais amena e bem mais agradável, já próximo de Málaga, ao passar pelo &quot;Parque Natural Montes de Málaga&quot;. Aqui a estrada descia bastante, o que até era bom para compensar os consumos da NC e seguimos viagem até à N-304, nacional que beirava o Mar Mediterrâneo.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_1d0d16def1274bbe9edda17767eec75e~mv2_d_1632_1218_s_2.jpg"/><div>Chegados aqui, sinceramente arrependemos-nos um pouco, pois como a estrada atravessava as cidades costeiras, havia algum trânsito, bastantes semáforos e lombas ao longo da via. Depois a estrada não era assim tão interessante, pelo menos até Nerja e as vistas não superaram as expectativas.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_b84a1804c9ec4bd48c86a1111a303308~mv2_d_1632_1218_s_2.jpg"/><div>As praias daqui também não nos agradaram minimamente e não conseguiram demover-nos de querer prosseguir viagem sem parar.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_f31fdae0a299472dba9b6850134e8cc4~mv2_d_1632_1218_s_2.jpg"/><div>Como rolamos muito lentamente até chegar a Nerja, apenas quisemos parar um pouco junto ao mar, apreciando por lá os muitos turistas ingleses e reprogramar o gps para seguir viagem até Granada pela via mais rápida, pois prosseguindo pela N-304 seria custoso.</div><div>Apanhámos assim a A-7 e depois a A-44, obtendo a partir destas estradas uma visão bem mais periférica da costa e sinceramente bem mais agradável que a nacional junto ao mar. Lá do alto pareceu-nos que a N-304 melhoraria a partir de Maro, mas para nós já chegava de nacionais por hoje.</div><div>Prosseguindo pela A-44 conseguíamos avistar à nossa direita a majestosa &quot;Sierra Nevada&quot;, acompanhando-nos até à chegada de Granada.</div><div>Chegámos a Granada por volta das 21:00h, dando tempo para arrumar as coisas, tomar um banho e sair para um breve passeio pela cidade. Como anoiteceu já não tiramos fotos, deixando para amanhã de manhã a visita à Alhambra e assim, aproveitamos para ir comer algo a sério desta vez.</div><div>Perdemos a cabeça e experimentamos uma Paella de arroz negro, num simpático e bem arranjado restaurante, &quot;Messon Botafumeiro&quot;, que tivemos a sorte de encontrar, ao acaso e já desesperando, mas que nos surpreendeu, quer pela simpatia, oferecendo-nos umas entradas, quer pelas doses bem generosas e gostosas.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_a0acf3930ffc4e23a685777df5fa4233~mv2_d_1632_1218_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_2f503faddf1348338db27bb127bf795b~mv2_d_1632_1218_s_2.jpg"/><div>Quanto aos preços, dos diversos restaurantes que andamos a ver previamente até tinha valores mais baixos, por isso saímos de lá satisfeitos.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_abec2ea5ca6744d18c17037a35ce671f~mv2_d_1632_1218_s_2.jpg"/><div>Amanhã espera-nos um novo dia e começamos a seguir o caminho de La Mancha, rumo aos &quot;gigantes&quot; de Dom Quixote. Toledo merecerá também uma vista, antes de seguir para Alcobendas, para visitar os amigos. Por isso agora é tempo de um merecido descanso.</div><div>Estatísticas do dia:</div><div>Distância (km): 381,69</div><div>Abastecimentos: 2</div><div>Custo combustível (€): 26,10</div><div>Média C.B. L/100km: 3,9</div><div>Alimentação (€): 61</div><div>Souvenirs (€): 5,5</div><div>Bilhetes (€): 15</div><div>Dormida (€): 35</div><div>Total (€): 142,6 (hoje foi tudo à grande:)</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Dia 1 (Coimbra &gt; Mérida &gt; Villanueva del Rey)</title><description><![CDATA[Hoje iniciamos a nossa viagem rumo a La Mancha saindo de Coimbra em direção a Villanueva del Rey.Já saímos de Coimbra mais tarde que o previsto, pois ainda tive que colocar uns pneus novos na NC antes de sair e assim tivemos que fazer algumas alterações de percurso neste primeiro dia.Se inicialmente estava definido parar em Badajoz para por lá merendar, como já saímos depois das 11h, antes mesmo de chegar à fronteira já a fome apertava e assim decidimos parar pelo Alentejo para recarregar<img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_ae55cd65176148508b8331f38e3405a4%7Emv2.png"/>]]></description><link>https://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/single-post/2016/06/01/Dia-1-Coimbra-M%C3%A9rida-Villanueva-del-Rey-1</link><guid>https://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/single-post/2016/06/01/Dia-1-Coimbra-M%C3%A9rida-Villanueva-del-Rey-1</guid><pubDate>Tue, 31 May 2016 23:39:47 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Hoje iniciamos a nossa viagem rumo a La Mancha saindo de Coimbra em direção a Villanueva del Rey.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_ae55cd65176148508b8331f38e3405a4~mv2.png"/><div>Já saímos de Coimbra mais tarde que o previsto, pois ainda tive que colocar uns pneus novos na NC antes de sair e assim tivemos que fazer algumas alterações de percurso neste primeiro dia.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_1387a87ad3744f8ba558335366020f45~mv2_d_2048_1529_s_2.jpg"/><div>Se inicialmente estava definido parar em Badajoz para por lá merendar, como já saímos depois das 11h, antes mesmo de chegar à fronteira já a fome apertava e assim decidimos parar pelo Alentejo para recarregar baterias.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_9b10bae8540d4650b89f43215e345a98~mv2.jpg"/><div>Já de barriga cheia decidimos prosseguir, não parando em Badajoz, que ficava a cerca de 30 minutos de nós, mas continuar rolando por mais tempo e parar apenas em Mérida.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_e8e6f3b2eec24488b8605a4067f49192~mv2.png"/><div>É certo que o tempo não jogava a nosso favor, menos ainda quando atravessamos a fronteira e perdemos logo uma hora, pela diferença do fuso horário, mas pelo menos o dia estava bem composto e estava ótimo para rolar.</div><div>Se um dos objetivos desta viagem era fugir ao mau tempo, sem dúvida que tomar o sul foi uma decisão mais que acertada.</div><div>Nas estradas também não havia muito trânsito e assim seguimos até Mérida tranquilamente, pelas gratuitas auto vias espanholas.</div><div>À chegada de Mérida o calor fazia-se sentir, com o termómetro a marcar os 30ºC tivemos aqui finalmente, um pequeno cheirinho a verão.</div><div>Por lá decidimos visitar o centro histórico, fazendo umas passagens rápidas pela &quot;Puente romano&quot;, &quot;Basílica de Santa Eulalia&quot;, &quot;Puente Lusitania&quot;, &quot;Muralla de la Alcazaba&quot; &quot;Teatro romano&quot; (não entramos) e &quot;Acueducto de los Milagros&quot;.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_702078b8f84d49f89c078b0e5ebdb51c~mv2_d_3000_2250_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_d09f0bf31f6f49349f93a05f4838946a~mv2_d_3140_1956_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_1b36f6a5adf843af9a686d4b26663097~mv2_d_3765_2024_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_bdf2b6f62e074971b2623827db7ba4c8~mv2_d_2272_4032_s_2.jpg"/><div>Infelizmente o tempo corria e andar pela cidade a pé de um lado para o outro foi mais demorado que o previsto. Como tínhamos de estar no hotel até às 20:30h e faltavam-nos ainda cerca de 190km, as duas horas que nos restavam tinham que ser para a viagem.</div><div>Abandonamos a cidade com pena de não termos mais tempo de visita, mas contentes pela opção tomada em relação à escolha deste local.</div><div>Mérida merece sem dúvida uma visita relaxada e com tempo, pois oferece uma quantidade enorme de belas atrações turísticas. Mais ainda se gostarem de história do Império Romano e/ou Muçulmano.</div><div>Cidade bem organizada e calma (pelo menos por esta altura do ano e por volta das 18h), que permite caminhar e contemplar belas artes quase ao virar de cada esquina.</div><div>Já em cima do nosso tempo limite de saída abandonamos Mérida em direção a Villanueva del Rey, &quot;pueblo&quot; próximo de Córdova onde ficaríamos a pernoitar.</div><div>Lá seguimos pela A-66, sempre acompanhados pelos imensos campos agrícolas de perder de vista como pano de fundo e prosseguimos pelas infindáveis retas da N-432, estrada que convidava ultrapassar o seu generoso limite de velocidade (80km/h), mas que depois de avistar vários radares e polícia pela via nos fez seguir tranquilamente pela Estremadura fora, até alcançar a Andaluzia. </div><div>Chegamos finalmente ao simpático e acolhedor hotel por volta das 20:27, mesmo na hora, prontos para tomar um belo banho e degustar a nossa bela merenda portuguesa.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_005b1abdbb794e4798aa52ea466324e2~mv2_d_2048_1529_s_2.jpg"/><div>Agora é descansar para amanhã seguir viagem em direção de Córdova, Nerja e Granada, ou seja, um dia cheio de belos lugares para conhecer e muitos quilómetro para andar, quer nas estrada, quer a pé pelas cidades.</div><div>Estatísticas do dia:</div><div>Distância (km): 514,10</div><div>Abastecimentos: 2</div><div>Custo combustível (€): 28,20</div><div>Média C.B. L/100km: 4</div><div>Alimentação (€): 1,20 (neste primeiro dia trouxemos merenda:)</div><div>Dormida (€): 30</div><div>Total (€): 59,40</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Sigue La Mancha'16 - &quot;Roadbook&quot;</title><description><![CDATA[A primavera chegou, mas com ela não veio o bom tempo que tanto ansiamos, para poder pegar nas nossas motas e fazer-nos à estrada.Mas as férias estão marcadas e se no início o destino traçado era o norte de Espanha, para poder finalmente visitar os Picos da Europa, a incerteza do tempo e o querer aproveitar os dias rolando tranquilamente e descontraidamente, faz-nos traçar um plano B e rumar para sul, seguindo o caminho de La Mancha.Ao contrário das viagens anteriores, esta irá realizar-se quase<img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_3bfc472840714fd5a49c111ff1edbba4%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/single-post/2016/05/30/Sigue-La-Mancha16-Roadbook-1</link><guid>https://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/single-post/2016/05/30/Sigue-La-Mancha16-Roadbook-1</guid><pubDate>Mon, 30 May 2016 19:07:51 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>A primavera chegou, mas com ela não veio o bom tempo que tanto ansiamos, para poder pegar nas nossas motas e fazer-nos à estrada.</div><div>Mas as férias estão marcadas e se no início o destino traçado era o norte de Espanha, para poder finalmente visitar os Picos da Europa, a incerteza do tempo e o querer aproveitar os dias rolando tranquilamente e descontraidamente, faz-nos traçar um plano B e rumar para sul, seguindo o caminho de La Mancha.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_3bfc472840714fd5a49c111ff1edbba4~mv2.jpg"/><div>Ao contrário das viagens anteriores, esta irá realizar-se quase sem nenhuma preparação e partimos à aventura dos locais. Uma rota foi previamente traçada, mas a viagem está em aberto, pois o que queremos é mesmo desfrutar ao máximo os 4 dias que temos pela frente, com o objetivo de carregar baterias e conhecer novos lugares.</div><div>Dia 1 (Coimbra &gt; Badajoz &gt; Villanueva del Rey)</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_976151ad681846f7b87d3b26d2778501~mv2.jpg"/><div>A saída de Coimbra está prevista para a manhã de terça feira (31/05/16), tendo como destino Villanueva del Rey. </div><div>Será um dia onde nos esperam cerca de 470km e que terá uma breve paragem em Badajoz, para descanso e visita da cidade. </div><div>Dia 2 (Villanueva del Rey &gt; Córdoba &gt; Nerja &gt; Granada)</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_1461e6e120a54cf597349d5ce2baeb8c~mv2.jpg"/><div>Neste segundo dia queremos sair bem cedo do hotel em direção a Córdoba, para aqui tomar o pequeno almoço e visitar as principais atrações da cidade.</div><div>De Córdoba, o destino seguinte será Nerja, uma pequena estância costeira banhada pelo Mar Mediterrâneo, que esperamos alcançar pela N340, sempre seguindo a linha do mar.</div><div>De Nerja sairemos para o destino final do dia, Granada, onde iremos pernoitar e aproveitar o final do dia para dar uma caminhada pela cidade e comer umas tapas.</div><div>Dia 3 (Granada &gt; Consuegra &gt; Toledo &gt; Alcobendas)</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_f209aaa50bf842d096b50792d51a21c9~mv2.jpg"/><div>Ao terceiro dia deixamos Granada para trás e partiremos rumo a Consuegra, pela rota de Dom Quixote. No nosso imaginário prosseguirão com certeza ao nosso lado Dom Quixote e o seu fiel companheiro Sancho, que nos conduzirão pelas planícies de La Mancha até aos famosos gigantes (moinhos).</div><div>Faremos uma breve passagem por Toledo, para depois seguir para Madrid, onde visitaremos amigos e pernoitamos.</div><div>Dia 4 (Alcobendas &gt; Segóvia &gt; Coimbra)</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_efe9db40febd4792a2bdb86393205d88~mv2.jpg"/><div>No último dia, antes de regressar a Portugal, seguimos para Segóvia, cidade várias vezes recomendada para visitar pelos amigos &quot;madrileños&quot;, e que desta vez merecerá mesmo um pequeno desvio para uma visita.</div><div>Daqui saímos para o nosso destino final, Coimbra, perfazendo cerca de 565km neste dia, o mais longo de todos, em termos de distância.</div><div>&quot;Roadbook&quot;</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_e86cc8038ad64363aa5bf153804286c5~mv2.png"/><div>Prognóstico</div><div>Nestes dias pretendemos rolar tranquilamente por terras espanholas com o principal objetivo de fugirmos à rotina e pressão diária. Queremos viajar e sonhar tal como Dom Quixote o fez por terras de La Mancha e partilhar convosco algumas das imagens e experiências vividas por este caminho. </div><div>Estão todos convidados para mais uma viagem, desta vez um pouco mais curta é certo, mas que, mesmo assim, espero agradar, partilhando diariamente convosco algumas estatísticas diárias e fotografias, neste <a href="http://rockingabroad.wix.com/rockingabroad">blog</a>, no <a href="https://www.facebook.com/rockingabroad/">facebook</a>e <a href="https://www.instagram.com/rocking_abroad/">instagram</a>.</div><div>Recomendações são sempre bem vindas e estamos abertos a propostas de lugares a visitar pela zona.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Parabéns NC750x!</title><description><![CDATA[Pois é, já passou um ano desde que adquiri a NC e está na hora de fazer um breve resumo deste tempo, ao nível da experiência aos seus comandos e custos, para que outros futuros proprietários possam ter uma pequena noção do que podem esperar deste modelo.Tudo começava no dia 27 de março do ano 2015, quando finalmente consegui cumprir um dos meus sonhos e lá fui levantar a NC ao stand. Na altura foi uma compra um pouco arriscada, pois nunca tinha sequer feito um test drive a este modelo, mas<img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_4b0df94f522b4e9b85502ddfc114309a.jpg"/>]]></description><link>https://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/single-post/2016/03/30/Parab%C3%A9ns-NC750x-1</link><guid>https://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/single-post/2016/03/30/Parab%C3%A9ns-NC750x-1</guid><pubDate>Wed, 30 Mar 2016 16:22:44 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Pois é, já passou um ano desde que adquiri a NC e está na hora de fazer um breve resumo deste tempo, ao nível da experiência aos seus comandos e custos, para que outros futuros proprietários possam ter uma pequena noção do que podem esperar deste modelo.</div><div>Tudo começava no dia 27 de março do ano 2015, quando finalmente consegui cumprir um dos meus sonhos e lá fui levantar a NC ao stand. Na altura foi uma compra um pouco arriscada, pois nunca tinha sequer feito um test drive a este modelo, mas felizmente tudo correu bem e lá nos adaptamos muito bem.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_c219244d1fad402ebdfe9a2791409360.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_abd2caef5c3146759e4b3a7453a64c55.jpg"/><div>As primeiras impressões mal saí do stand foram muito boas e confirmava tudo aquilo que tinha passado meses a ler. O principal problema que detetei na altura foi o desconforto do banco e da pouca proteção do seu vidro de origem.</div><div>Passado pouco tempo resolvi a questão do vidro, adquirindo o original da Honda mais alto e acrescentei um defletor da Puig que resolveu o desconforto provocado pelo vento frontal. Quanto ao banco lá me consegui adaptar a ele com o passar do tempo e acabei até hoje por não o alterar, apenas adquiri uma &quot;almofada&quot; Airhawk para a pendura conseguir realizar longas viagens de forma mais confortável, o que aprovou nas viagens que realizamos juntos.</div><div>No início confesso que me senti algo intimidado com a NC, pois vinha de uma pequena scooter como a PCX e a adaptação foi um pouco difícil pelo peso extra da NC. Como iniciante lá a deixei cair duas vezes, praticamente parado, tendo danificado apenas a manete de embraiagem na primeira queda, pois na segunda como já tinha os protetores laterais da Givi, nada aconteceu.</div><div>Um dos objetivos desta compra, era também poder realizar viagens mais longas com a pendura e o destino de estreia escolhido foi Marrocos. Aos seus comandos tudo correu muito bem e nesta viagem surpreendeu-nos o seu consumo e a capacidade de carga apenas com a top case e saco de depósito. Nunca nos deixou ficar mal e apenas revelou que a sua suspensão era limitada para andar por maus caminhos, a dois e carregada. </div><div>Ao longo deste ano, os dois pontos que aponto como menos positivos deste modelo é mesmo o desconforto do seu banco e da sua suspensão. Existem outros pequenos pontos que poderiam ser melhorados, como os travões e a capacidade do seu depósito, mas não comprometem em nada o bom desempenho da NC.</div><div>Outro fator importante que me levou a optar pela NC ao invés de outro modelo foi o facto de ser um modelo mais económico, quer na sua aquisição, quer na sua manutenção, tendo um baixo consumo de combustível, o que significaria um menor custo diário. </div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_4b0df94f522b4e9b85502ddfc114309a.jpg"/><div>Será que poupei com a NC?</div><div>Ao longo deste ano rolei com a NC cerca de 16071km, tendo consumido cerca de 610,19L, o equivalente a 813,19€, o que inclui não só os deslocamentos diários casa-trabalho-casa, como todos os outros pequenos passeios e a viagem a Marrocos.</div><div>A média de consumo situou-se nos 3,804L/100km, dando uma média de custos diários de 2,27€/dia e 0,05€/km.</div><div>O consumo mais alto que fiz com a NC foi de 5,688L/100km e o mais baixo de 2,885L/100km.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_25fa123695ed4520bc20835527901a42.png"/><div>Quanto aos outros custos, que incluem a manutenção, o seguro e os acessórios (ai os acessórios) os números já são diferentes e aqui poderão variar imenso de proprietário para proprietário.</div><div>Se a primeira revisão (1000km) foi grátis, na revisão dos 12000Km paguei cerca de 118€ num concessionário oficial Honda voltando a repetir a revisão nos próximos 24000Km, ou seja, este modelo realiza apenas revisões gerais de 12 em 12000km.</div><div>Quanto ao seguro consegui um excelente negócio e consegui neste ponto poupar bastante, pagando apenas 51,49€ pelo seguro anual. Pagando uma taxa extra aquando a viagem a Marrocos por 15 dias.</div><div>O que estraga depois tudo isto são mesmo os acessórios e aqui, querendo eu &quot;criar&quot; uma mota o mais polivalente possível, não só para as minhas deslocações diárias, mas também para realizar viagens mais longas, estourei completamente o orçamento.</div><div>Não querendo assustar, mas como pretendo demonstrar-vos aqui todos os custos que podem esperar ao investir numa nova mota, apresento abaixo todos os custos, que podem variar muito de pessoa para pessoa, pois nem todos quererão ou necessitarão destes acessórios, e/ou podem arranjar os mesmos de outras marcas e por outros preços.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_5f432f8375b647f2a29c73a2735ce84b.png"/><div>Assim, na tabela estão apresentados todos os meus custos correspondentes com a NC ao longo deste ano.</div><div>O serviço, corresponde à revisão geral dos 12000km, ao &quot;check in&quot; antes da viagem a Marrocos e à instalação de diversos acessórios que não consegui colocar em casa sozinho.</div><div>A manutenção corresponde aos gastos relativos à manutenção da corrente, comprando apenas um spray e à posteriori uma pasta, que sinceramente prefiro.</div><div>Os acessórios incluem, a top case, malas laterais, almofada airhawk, farois auxiliares, tomada de isqueiro, kit anti furos, crash-bars, skid, vidro alto, defletor, suporte telemóvel, saco de depósito, sacos interiores da top-case e malas laterais, punhos aquecidos, protetor de punhos e já aqui está incluido neste valor a compra de uma nova suspensão, que levará em breve, como presente deste seu primeiro ano.</div><div>Como veem, os acessórios são mesmo o fator que fazem disparar a suposta poupança da NC, mas se tal como eu, comprarem este modelo e o conservarem por vários anos, então este investimento inicial, com o tempo dissipa-se, até porque na compra de uma outra mota, estes acessórios têm também estes custos, ou até mais elevados.</div><div>Em jeito de conclusão, continuo bastante satisfeito com a minha NC e não penso mesmo troca-la tão cedo. Com a suspensão nova espero ganhar mais conforto e que não &quot;afunde&quot; tanto com as malas laterais e pendura e o projeto que tinha pensado inicialmente para a NC está quase concluído.</div><div>Agora é continuar a desfrutar ao máximo a NC e sempre que conseguir realizar mais umas escapadelas com ela.</div><div>Aos que ainda continuam com dúvidas na compra deste modelo espero ter dado uma pequena ajuda e aos outros leitores, espero que tenham ficado com uma ideia de custos que podemos ter com a compra de uma nova mota.</div><div>Ficam agora abaixo algumas fotos que tirei al longo do último ano na companhia da NC:</div><div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_abd2caef5c3146759e4b3a7453a64c55.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_c219244d1fad402ebdfe9a2791409360.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_9ac3ed9ca8ad45c4b6aaa6a38f51cafd.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_5f465678418b4ba991a81f99af1b42c2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_df8e6c646011499f908c2ee41e6bbdff.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_677ea4a4c01b4092879ec61309db5378.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_b12f87b8b2d24fdeae68492fe8d19c15.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_d4f42e36f70440e7a0e384cede2c1737.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_b51074bec31a4637b43fdd4da3e1347d.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_cf7252e5236740258816dc9c8657b015.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_dcdcabed87e941efaf40872f1946785c.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_f7bf9688844249af80f08603e0f6eb96.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_eb62f7a1081b477a8df15f2b31fd1a6e.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_88adc1385e824cb1b69cc1e1db7eda57.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_8d7f4afbe20342099077e6aa202d76a3.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_6ea6f00d715e4c9590cd7e36676b7003.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_f7186657b90348ff8623e161cee9f930.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_5f29725f71494971b6f8bc656a3336ca.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_1a3ac3aa59e94d579e61d28508c93b04.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_1e8735df2a4d4bf59b137a9a98b04541.jpg"/></div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Test drive - Africa Twin</title><description><![CDATA[Hoje como tive que deixar a NC na Ondacoimbra para realizar a revisão dos 12000Km, aproveitei para testar finalmente a rainha Africa Twin, mota que tanto se fala ultimamente e que me foi gentilmente cedida pelo concessionário para realizar um "test drive" sem qualquer preocupação de tempo e quilómetros.Assim, aproveitei para realizar um teste por estradas sinuosas, estrada aberta e num percurso citadino, faltando o teste no seu habitat natural, fora de estrada, que sinceramente, nunca me<img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_47a006f03b504894aa0bb0eb2a3ef5a2.jpg"/>]]></description><link>https://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/single-post/2016/02/02/Test-drive-Africa-Twin</link><guid>https://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/single-post/2016/02/02/Test-drive-Africa-Twin</guid><pubDate>Tue, 02 Feb 2016 15:12:35 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Hoje como tive que deixar a NC na Ondacoimbra para realizar a revisão dos 12000Km, aproveitei para testar finalmente a rainha Africa Twin, mota que tanto se fala ultimamente e que me foi gentilmente cedida pelo concessionário para realizar um &quot;test drive&quot; sem qualquer preocupação de tempo e quilómetros.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_7f729a58226f42a7919d12aab570369a.png"/><div>Assim, aproveitei para realizar um teste por estradas sinuosas, estrada aberta e num percurso citadino, faltando o teste no seu habitat natural, fora de estrada, que sinceramente, nunca me deixaria confortável, pois não tenho experiência nestes terrenos e por esta não ser minha. Ficam esses testes para os mais experientes.</div><div>Relembro que a minha experiência em duas rodas é muito recente e o meu currículo de motas conduzidas resume-se a não mais de 6 modelos, pelo que ao longo deste teste irei compará-la inadvertidamente com a minha NC, até porque nunca antes testei também uma outra moto &quot;trail&quot;.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_47a006f03b504894aa0bb0eb2a3ef5a2.jpg"/><div>Ali estava ela à espera que alguém se sentasse e saísse para fazer uns bons quilómetros. De estatura imponente, esta moto impõe respeito e deixa logo qualquer um, só de olhar para ela nervoso. Entregaram-me a chave e lá fui eu na direção dela, também meio nervoso e a pensar como iria sair dali com ela, pois parecia grande e pesada.</div><div>Mas essa sensação foi rapidamente dissipada mal me sentei nela e assentei com facilidade ambos os pés no solo, mesmo com a posição mais alta do banco e lhe senti a leveza ao endireitar a mota e retirar o descanso lateral.</div><div>Se na NC parecia estar a conduzir bastante alto, na AT a sensação é ainda melhor, provando uma sensação de poder, tal como se estivéssemos sentados num trono...que bela sensação!</div><div>Outro aspeto que me agradou bastante foram os seus comandos e posição de condução, ficando numa posição mais direita e natural em relação à NC, que aliado ao conforto do seu banco se traduz num menor cansaço. O que por exemplo, não aconteceu na primeira vez qua andei na NC que me lembro bem de achar a posição e o banco desconfortável, melhorando apenas com a adaptação.</div><div>Mas com a AT garanto-vos que não precisam dessa adaptação, só mesmo pegar na chave, sentar, ligar a mota e siga, pois esta mota é tao confortavel e fácil de conduzir que mais parece nos pertencer desde sempre.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_52d8f0f395104e868859cf98c20761d3.jpg"/><div>Já na estrada o que mais me agradou na AT foi a suavidade da sua embraigem deslizante e facilidade de colocoar as mudanças, sendo a caixa bastante silencicosa, em comparação por exemplo com a NC. Já o acelerador achei bastante fácil de dosear e muito responsivo, tendo esta AT bastante força e abrindo-nos um enorme sorriso ali a partir das 4000rpm's.</div><div>Num percurso de estrada sinuosa e montanhoso os consumos mantiveram-se altos, comparando com a NC que me habitua mal, mas claro que falamos num motor 1000cc e numa mota que nos oferece uma outra diversão de condução e aqui é fácil obter um consumo de 6,5l/100. Mas que traduzido em divertimento, isto não é nada. </div><div>A nível de mudanças de direção, esta mota curva muito bem e senti-me com a mesma confiança que tenho na minha NC, mesmo sendo a primeira vez que andei nesta mota. As suas recuperações são também muito boas e não é necessário estar sempre a baixar e subir velocidades, mas caso gostem de uma condução mais agressiva, esta caixa irá com certeza proporcionar-vos uma deliciosa sensação.</div><div>Passando à estrada aberta a AT volta a surpreender com a sua rápida aceleração, em qualquer velocidade, inclusive numa 6ª, coisa que na NC é impensável. Nesta podia acelerar desde os 85Km/h até velocidades superiores em 6ª, sem ter a mínima necessidade de baixar uma mudança e sem ouvir o motor bater. </div><div>Outra coisa que me surpreendeu bastante foi a sua estabilidade a velocidades superiores, mesmo com ventos laterais, que confesso ser muito melhor que a NC. Na NC a determinadas velocidades e com vento lateral este faz-se sentir, coisa que na AT não senti, mesmo sendo mais alta e ter um peso menor.</div><div>Neste teste deu para sentir alguma turbulência acima do meu capacete, com o vidro de origem, mas que acredito ser facilmente resolvido com um vidro mais alto. A nível de vento no peito não senti qualquer pressão. </div><div>Em estrada aberta a andar a 120km/h o computador de bordo mostrava um consumo instantâneo de 3,5 a 4 l/100, ou seja o mesmo que a NC nestas condições.</div><div>Queria também testar a AT num percurso citadino, percorrendo o caminho que faço diariamente com a NC. Mesmo sendo a primeira vez que andava nela neste ambiente, senti-me muito à vontade para andar entre os carros, achando até, esta mais fácil de manusear entre carros, talvez por ser mais alta. O seu peso não se faz nada sentir e também neste ambiente a AT continua a surpreender, pela sua leveza e maneabilidade, demonstrando-se claramente ser uma moto capaz de serpentear o transito diário.</div><div>Neste percurso o cb variou entre os 3,5l/100km aos 4,8l/100km, isto sem acelerações, andando tranquilamente, o que me parece que, com a AT conseguiria fazer consumos muito proximos dos anunciados pela honda, ou seja, 4,8l/100km, gastando cerca de 1l a mais em comparação com a minha NC neste mesmo ambiente.</div><div>Para além do seu conforto, maneabilidade e recuperações outra coisa que adorei foram as suas suspensões, aqui sim estamos a falar de duas divisões acima das da NC. Irregularridades da estrada? O que é isso com estas suspenções! Claramente uma enorme diferença em relação à minha NC.</div><div>Quanto aos travões, travam muito bem, mas como esta era a versão sem abs, em algumas situações por não dosear ainda bem os travões senti a traseira derrapar, pelo que para mim, a versão abs justificaria o investimento extra, já que me habituei a esta tecnologia e a considero indispénsavel para maior segurança.</div><div>Em jeito de resumo, o que mais adorei nesta mota foi o seu enorme conforto, que em mais de 1h30m não me deixou minimamente cansado, as suas suspensões, a sua leveza, que mesmo parada é muito fácil de manobrar, até mais que a NC e as suas recuperações em qualquer velocidade. A mota em si está muito bem conseguida e tem bons acabamentos, salientando o bonito painel de instrumentos, que é muito completo e tem muita informação.</div><div>Tem para mim a potência mais que suficiente para o dia a dia e aquelas longas viagens mesmo a dois e carregada. Para quê mais? Sinceramente, eu que sou um iniciante, não percebo o porquê uma mota &quot;trail&quot; ter muitos mais cavalos.</div><div>O que menos gostei foi a sua proteção aerodinâmica, que pelos vistos piorou com a colocação do gps, mudando o habitual fluxo de ar, mas que também se resolverá muito facilmente com um vidro mais alto, o seu consumo, pois estou mal habituado aos consumos da PCX e da NC, em que tudo o que seja acima de 4l já é muito (maus hábitos) e claro, o seu preço, porque não tenho disponível este valor na minha conta bancária para a trazer já para casa.</div><div>Mas falando mais a sério acerca deste último ponto e analisando a concorrência mais direta, que acredito serem a BMW F800GS/Adventure, a Triumph Tiger 800xc, talvez também a Suzuki V-strom 1000 e a KTM 1050ADV, o preço até que não está desajustado, não havendo grandes diferenças entre si. Depois existem outras classes acimas, mas penso com objetivos diferentes e já com valores bem mais elevados.</div><div>Se me pergutassem se trocaria a minha NC pela AT, a resposta seria muito fácil, claro que sim, pois iria ter uma mota com maior potência, capaz de realizar viagens mais longas, com maior conforto para mim e com certeza também para a pendura e teria mota para me iniciar nuns percuros mais &quot;offroad&quot;, o que muito me agrada. Talvez investiria até na versão DCT, pois tendo zero experiência em &quot;offroad&quot;, acho que esta tecnologia vem ajudar muitos como eu que se querem iniciar nestas andanças e que quando sair da estrada não quer pensar no peso da mota, na embraigem, nas mudanças que tenho que meter, etc. Acredito mesmo que este sistema funcionará muito bem nestas condições. O pior era ter que me habituar aos consumos mais altos e imposto mais caro.</div><div>Quanto à evolução natural, há que tirar o chapéu à Honda pois acredito que muitos dos cliente que irão investir neste modelo serão cliente provenientes das NC's, muitos até já provenientes da magnífica PCX...bem jogado Honda! Excelente marketing aproveitando muito bem a lei das 125cc.</div><div>No entanto a NC continua a preencher-me as medidas e sonho ainda realizar uma grande viagem com ela. Para o meu dia a dia esta é também a opção mais lógica e racional, ficando com a AT na minha lista de desejos futuros.</div><div>Antes de concluir esta partilha gostaria de agradecer à <a href="http://www.ondacoimbra.com/">Ondacoimbra</a> a cedência da mota e me deixarem à vontade para testar o modelo, convidando-vos igualmente a passarem pelo concessionário e experimentarem este belo modelo e deixarem o vosso feedback...acreditem que vale muito a pena!</div><div>P.S.: Não se esqueçam é de tomar antes do test drive a vacina para o vírus...Africa Twin :)</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_a45e502b5e854e8fb9feb85879c62795.jpg"/><div> A manhã não ajudou muito às fotos, mas fica aqui um pequeno registo fotográfico.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_d476577997754afebc215f955d3c5f56.jpg"/><div>O escape de origem está muito bem conseguido e tem uma bela sonoridade. </div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_e0c9c01822734bd3a464d86c1b83f0ea.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_03e32880685b4ad3a3678357de0a9107.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_7db1f46ca7594d878008839c49422732.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_47eb8c1f1c4544bf90d7b207c6eccf76.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_66cc7d1de2dd4f06936f855c84ee366e.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_3b88f87ed71b4c87b21b249f8f536c4e.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_f504499c259e4a2c990d446e008d3f33.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_2d531ac95d1e4ea9845c08fcdd9eb38a.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_0bf134ebf632401d9c3d01de10dc8069.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_11981f2b02df48e2affc994798842b4f.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_411fe16022c1452eb72c86230f74cb3e.jpg"/><div> As suspenções são soberbas e ajustáveis.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_cfcde0fce4c64da49c72ecb30fb8cdf1.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_62431dd0acee4b19a2b8b58e60036604.jpg"/><div>Já possui uns poisa-pés bem dimensionados, que facilitam a condução fora de estrada e a posição &quot;de pé&quot;. </div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_9eb921e6bf5b40a583df54ad026f6c47.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_813ff3283e4140559cf47ed2dd0615ce.jpg"/><div>Já possui os suportes das malas incorporados na mota. </div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_893c40a41ccc4eee84cc5e41ae8d2c7a.jpg"/><div> Aqui a AT na versão tricolor já vendida.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Dia 12 (Tânger -&gt; Tomar)</title><description><![CDATA[Hoje é o nosso último dia em Marrocos e apesar de termos adorado a experiência de viajar por aqui, já só pensamos no regresso, até porque o dia promete ser longo. Decidimos deixar o hotel cedo para tentar chegar ao porto com pelo menos uma hora de antecedência. Como já tínhamos o bilhete comprado de regresso, achamos que este seria tempo mais que suficiente. Pelo caminho paramos ainda para abastecer uma última vez o depóstio da NC, isto porque aqui o litro da gasolina está abaixo de 1€ e<img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_c881f0f18be94123aebd72304e04bf2e.png"/>]]></description><link>https://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/single-post/2015/09/20/Dia-12-T%C3%A2nger-Tomar</link><guid>https://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/single-post/2015/09/20/Dia-12-T%C3%A2nger-Tomar</guid><pubDate>Sun, 20 Sep 2015 15:49:42 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Hoje é o nosso último dia em Marrocos e apesar de termos adorado a experiência de viajar por aqui, já só pensamos no regresso, até porque o dia promete ser longo.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_c881f0f18be94123aebd72304e04bf2e.png"/><div>Decidimos deixar o hotel cedo para tentar chegar ao porto com pelo menos uma hora de antecedência. Como já tínhamos o bilhete comprado de regresso, achamos que este seria tempo mais que suficiente.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_640a08d62f1044c8923aa733565c610b.jpg"/><div>Pelo caminho paramos ainda para abastecer uma última vez o depóstio da NC, isto porque aqui o litro da gasolina está abaixo de 1€ e compensa.</div><div>Chegados ao porto deparámo-nos com uma enorme confusão. Hoje é sábado é certo, mas a confusão deve-se ao facto de haver muitos imigrantes marroquinos a voltar aos seus países laborais. A confunsão estava instalada e reparamos nisso logo aquando a validação dos bilhetes.</div><div>Depois de passar um controlo, basicamente para ver os bilhetes, documento de circulação da mota e passaportes, seguiram-se outros. Estes muito mais morosos até porque os marroquinos levavam os seus carros completamente cheios até mais não e com os tejadilhos ainda com mais tralha. Desde pneus, móveis, escadas, bicicletas tudo e mais alguma coisa que possam imaginar.</div><div>A polícia fronteiriça pedia a alguns carros para abrirem as malas, saltando de lá melões para a estrada de tal forma que aquilo vinha tão atulhado e desorganizado.</div><div>E pensávamos nós que 1:15h seria suficiente, foi portanto insuficiente fazendo-nos perder o ferry por uns meros 15min. Quando chegamos à plataforma este ainda lá estava, mas já com tudo a postos para sair.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_00ddf7fe89c24c6aa52fa2fd6f139623.jpg"/><div>Teríamos que ficar aqui à espera até às 14h, hora do próximo ferry para Algeciras.</div><div>A espera foi longa e sabíamos que já a hora de chegada ao destino seria já bastante tarde.</div><div>Chegamos a Espanha por volta das 17h e ainda tínhamos um longo percurso até Tomar. A partir daqui foi tentar avançar o mais rápido possível e chegar o mais longe possível enquanto houvesse luz solar.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_97b0e428864c48a79c59468d3e8f06a1.jpg"/><div>Tivemos que efetuar ainda duas paragens para abastecer, comer e beber qualquer coisa para continuar. Apanhámos ao longo de toda a viagem imenso vento, fazendo com que a viagem fosse mais custosa e lenta. Já perto da fronteira tivemos que parar para vestir mais uma roupa, pois já ficava fresquinho e ainda nos faltavam uns bons quilómetros.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_1e8735df2a4d4bf59b137a9a98b04541.jpg"/><div>Chegámos a Tomar a poucos minutos das 00h cansados e com frio mas felizes por tudo ter corrido bem.</div><div>Comemos finalmente uma boa sopa de legumes e mesmo cansados ficamos ainda um bom tempo a falar e reviver episódios da nossa viagem.</div><div>Agora é descansar bem e recuperar para voltármos à rotina diária já segunda feira.</div><div>Esperamos nos póximos dias atualizar os blogs e partilhar mais fotos, assim como, postar as considerações e estatísticas finais desta viagem tentando convencer alguns de vocês a partir também numa aventura por Marrocos.</div><div>Estatísticas do dia:</div><div>Distância (km): 714,53</div><div>Tempo total (hh:mm): 12:10</div><div>Tempo de locomoção (hh:mm): 08:20</div><div>Abastecimentos: 3</div><div>Custo combustível (€): 32,92</div><div>Litros: 28,69</div><div>Média C.B. L/100km: 4,3</div><div>Alimentação (€): 18,20</div><div>Portagens (€): 6</div><div>Dormida (€): 0</div><div>Total (€): 57,12</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Dia 11 (Marraquexe -&gt; Tânger)</title><description><![CDATA[Como na noite anterior decidimos mudar os planos, hoje em vez de irmos visitar as cascatas de Orzoud, fazemo-nos à estrada, antecipando o nosso regresso a casa por um dia. Depois de conhecer Marraquexe e a sua parte nova, ficamos com curiosidade em saber como seriam as grandes cidade de Marrocos, e decidimos passar por Casablanca e Rabat. Aqui o estacionamento "privado" em que a NC ficou duas noites em Marraquexe. Casablanca seria a primeira paragem uma vez que tínhamos o interesse de visitar a<img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_7e28a30e7b38410aad27c32f3c47dce7.png"/>]]></description><link>https://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/single-post/2015/09/19/Dia-11-Marraquexe-T%C3%A2nger</link><guid>https://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/single-post/2015/09/19/Dia-11-Marraquexe-T%C3%A2nger</guid><pubDate>Sat, 19 Sep 2015 16:56:56 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Como na noite anterior decidimos mudar os planos, hoje em vez de irmos visitar as cascatas de Orzoud, fazemo-nos à estrada, antecipando o nosso regresso a casa por um dia.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_7e28a30e7b38410aad27c32f3c47dce7.png"/><div>Depois de conhecer Marraquexe e a sua parte nova, ficamos com curiosidade em saber como seriam as grandes cidade de Marrocos, e decidimos passar por Casablanca e Rabat.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_e4838cb254b349169468118901677a5a.jpg"/><div> Aqui o estacionamento &quot;privado&quot; em que a NC ficou duas noites em Marraquexe.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_518a06cdb0ba49caadf499df650c271a.jpg"/><div>Casablanca seria a primeira paragem uma vez que tínhamos o interesse de visitar a enorme mesquita Hassan II.</div><div>Como o tempo era mais apertado, optámos seguir por autoestradas e conhecer também este lado mais moderno de Marrocos. </div><div>Por aqui apercebemo-nos logo que já não viajávamos no mesmo país que tinhamos até então circulado.</div><div>Eram praticamente só &quot;carrões&quot; que por aqui circulavam, sendo a frota de uma média bem acima do que, por exemplo vemos em Portugal. A polícia continuava a estar bem presente na estrada, assim como continuavam a existir vendedores de frutas na berma, não sabendo bem de onde apareciam...estes marroquinos estão por todo o lado.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_9d28fdbc5f514e88a166bd998c3e4e4c.jpg"/><div>Chegados a Casablanca tivemos uma nova realidade deste país, estando agora no lado oposto, no lado capitalista. Aqui o trânsito era imenso, mas mesmo assim bem mais organizado que, por exemplo, em Marraquexe. Os carros continuavam a ser de luxo e as pessoas andavam muito bem vestidas, parecendo mesmo que estávamos mais numa cidade europeia que propriamente africana.</div><div>Por aqui as pessoas já não nos ligavam nenhuma e os preços eram já bem mais altos daqueles que estávamos habituados pelo restante país, tendo ainda o entrave de nada ser negociável.</div><div>Dirigimo-nos então à mesquita, que já avistávamos a quilómetros de distância devido ao seu imperial minarete.</div><div>Aqui chegados, a polícia mandou-nos encostar a mota e ouviámos pelos megafones exteriores da mesquita, a oração que se realizava no seu interior.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_8a45ced381ce4b61adf37721221bf8a1.jpg"/><div>Deixámos como sempre tínhamos feito até então, os capacetes na mota e as malas à vontade, sem nos preocuparmos em prendê-los. Até que um senhor que por lá andava nos veio logo alertar para aqui ter cuidado que &quot;todos&quot; eram ladrões nestas bandas. Fez-nos logo sentir que estávamos numa cidade bem maior e mais insegura, mas mesmo assim não ligámos e fomos fazer a nossa visita pela Mesquita.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_63c5df6d3b14476cb1d5d443ecc2800d.jpg"/><div>E que obra magnífica esta mesquita. Já a tinha visto várias vezes em fotos, mas estar perante esta obra arquitetónica foi sem dúvida uma experiencia única. Mais ainda por podermos estar ali durante a oração da hora do almoço de sexta feira.</div><div>Quando terminou pudemos ver a capacidade que aquela mesquita tem em acolher os seus fiéis, saindo de lá milhares de pessoas e permitindo-nos ver por entre as suas enormes portas o seu interior majestoso.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_032d5873030e46ca941f1b9b2899a0c3.jpg"/><div>Depois de termos ficado por aqui um bom tempo, fomos buscar a mota e prosseguimos em direção a Rabat.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_1a3ac3aa59e94d579e61d28508c93b04.jpg"/><div>Sair de Casablanca foi um pouco demorado porque estava imenso trânsito. Aqui ao tentar desviar-me do trânsito, apercebi-me a certa altura que o travão da frente não estava a travar de igual forma. Pensei à partida que alguém me pudesse ter feito algo à mota enquanto esteve parada, ou que poderia ser &quot;cansaço&quot; dos travões pelo constante &quot;pára-arranca&quot;.</div><div>Mas como mais à frente já parecia travar melhor, prossegui sem grandes preocupações. Já a caminho de rabat, parei numa estação de serviço e fui inspeccionar o travão da frente, verificando que dentro dos travões estava um saco plástico. Tentei removê-lo, mas mesmo assim ficou lá parte dele, não impedindo a travagem da mota.</div><div>Chegados perto de Rabat voltámos a ficar surpreendidos com o trânsito da cidade, demovendo-nos logo de a ir visitar para não perder muito tempo a entrar e sair da cidade. Mesmo assim apanhámos imenso trânsito para apanhar a estrada para Tânger, tendo que passar por entre filas ao longo de vários quilómetros.</div><div>Contínumamos ao longo da autoestrada, que estão aos níveis das nossas, decidindo sair em Arzila, cidade que outrora pertenceu a Portugal e foi um importante ponto comercial. Aqui já pouco conseguimos ver, dando apenas para assistir a um último pôr de sol no Reino de Marrocos, desta vez na praia, e com o oceano Atlântico ao fundo.</div><div>Acabámos por ficar à entrada de Tânger, para no dia seguinte apanhar logo a autoestrada e seguir direto para o porto de Tânger Med.</div><div>Estatísticas do dia:</div><div>Distância (km): 576,98</div><div>Tempo total (hh:mm): 10:02</div><div>Tempo de locomoção (hh:mm): 06:50</div><div>Abastecimentos: 2</div><div>Custo combustível (€): 21</div><div>Litros: 21,28</div><div>Média C.B. L/100km: 3,6</div><div>Alimentação (€): 20,30</div><div>Portagens (€): 17,10</div><div>Dormida (€): 31</div><div>Total (€): 89,40</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Dia 10 (Marraquexe)</title><description><![CDATA[Hoje o dia foi dedicado exclusivamente a Marraquexe e à sua medina. Saímos da nossa bonita Riad Losra de manhã, em direção aos mercados da antiga medina, sem qualquer itinerário marcado, simplesmente fomos e deixámo-nos perder por entre as suas ruelas. Notamos logo uma diferença em relação à medina de Fés; por aqui a circulação de veículos é autorizada obrigando-nos a redobrar a atenção para evitar acidentes com as motas, pessoas, carroças de burros, etc. Outra coisa que notámos é que por aqui<img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_cf00a3e96ee14a7cbaa2bd3e2c760815.png"/>]]></description><link>https://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/single-post/2015/09/13/Dia-10-Marraquexe</link><guid>https://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/single-post/2015/09/13/Dia-10-Marraquexe</guid><pubDate>Sun, 13 Sep 2015 21:37:13 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Hoje o dia foi dedicado exclusivamente a Marraquexe e à sua medina.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_cf00a3e96ee14a7cbaa2bd3e2c760815.png"/><div>Saímos da nossa bonita Riad Losra de manhã, em direção aos mercados da antiga medina, sem qualquer itinerário marcado, simplesmente fomos e deixámo-nos perder por entre as suas ruelas.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_29d2b115e45c4aa3af5b11951d1c4e0b.jpg"/><div>Notamos logo uma diferença em relação à medina de Fés; por aqui a circulação de veículos é autorizada obrigando-nos a redobrar a atenção para evitar acidentes com as motas, pessoas, carroças de burros, etc.</div><div>Outra coisa que notámos é que por aqui os comerciantes também não nos pareceram tão &quot;chatos&quot; quanto os de Fés, que pareciam bem mais insistentes, mas tornando-se ao mesmo tempo até mais simpáticos e atenciosos. </div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_dbbf3612e576442f98ac5bcca8760617.jpg"/><div>Aqui o negociar também não me pareceu tão fácil, pelo menos em relação aos restaurantes, que já têm todos os preços tabelados e também não me pareceram estar interessados, nem terem a necessidade de o fazer, pois o número de turistas que por aqui circula é bem superior ao número que verficamos por outras cidades que visitamos.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_0ba79d8596424d3f8897f4d0b371bb13.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_f65559c11a7840748ae3674203e94361.jpg"/><div>Quisemos ainda visitar o bairro das especiarias e comprar algumas para levar conosco, pois ficámos apaixonados por estes temperos esperando desta forma conseguir matar algumas das saudades desta gastronomia em Portugal.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_e212ef8a185d4db49107ee1e2cab8e56.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_b15d296e093f409c9fe95add39e255a2.jpg"/><div>Compradas todas as coisas fomos para a praça Jemaa el-Fna assistir ao aglomerado de pessoas que se começava a juntar a partir das 18h. Nesta praça vê-se de tudo, desde milhares de pessoas, a centenas de barracas de alimentação, a encantadores de serpentes, músicos, bailarinos, contadores de histórias, macacos, etc. Quase que me arriscaria a dizer que deve ser uma das praças mundiais com mais vida.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_634a0d74e4254433b4c9110af5d7fac7.jpg"/><div>Se na noite anterior esta já estava ao rubro, hoje preparava-se para seguir o mesmo caminho, com imensas pessoas a juntarem-se por aqui e prontas para mais uma noite de muita animação.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_06b51903161d4ee28b1b6386dddd70c5.jpg"/><div>Como queríamos deixar as coisas na Riad para depois ir jantar mais descansados resolvémos explorar um pouco a parte nova da cidade.</div><div>Saímos então dos muros da medina e redescobrimos um mundo completamente diferente daquele que conhecíamos até então no interior da medina.</div><div>Por aqui já não circulavam os carros a cair aos bocados e a deitar imenso fumo, mas sim carros de luxo, as pessoas já andavam bem mais arranjadas e com um estilo bem mais ocidental, vendo mulheres bastante pintadas e até de salto alto.</div><div>O custo de vida é também mais elevado e por aqui tivemos que optar mesmo por comer numa conhecida cadeia de fast food para não corrermos o risco de deixar aqui todo o nosso orçamento.</div><div>Foi impressionante termos conseguido ver nesta cidade os extremos que existem também neste país, parecendo que a medina alberga um outro mundo, servindo quase como uma bolha que separa aquela população bizarra do mundo real.</div><div>Como não gostámos muito deste lado, quisemos voltar para a confusão da medina e da sua praça, assim como para junto das pessoas simpáticas e alegres.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_bf61c8463346445784649e0020f53545.jpg"/><div>Ficámos por aqui até bastante tarde, decidindo que no dia seguinte não iríamos visitar as cascatas de Ouzoud, pois como é fim de semana e já andam muitos turistas pela cidade, certamente que iría ser uma confusão enorme nas cascatas. Assim, e como começámos a trabalhar na segunda feira, amanhã começámos a tratar do nosso regresso a casa, passando por Casablanca e Rabat, para depois tentar alcançar Tânger para ficar mais perto do porto e embarcar no dia seguinte.</div><div>Quanto a Marraquexe, no geral gostámos, sendo uma cidade diferente de todas aquelas por onde passámos, muito mais vocacionada para o turismo é certo, muito mais comercial e arranjada, deixando transparecer um certo traço marroquino, mas nada comparado ao resto do país.</div><div>Estatísticas do dia:</div><div>Distância (km): 11,90</div><div>Tempo total (hh:mm): 05:36</div><div>Tempo de locomoção (hh:mm): 03:05</div><div>Abastecimentos: 0</div><div>Custo combustível (€): 0</div><div>Litros: 0</div><div>Média C.B. L/100km: 0</div><div>Alimentação (€): 18,30</div><div>Dormida (€): 32</div><div>Souvenirs (€): 20</div><div>Total (€): 70,30</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Dia 9 (Ouarzazate -&gt; Marraquexe)</title><description><![CDATA[Hoje tivemos que resistir à piscina e deixar Ouarzazate para trás, para atravessar o Tizi N'Tichka e alcançar Marraquexe. Lá tomamos o pequeno almoço junto à piscina para pelo menos atenuar a tentação e voltamos a analisar a rota que nos esperava. O passo é atravessado pela N9 e tem uma altitude de 2260 metros, através do Alto Atlas, passando por inúmeras aldeias e com curvas de meter respeito. Tínhamos portanto aqui bons ingredientes para um bom dia de estrada. Já com tudo pronto fizémo-nos à<img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_6c66be1d4f2a43f38d35612cdfc19261.jpg"/>]]></description><link>https://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/single-post/2015/09/10/Dia-9-Ouarzazate-Marraquexe</link><guid>https://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/single-post/2015/09/10/Dia-9-Ouarzazate-Marraquexe</guid><pubDate>Thu, 10 Sep 2015 00:31:46 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Hoje tivemos que resistir à piscina e deixar Ouarzazate para trás, para atravessar o Tizi N'Tichka e alcançar Marraquexe.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_6c66be1d4f2a43f38d35612cdfc19261.jpg"/><div>Lá tomamos o pequeno almoço junto à piscina para pelo menos atenuar a tentação e voltamos a analisar a rota que nos esperava. O passo é atravessado pela N9 e tem uma altitude de 2260 metros, através do Alto Atlas, passando por inúmeras aldeias e com curvas de meter respeito. Tínhamos portanto aqui bons ingredientes para um bom dia de estrada.</div><div>Já com tudo pronto fizémo-nos à estrada abastecendo antes de sair da cidade a NC , que uma vez mais nos surpreendeu com um consumo de 3,2 L/100km, quase tanto como os litros de água que nós temos consumido ao dia (tenho pena por acaso de não ter contabilizado este item).</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_646969fd2a8c45e9908098f0831bde37.jpg"/><div>Como o ksar Ait Ben Haddou ficava no caminho, decidimos fazer um pequeno desvio e ver mais de perto esta cidade fortificada, Património da UNESCO. </div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_4dde79fbfdad41bfa98d77bc3883d4bc.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_d83c10a304ed42dea37295e82f49ef20.jpg"/><div>Fotos tiradas lá seguimos viagem pela N9. Quando começamos a subir apercebemo-nos desde logo do trânsito intenso que aqui circulava. Eram camiões enormes completamente carregados, daquelas carrinhas de gado que toda a gente já ouviu falar, jipes e autocarros a transportar os turistas vindos de Marraquexe em direção às Gargantas e ao deserto, enfim, muito trânsito para uma estrada de montanha destas.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_f7fb4e830e044d4c84f97caf97118834.jpg"/><div>Para piorar as coisas a N9 nesta zona está em obras, havendo partes em que é necessário fazer desvios e noutras que o alcatrão acaba de repente e é só terra. Com os camiões sempre a passar, o pó é imenso e como são tudo motores com muitos anos é um cheiro a poluição enorme, já para não falar da fumarada.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_93ee6c8434584dc0a3b74829dd2c8111.jpg"/><div>Depois mesmo neste local os marroquinos insistem em ultrapassar em qualquer lugar, não se preocupando se é uma curva fechada, ou se a estrada está em obras e toda destruída. Agora percebo porque nesta estrada há tantos acidentes.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_610ce6e9e992454a8cf6d24320e78fe4.jpg"/><div>Nós continuamos devagarinho, ao nosso ritmo, deixando ultrapassar os que iam com mais pressa e seguindo por vezes, atrás de um camião em algumas partes, porque sempre nos protegia a frente caso algum maluco viesse a ultrapassar alguém fora de mão. Acabei por não desfrutar tanto como desejava da paisagem, mas a fotógrafa foi tratando do assunto tirando algumas fotos.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_7dbd7c28f3c2468ba11edbb432b20fe6.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_dcc4340f06c84323807a758ef140c06f.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_6986122bfe1b497f9450467a3d958d2c.jpg"/><div>Já mais à frente, longe das obras, andou-se bem melhor e já deu para saborear umas belas curvas e a paisagem.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_38362e59dae640b89413a98ae0954df8.jpg"/><div>Mas mesmo com todo aquele frenesim, gostei imenso de fazer esta estrada, sabendo agora o que passam muitos dos camionistas marroquinos que a fazem diariamente.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_3cc1f2d6c9c14d58b95a17d50de6d170.jpg"/><div>Quase chegados a Marraquexe, já depois de umas boas horas de estrada, pois hoje o ritmo foi muito lento e até a NC vinha a fazer médias de 2,7L/100km, apercebémo-nos do muito lixo que existe nos arredores e do intenso cheiro a poluição.</div><div>Como tínhamos reservado um riad na medina, fomos em direção a esta, sem ter noção do trânsito infernal que nos aguardava. Já tinha andado de scooter em cidades como Paris, Barcelona e até Milão que pensei serem o &quot;texas&quot;, mas isto aqui superou tudo isso, pois aqui não existem as mínimas regras de trânsito. Lá tive que me safar até entrar na medina e mesmo no interior desta também não foi fácil movimentar a NC por entre pessoas, bicicletas, motas, animais, enfim...quem já andou por aqui sabe do que falo, quem não andou e um dia venha cá vai se lembrar com certeza.</div><div>Chegados à riad fomos logo muito bem recebidos, com direito a chá e bolachas, mas quando pergunto pela garagem, razão pela qual tinha reservado este local, diz-me o senhor que fica fora da medina. Tiro as coisas da mota e vou então com ele, até que me manda parar junto a um ferro velho, cheio de bicicletas e motoretas e me diz ser aí. Lá penso eu outra vez, pronto lá fui enganado de novo com o tal de &quot;parque privativo&quot;. Pergunto-lhe se ali fica segura, diz-me que sim claro, colocando um cobertor por cima, que dizia ele para disfarçar. Pois eu achei que até chamava mais a atenção, mas pronto, lá vim de novo para o riad tentar descansar deste final de dia.</div><div>Já mais descansados e bem dispostos resolvemos então ir dar um pequeno passeio até à praça Jemaa el Fna e ficamos surpreendidos, pois ainda não tínhamos visto nada igual por Marrocos por onde tinhámos passado. Continuava a romaria do costume nas ruas é certo, mas agora com muita mais gente e com muitos mais turistas. Quase que diria que tínhamos chegado a uma festa popular, em que toda a cidade estava na rua. Acabámos por comer qualquer coisa por aqui e notámos logo muito mais escolha e mais restaurantes vocacionados para o turismo, sendo muito mais difícil negociar...assim não gosto.</div><div>Hoje já deu para ter uma noção daquilo que nos espera amanhã, pois o dia será passado por aqui.</div><div>Estatísticas do dia:</div><div>Distância (km): 219,92</div><div>Tempo total (hh:mm): 07:01</div><div>Tempo de locomoção (hh:mm): 04:34</div><div>Abastecimentos: 1</div><div>Custo combustível (€): 10,70</div><div>Litros: 10,80</div><div>Média C.B. L/100km: 2,9</div><div>Alimentação (€): 20,10</div><div>Dormida (€): 32</div><div>Total (€): 62,80</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Dia 8 (Boumalne Dadès -&gt; Ouarzazate)</title><description><![CDATA[Hoje acodámos com uma bela vista para o vale da cidade e entusiasmados, principalmente eu, porque iria fazer umas das estradas com que sonhava há já bastante tempo. Tivemos direito a um energético pequeno almoço no terraço do hotel, com vista priveligiada dando para preparar a rota do dia, em que o objetivo era seguir a R704, a famosa estrada do Gorges du Dadès. Com tudo arrumado seguimos em direção de Tamellalt e começámos desde logo a ficar encantados com esta estrada e pelas paisagens que nos<img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_b3d824b6807e474191469e2d94952bdd.jpg"/>]]></description><link>https://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/single-post/2015/09/09/Dia-8-Boumalne-Dad%C3%A8s-Ouarzazate</link><guid>https://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/single-post/2015/09/09/Dia-8-Boumalne-Dad%C3%A8s-Ouarzazate</guid><pubDate>Wed, 09 Sep 2015 19:06:16 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Hoje acodámos com uma bela vista para o vale da cidade e entusiasmados, principalmente eu, porque iria fazer umas das estradas com que sonhava há já bastante tempo. </div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_b3d824b6807e474191469e2d94952bdd.jpg"/><div>Tivemos direito a um energético pequeno almoço no terraço do hotel, com vista priveligiada dando para preparar a rota do dia, em que o objetivo era seguir a R704, a famosa estrada do Gorges du Dadès.</div><div>Com tudo arrumado seguimos em direção de Tamellalt e começámos desde logo a ficar encantados com esta estrada e pelas paisagens que nos ia proporcionando de quilómetro em quilómetro.</div><div>Se no dia anterior as Gargantas do Todra tinham já colocado a fasquia bem alto, para mim esta estrada conseguiu superá-la. </div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_438bd9443ef441d2accd1ac8aa1fb2ff.jpg"/><div>Não consigo mesmo descrever-vos a emoção vivida ao conduzir por aqui, parecendo um puto, à espera de cada curva para logo poder apreciar a bela paisagem que surgia adiante.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_1cf2e4b8fb7845c89110bb9af381f654.jpg"/><div>Chegado à parte, que normalmente é a mais fotografada e conhecida da maior parte de nós, fiquei assustado com aquelas curvas completamente apertadas, mais ainda porque tinha a mota pesada e o piso não estava nas melhores condições. Prossegui mais um pouco com a vontade enorme de continuar e poder ir até Imilchil, mas a distância seria bastante e não sei se teria mota para chegar lá. </div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_c7a4af8f0b4b4525a15e311873bc70b0.jpg"/><div>Mas esta estrada deixou-me com uma vontade enorme de querer voltar e conseguir um dia fazer todo o trecho até Imilchil e voltar talvez pelas Gargantas do Todra.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_5f29725f71494971b6f8bc656a3336ca.jpg"/><div>Fica a recomendação para quem queira um dia aventurar-se e seguir por esta estrada, pois acredito que por aqui encontrará do melhor que Marrocos terá para oferecer, pois seguindo apenas rotas turísticas não vão ter noção do que realmente é Marrocos.</div><div>Nós ainda tivemos alguma sorte em passar por alguns vilarejos mais remotos ao longo das distâncias que separavam as cidades &quot;turísticas&quot; e ter conseguido ficar com uma outra ideia do país, pois se a amostra fosse apenas aquelas cidades mais conhecidas, acho que não ficava com tanta vontade de voltar cá. Felizmente que levámos conosco um pouco do interior deste país, das suas gentes e da sua ótima gastronomia.</div><div>Um pouco difícil foi resistir à tentação de não continuar, mas tinha que ser, até porque ainda queríamos visitar o vale do Draa e tínhamos que arranjar hotel, retrocedemos e seguimos em direção de Ouarzazate.</div><div>Antes daqui chegarmos decidimos parar num lugar para comer, até porque já não me dou sem parar nas aldeolas para comer algo e parecia estar tudo muito parado. Lá lhe perguntei se podia fazer qualquer coisa e disse-me que me fazia umas espetadas com batata frita, maravilha...o pessoal por aqui desenrasca sempre qualquer coisa.</div><div>Já de barriga bem cheia prosseguímos para Ouarzazate, com o objetivo de arranjar hotel, deixar os sacos e prosseguir até ao Vale do Draa. Como na cidade perdemos bastante tempo à procura de um lugar, tivemos que desistir de ir ao Vale, mas perdemos a cabeça e demos mais uns dinares para um hotel com piscina e aproveitar o resto do dia.</div><div>Ao final do dia lá fomos para a praça central, tal como muitos marroquinos e parecia tudo uma feira. Crianças a brincar à bola, a correr, pessoas a passear, sentadas na esplanada, parecia uma autêntica romaria. </div><div>Decidimos jantar em plena praça, pois ali com aquela romaria tinhamos diversão garantida a noite toda e sentámo-nos num restaurante bastante simples e preços baratos, mas claro, mesmo assim negociei o preço (vou ter saudades disto em Portugal, assim como da comida) e lá consegui umas sopas à borla e fruta à sobremesa se quisesse. </div><div>E claro que o jantar foi tudo menos chato, o que seria impossivel em plena praça marroquina.</div><div>Amanhã prosseguimos para Marraquexe pela famosa estrada N9, que atravessa o Tizi n'Tichka e se situa a 2260m, mas já nos avisaram para ter cuidado, devido às obras de alargamento, na tentativa de reduzir os inúmeros acidentes nesta zona e o muito trânsito que por lá circula.</div><div>Estatísticas do dia:</div><div>Distância (km): 190,21</div><div>Tempo total (hh:mm): 05:20</div><div>Tempo de locomoção (hh:mm): 04:09</div><div>Abastecimentos: 0</div><div>Custo combustível (€): 0</div><div>Litros: 0</div><div>Média C.B. L/100km: 3</div><div>Alimentação (€): 20</div><div>Dormida (€): 27</div><div>Total (€): 47</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Dia 7 (Merzouga -&gt; Boumalne Dadès)</title><description><![CDATA[Hoje acodámos bem cedinho e bastante entusiasmados com o nascer do sol. Mas para ter uma vista priveligiada faltáva-nos ainda subir uma enorme duna. Aguardamos pelo outro casal e partimos juntos. Começamos a subir a duna, com a ajuda de uma corda que já lá estava colocada e o esforço mesmo assim, foi grande. Como ainda não nos estávamos a sentir a 100% decidimos ficar por ali, acima da metade da duna, enquanto o outro casal conseguiu prosseguir. Ali já sentados, ficamos a olhar então para a<img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_9d870b40ea1545dfa98380b5ae8bb0ed.jpg"/>]]></description><link>https://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/single-post/2015/09/09/Dia-7-Merzouga-Boumalne-Dad%C3%A8s</link><guid>https://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/single-post/2015/09/09/Dia-7-Merzouga-Boumalne-Dad%C3%A8s</guid><pubDate>Wed, 09 Sep 2015 00:08:34 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Hoje acodámos bem cedinho e bastante entusiasmados com o nascer do sol. Mas para ter uma vista priveligiada faltáva-nos ainda subir uma enorme duna. Aguardamos pelo outro casal e partimos juntos. </div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_9d870b40ea1545dfa98380b5ae8bb0ed.jpg"/><div>Começamos a subir a duna, com a ajuda de uma corda que já lá estava colocada e o esforço mesmo assim, foi grande. Como ainda não nos estávamos a sentir a 100% decidimos ficar por ali, acima da metade da duna, enquanto o outro casal conseguiu prosseguir.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_098fbb6b34a64fedb9c1020ec258e407.jpg"/><div>Ali já sentados, ficamos a olhar então para a fronteira argelina, porque a qualquer momento o sol iria nascer. Eram já perto das 7h quando o avistamos pela primeira vez, lá bem ao fundo subindo lentamente.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_5b29af24255e4c47a555e31b9f9ae99c.jpg"/><div>Avistamos da duna, os berberes lá em baixo já aterefados a colocar tudo para o pequeno almoço e decidimos então descer. Comemos algo, arrumamos as mochilas e partimos para mais uma viagem de dromedário. </div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_e9a7bba5f8224fdba29d47014996c89a.jpg"/><div>Chegados ao hotel foi tomar um banho e arrumar tudo para sairmos, já com o pensamento na pista e em como iríamos fazer novamente o caminho sem stressar muito.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_8bdac9e3494c4943b244744b4c16095c.jpg"/><div>Tudo arrumado na moto, lá seguímos para a &quot;temida&quot; pista. Esta não seria nada de extraordinário se seguissemos a bordo de uma trail a sério e com uma boa suspensão, pois o problema desta pista, apesar da gravilha solta, dos pedregulhos e da alguma areia, eram mesmo os regos enormes que esta tinha, não me deixando prosseguir a mais de 30km/h e sempre a trepidar muito.</div><div>Aqui notou-se bem a limitação da NC e da sua suspenção, não conseguindo absorver este piso, mais ainda carregada. A meio notamos que a top case ia a fazer um barulho estranho. Parámos e reparamos que os parafusos tinham caído. À frente, olhei para um dos faróis auxiliares e este já vinha pendurado junto à roda, pois um dos parafusos tinha mesmo partido com a trepidação.</div><div>Faltavam ainda uns quilómetros para alcançar a tão desejada nacional e tinhámos que arranjar uma solução para prender a top case. Esta passou por a prender com uns esticadores que tinha trazido e umas abraçadeiras plásticas.</div><div>Chegados à nacional fomos logo em direção a Rissani, para tentar solucionar o nosso problema. Mal vi uma pequena loja de lavagem parei e perguntei ao rapaz se me conseguia ajudar a arranjar ali uns parafusos e que se conseguisse, também queria que me lavasse a mota.</div><div>Lá tentamos tirar o suporte da top case para ver que tipo de parafusos precisávamos e lá foi ele de bicicleta não sei aonde arranjar uns. Passado uns minutos lá vinha ele todo sorridente com uns, ainda melhores do que os de origem.</div><div>Este povo é mesmo fantático, sempre pronto a ajudar, sempre pronto a agradar e sempre muito humilde. </div><div>Lá lhe dei cerca de 10€ e penso que ficou contente, assim como eu fiquei pois resolveu-me o problema para prosseguir a viagem descansado.</div><div>Tudo resolvido lá fomos nós em direção às Gargantas do Todra deixando o deserto para trás e voltando a avistar o Atlas. E como é bom voltar a ver o Atlas, montanhas capazes de nos oferecer paisagens fantásticas ao longo de toda a estrada.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_5b352ea4bd4146febeb62501364aa634.jpg"/><div>Seguímos pela estrada norte em direção a Tinghir com um calor insuportável, exigindo inúmeras pausas para beber água, mas passando por vilarejos, que acredito que, quem visitar Marrocos e tiver oportunidade de passar por eles, vai-se apaixonar. São lugares pobres é certo, mas não sei como, transparecem sempre uma enorme alegria, uma calma enorme, havendo sempre algo que nos desperta a atenção e nos faz conversar durante vários quilómetros acerca disso.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_2cc98f9d37b34e578ade9911316c9776.jpg"/><div>Chegados a Tinghir ficamos maravilhados com esta cidade, parecendo um oásis rodeada por um palmeiral.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_b1509d3c36524a03a65ee661bbd7c3a9.jpg"/><div>Daqui seguimos para as Gargantas do Todra e continuamos a ficar maravilhados com a paisagem, sempre com o Atlas como pano de fundo.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_c9532d674df74704b94d3145bceddb3f.jpg"/><div>Como começava a anoitecer e hoje não tinhámos marcado nada, resolvemos voltar à estrada e procurar algo em Boumalne Dadès. Chegados à cidade avistamos um hotel um pouco antes de descer para a praça central que parecia ter uma bela vista e fui perguntar o preço. </div><div>Entro, falo com o recepcionista e este diz-me que tem quartos disponíveis por cerca de 25€. Penso para mim, o preço está dentro dos limites que desejo dar, mas porque não tentar negociar. Ofereço-lhe 20€, o qual aceita, ainda me oferecendo o hall do hotel para colocar a NC e o pequeno almoço no dia seguinte no terraço.</div><div>Maravilha, sem ter marcado nada consegui um dos melhores hotéis até agora e com direito finalmente a uma garagem para a NC...já merecia.</div><div>Depois de hoje visitarmos as Gargantas do Todra, amanhã é dia de visitar as Gargantas do Dades e a sua estrada mítica, para depois tentar encontrar um hotel em Ouarzazate e prosseguir até ao Vale do Draa sem tanto peso.</div><div>Estatísticas do dia:</div><div>Distância (km): 298,88</div><div>Tempo total (hh:mm): 10:20</div><div>Tempo de locomoção (hh:mm): 06:21</div><div>Abastecimentos: 1</div><div>Custo combustível (€): 9,6</div><div>Litros: 9,46</div><div>Média C.B. L/100km: 3,2</div><div>Alimentação (€): 14,50</div><div>Dormida (€): 20</div><div>Manutenção (€): 10</div><div>Total (€): 54,10</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Dia 6 (Merzouga)</title><description><![CDATA[Depois de uma longa noite, em que chegámos super cansados ao hotel, apenas queríamos descansar, para pelo menos neste dia acordarmos melhores. Infelizmente o acordar não foi como pretendíamos e de madrugada já rebolávamos para fora da cama, ainda com dores intestinais. Levantámo-nos para tentar tomar o pequeno almoço e em desespero abordámos o satff do hotel para saber se havia possibilidade de poder ir a um médico naquela zona. Disseram-nos para aguardarmos um pouco, pois iam tentar ajudar.<img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_eccb64838df542ad9d3ab8e463d67334.jpg"/>]]></description><link>https://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/single-post/2015/09/08/Dia-6-Merzouga</link><guid>https://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/single-post/2015/09/08/Dia-6-Merzouga</guid><pubDate>Tue, 08 Sep 2015 00:00:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Depois de uma longa noite, em que chegámos super cansados ao hotel, apenas queríamos descansar, para pelo menos neste dia acordarmos melhores.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_eccb64838df542ad9d3ab8e463d67334.jpg"/><div>Infelizmente o acordar não foi como pretendíamos e de madrugada já rebolávamos para fora da cama, ainda com dores intestinais.</div><div>Levantámo-nos para tentar tomar o pequeno almoço e em desespero abordámos o satff do hotel para saber se havia possibilidade de poder ir a um médico naquela zona. Disseram-nos para aguardarmos um pouco, pois iam tentar ajudar. Passado pouco tempo traziam-nos uns antibióticos e antiparasitários.</div><div>Aceitámos a embalagem para depois pesquisar o composto na net e tiramos o resto do dia para descansar, pois no final do dia esperava-nos ainda, um pequeno percurso de dromedário até ao acampamento.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_f155d4233f614463948227293acdcccd.jpg"/><div>Ao longo do dia fomos sentindo uma ligeira melhoria, dando para desfrutar da piscina e prosseguir com o plano de ir para o deserto, pois de manhã, já tinhámos colocado quase de parte esta opção.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_229d2debe8aa4e7fb6a43cbfc369f380.jpg"/><div>Antes de sair do hotel deram-nos garrafas de água para o percurso e pernoitar, assim como, nos apresentaram os companheiros do deserto. A viagem teria uma duração de cerca 1:30h, ao final do dia, conseguindo assistir em pleno deserto ao pôr do sol. Avistamos também durante este percurso, bem lá ao fundo, uma barreira rochosa gigantesca, que era a fronteira &quot;natural&quot; com a Argélia.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_1da8bea7cc05444ea50cf9536e5e33a7.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_24e416bb4efa4004beddc8ca483aad16.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_da82ec8e177b4368865d3c6744569b9a.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_97da51a86f244a008a6483bb02ed687a.jpg"/><div>Ao longo desta pequena viagem deu para criar uma amizade com um casal de portugueses bem simpáticos, que viajaram desde Marraquexe, já tendo passado por Ouarzazate e Boulmane, cidades que nos restam e aproveitámos para trocar informações com eles. </div><div>Disponibilizando-se, desde logo, a facultar-nos também alguns medicamentos que tinham trazido e dar conselhos acerca das condições das estradas que iríamos encontrar, das obras que estavam a decorrer e chamar a atenção da muita polícia na estrada. </div><div>Como os berberes se aperceberam da nossa boa disposição, colocaram-nos na mesma mesa ao jantar e durante este deu ainda para trocar muitos dos nossos pontos de vista acerca do país e sentir que todos nós estávamos bastante fascinados e perplexos, mais com o modo de vida deles do que propriamente com aquelas cidades mais &quot;turísticas&quot;.</div><div>Terminado o jantar houve ainda tempo para um pequeno convívio com os berberes, que nos animaram com música desta região e ensinaram a tocar os instrumentos musicais.</div><div>No final deste dia tínhamos uma bela de uma tenda em pleno deserto com aqueles tapetes típicos bérberes, à nossa espera, que não nos iria acolher por muito tempo, pois o nascer do sol é por volta das 6:30 e há uma enorme duna para subir, antes de experienciar um nascer do sol em pleno deserto.</div><div>Estatísticas do dia:</div><div>Distância (km): 9,85 (de dromedário)</div><div>Tempo total (hh:mm): 01:47</div><div>Tempo de locomoção (hh:mm): 01:14</div><div>Abastecimentos: 0</div><div>Custo combustível (€): </div><div>Litros: 6 L (de água)</div><div>Média C.B. L/100km:</div><div>Alimentação (€): 18</div><div>Dormida (€): 80 (regime meia pensão)</div><div>Total (€): 98</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Dia 5 (Fez -&gt; Merzouga)</title><description><![CDATA[Hoje acordámos com dores gastrointestinais, um dos males que afeta muitos dos turistas que visitam este país, talvez devido a abusos e ao pouco cuidado da seleção da comida que fomos comendo nas ruas de Fez. O mais sensato talvez seria ficar mais um dia para tentar recuperar, pois a distância para este dia seria enorme, mas mesmo assim fizemo-nos à estrada. Já saímos bastante tarde de Fez e logo nos apercebemos que nos esperaria uma viagem muito longa, pois o calor era tanto que nos obrigava a<img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_c11e696979784859aca653c62192bc53.jpg"/>]]></description><link>https://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/single-post/2015/09/06/Dia-5-Fez-Merzouga</link><guid>https://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/single-post/2015/09/06/Dia-5-Fez-Merzouga</guid><pubDate>Sun, 06 Sep 2015 16:07:02 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Hoje acordámos com dores gastrointestinais, um dos males que afeta muitos dos turistas que visitam este país, talvez devido a abusos e ao pouco cuidado da seleção da comida que fomos comendo nas ruas de Fez.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_c11e696979784859aca653c62192bc53.jpg"/><div>O mais sensato talvez seria ficar mais um dia para tentar recuperar, pois a distância para este dia seria enorme, mas mesmo assim fizemo-nos à estrada.</div><div>Já saímos bastante tarde de Fez e logo nos apercebemos que nos esperaria uma viagem muito longa, pois o calor era tanto que nos obrigava a parar quase de 50 em 50 km para bebermos água e hidratar-nos. Depois como estávamos com dores de barriga, tínhamos que parar também em vários locais para poder ir ao WC e descansar um pouco.</div><div>Ainda tentámos comer algo, mas apenas conseguíamos comer pão e beber água. Felizmente que ao longo de todo o caminho existem inúmeras estações de serviço e vilarejos sempre com algum restaurante e até farmácias.</div><div>Passámos por Ifrane e ficamos surpreendidos como existe um cidade destas em Marrocos, parecendo mesmo uma cidade europeia ao estilo suíço, daí o seu apelido.</div><div>Passámos por Timahdite e a partir daí fomos contemplados com as maravilhosas paisagens do Atlas, tendo servido quase como antibiótico e feito com que não pensássemos nas nossas dores.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_f7186657b90348ff8623e161cee9f930.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_088ea57c6cb04c39934d5052ba4bd191.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_d4a42af3ebd9491994aa6723d5b5a54b.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_58426b1ffa3444caa2756dced4d23200.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_e161cd04303b48639b63bc3e1ba8c3fd.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_33541fa789fe472b82bfc6aa0bba5370.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_d3d1da2ee533413baf5fa4c450c2f30a.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_a42e015205844d3e8c92bc4d595e6d61.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_f50b3eb826b04220a15bde2109535cf4.jpg"/><div>A viagem continuava longa e já ao final do dia chegamos a Errachidia. Mais à frente conseguimos contemplar o oásis de Tafilalet, mas a noite já teimava em aparecer.</div><div>Tivemos que fazer ainda mais alguma paragens pois os nossos corpos teimavam em não melhorar.</div><div>Já noite cerrada alcançamos Rissani e já pouco faltava para chegar ao hotel. Temendo a pista final, tinha ainda esperança que não fosse tão má como imaginava.</div><div>Mas chegando à pista reparei que esta era muito pior do que alguma vez imaginara. Muita gravilha, pedras, alguma areia, muitos buracos e isto a fazer durante a noite sem conseguirmos ver nada à nossa volta. Devemos ter demorado cerca de 30 minutos a percorrer quase 10km de pista, mas depois de um dia longo e cansativo parecia que não mais tinha fim.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_9a7fa1728df44756a1b8ca81c58e64e1.jpg"/><div>Quando chegamos à entrada do hotel e quando achamos que já seria melhor este trecho, ainda conseguiu ficar pior, pois a partir daqui já só apanhámos areia.</div><div>A mota ficou atolada uma vez, tivemos que sair e tirá-la de lá. A minha namorada prosseguiu a pé e eu com muito cuidado lá continuei, até bem próximo do hotel. E já em pleno deserto, voltei a atola-la novamente e já não a consegui tirar mais.</div><div>Saí da mota e ela ficou ali enterrada na areia, sem necessidade de colocar qualquer descanso. Tiramos as coisas todas e fomos chamar ajuda para a tirar dali. Depois de a tirar já nem mexemos mais nela e ficou ali ao lado a dormir em pleno deserto, pois o que queríamos era simplesmente ir para o quarto descansar.</div><div>Já no quarto, sem ainda acreditarmos que tínhamos aqui chegado, tentamos recuperar, mas as dores de barriga eram insistentes. Tentamos comer algo mas não conseguimos, apenas queríamos beber água.</div><div>Agora é descansar e recuperar para amanhã acordar melhor e desfrutar o hotel e o deserto.</div><div>Estatísticas do dia:</div><div>Distância (km): 482,50</div><div>Tempo total (hh:mm): 13:00</div><div>Tempo de locomoção (hh:mm): 07:32</div><div>Abastecimentos: 2</div><div>Custo combustível (€): 17,30</div><div>Litros: 17,26</div><div>Média C.B. L/100km: 3,1</div><div>Alimentação (€): 5,20</div><div>Medicação (€): 3,80</div><div>Dormida (€): 80 (regime meia pensão)</div><div>Gorgetas(€): 0</div><div>Souvenirs(€): 0</div><div>Total (€): 106,30</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Dia 4 (Fez)</title><description><![CDATA[Hoje o dia foi de descanso para a NC e de exploração para nós. Saímos do hotel por volta das 11h e indo em direção à medina de el-Bali reparamos que tudo estava mais calmo que o habitual. Pois é, hoje é sexta feira, o seu dia de descanso e nem todos abrem a sua "banca". Mesmo assim, estava o caos normal instaurado. Reparei que alguns dos amigos que ontem tinha feito não se esqueceram de mim. Por aqui já ganhei o apelido de "Ali baba" e por onde passo todos me chamam. Até é engraçado, pois parece<img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_309c3c0195814d9abdf63640b011c1db.jpg"/>]]></description><link>https://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/single-post/2015/09/04/Dia-4-Fez</link><guid>https://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/single-post/2015/09/04/Dia-4-Fez</guid><pubDate>Fri, 04 Sep 2015 22:33:52 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Hoje o dia foi de descanso para a NC e de exploração para nós.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_309c3c0195814d9abdf63640b011c1db.jpg"/><div>Saímos do hotel por volta das 11h e indo em direção à medina de el-Bali reparamos que tudo estava mais calmo que o habitual. Pois é, hoje é sexta feira, o seu dia de descanso e nem todos abrem a sua &quot;banca&quot;.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_1b0f5e62306141d49528155d8679649c.jpg"/><div>Mesmo assim, estava o caos normal instaurado. Reparei que alguns dos amigos que ontem tinha feito não se esqueceram de mim. Por aqui já ganhei o apelido de &quot;Ali baba&quot; e por onde passo todos me chamam. Até é engraçado, pois parece que já faço parte deles e assim pelo menos estes já não nos chateiam tanto. A minha namorada é que não acha tanta piada, pois assim não passamos despercebidos.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_82e529cb2f534a2db219ede3e58fa6cf.jpg"/><div>Fomos em direção à mesquita Karaouine, uma das mais antigas de Marrocos, para depois passar pelos famosos curtumes. Pego no telemóvel, ligo o gps e logo desisto de me tentar guiar por ele. É mesmo quase impossível. São tantas as ruas e com pouco sinal que aqui não nos serve de nada.</div><div>Depois, enquanto andamos na rua temos sempre pessoas a dizerem-nos que ali está fechado, ou que não podemos passar, tentando empurrar-nos para alguns dos falsos guias.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_d117667b00c34bdfa687799d2497cdc8.jpg"/><div>Resistimos a bastantes e lá andávamos perdidos pela medina, passando por ruelas muito estreitas e escuras, mas nunca nos sentindo inseguros. Aliás, reparámos que por toda a medina tem camaras de vigilância e sinceramente, mesmo ontem à noite que nos levaram por caminhos estranhos e escuros, jamais nos sentimos inseguros e ameaçados. Também nunca andamos com nada de valor e depois acho que aqui temos que nos deixar levar, porque senão não podemos passar das portas da medina.</div><div>Lá vimos a mesquita de fora, pois nesta não podemos entrar, e logo veio um miúdo dizer-nos que nos iria levar a uns curtumes e não queria nada. Lá o seguimos e assim foi, deixou-nos numa cooperativa de artesãos. </div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_610b3913ad5d49dcaba0e89b85ce6957.jpg"/><div>Dirigiu-se logo um artesão a nós e em francês prosseguiu a visita a explicar-nos todos os processos, desde a chegada da pele, até ao seu tratamento e venda para os artesãos depois a trabalharem. Como ficou ali mais de 1h conosco já sabia que não nos livrariámos dele sem ter que lhe dar uma &quot;gorgeta&quot;, até porque a sua explicação tinha sido bastante detalhada e completa.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_b3c2f12f91eb45139c15d451a033767f.jpg"/><div>Mas antes de sairmos lá nos levou até aos outros artesãos para vermos as coisas que faziam com aquela pele. Aqui, caí no erro de lhes perguntar se tinham algo para colocar no banco da mota para ficar mais confortável, pois já tinha visto fotos de alguns viajantes com pele de ovelha e cordeiro no banco, dando-lhe um ar mais aventureiro e pelos vistos ganhando algum conforto também.</div><div>E pronto, já não consegui sair daqui sem nada. Felizmente só tinha levado cerca de 18€ comigo e se no início me pediram quase 60€, lá trouxe comigo a pele de cordeiro pelo dinheiro que tinha no bolso e mais a carteira dos trocos como &quot;regalo&quot;. Mas ficamos quase 1h a negociar e sinceramente não sei se paguei um preço muito elevado pela pele. Espero que pelo menos consiga ganhar algum conforto, pois ultimamente já me tenho ressentido do banco de origem da NC.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_5023cf2b4fad4c0dbb49d5817be0b795.jpg"/><div>Fomo depois almoçar por apenas 2€, e provar o café marroquino que achei muito bom. Aqui abusaram e levaram-nos um preço de &quot;turista&quot; bem alto, cerca de 1€ por café. Disse ao homem que nem em Portugal pagava isso por um café, mas pronto, não negociei antes, tive que pagar o que exigiu.</div><div>Depois do almoço prosseguimos a nossa aventura e descoberta pela medina e tentámos alcançar os curtumes mais antigos da cidade que sabia que ficavam junto ao rio.</div><div>Lá insisti novamente com o gps, mas rapidamente voltei a desistir. Andávamos de um lado para o outro e uns miúdos aperceberam-se que andávamos perdidos. Lá veio mais um com ar suspeito! Abordou-nos mas disse-lhe logo que não pagaria nada uma vez mais, e que me dissesse apenas qual a direção dos curtumes.</div><div>Dá-me a indicação e diz-me que para os ver teria que subir a uns terraços senão não viria nada. Pergunto-lhe quanto me iria custar e diz que por cerca de 2€ me levava lá e arranjava alguém para explicar. </div><div>Aceito, pois aqui acreditem, se não aceitarmos a ajuda dos habitantes locais vamos apenas andar perdidos, pois a medina é um autentico labirinto.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_3d0c68009b794733851ebaa8f7b59e5f.jpg"/><div>Subimos por uma habitação típica vários lances de escadas até chegar ao topo e avistar os tão famosos curtumes. Lá veio outro jovem ter conosco e explicar-nos novamente o processo. Aqui disse-lhe que não precisava explicar pois já nos tinham dito de manhã e prefiri ter com eles uma conversa acerca da realidade do pais, do seu dia a dia, do seu futuro. Ficamos então ali no terraço cerca de 1h30 na conversa, ofereceram-nos chá de menta (o tradicional) e falamos bastante acerca da realidade marroquina.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_8293193795064c8aa664c31c299a7428.jpg"/><div>Jovens tais como nós, também com um reduzida perspectiva futura, que nascendo numa família pobre, poucas oportunidades tem no futuro. Apesar da educação ser gratuita, muitos destes jovens apenas querem ficar na rua a fumar haxixe, comer e dormir, parecendo ser um problema neste país o consumo desta substância. Pergunto-lhe se fumam desde novos e se por aqui o fazem em casa, ao que me respondem que sim e toda a família o faz. </div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_45155cf85994464ca3f239589eed3a51.jpg"/><div>Depois da conversa prosseguimos juntos até à mesquita dos Andaluzes, passando pelo meio dos curtumes e sentido de perto o cheiro intenso deste local e cumprimentando os trabalhadores que por lá estavam. Aqui estava tudo a ser reconstruído e os rapazes disseram-nos que a UNESCO estava a financiar estas obras.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_0ef6c7bf6ca3454b848647b44739af37.jpg"/><div>Andámos com estes rapazes pelo menos mais umas 2h percorrendo uma grande parte do lado oposto da entrada da mesquita, passando por caminhos que duvido que muitos dos turistas comuns o façam, entrando em casas de habitantes locais para ver o interior destas e os seus fantásticos balcões centrais.</div><div>Lá nos deixaram no sítio onde nos tinham abordado e sem o quererem pedir, até porque já nos tinham dito que poderiam ir presos por uma noite se aceitassem dinheiro de turistas, lá nos pediram algo. Aqui sinceramente dei-lhes uma gorgeta com bom grado pois os miúdos foram impecáveis conosco e levaram-nos a sítios que sozinhos nunca teríamos ido.</div><div>A noite fomos comer a Pastilla de Fez com amêndoas e frango e que delícia, recomendamos.</div><div>Fez foi uma surpresa agradável e que gostamos bastante. Aqui já percebemos que temos que nos deixar levar e tentar aceitar a sua ajuda em algumas situações. O importante é negociar sempre antes e compreender que muitos o fazem porque não tem outra solução.</div><div>Amanhã um novo dia nos espera e este será bem longo. O nosso destino é Merzouga e esperamos alcançar o deserto ainda antes do pôr de sol.</div><div>Estatísticas do dia:</div><div>Distância (km): 19,77 (feitos a pé)</div><div>Tempo total (hh:mm): 08:46</div><div>Tempo de locomoção (hh:mm): 04:44</div><div>Abastecimentos: 0</div><div>Custo combustível (€): 0</div><div>Litros: 0</div><div>Média C.B. L/100km: 0</div><div>Alimentação (€): 15,40</div><div>Dormida (€): 27</div><div>Gorgetas(€): 5 (curtumes+guias)</div><div>Souvenirs(€): 18</div><div>Total (€): 65,40</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Dia 3 (Chefchaouen -&gt; Meknès -&gt; Fez)</title><description><![CDATA[No segundo dia em Marrocos e ainda a habituar-mos à sua cultura e hábitos, fomos hoje visitar duas das suas cidade imperiais, Meknès e Fez. Acordámos bem cedo, pois ainda queríamos tirar algumas fotos da bela cidade de Chefchaoeun e não sair muito tarde para conseguir visitar ainda Meknès, antes de pernoitar em Fez. Depois de um pequeno passeio matinal, lá fomos ao hotel buscar as coisas para ir arrumar tudo na moto. Ao chegar ao local onde a tinhámos deixado, reparei que não estava no sítio<img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_920c99d72e2a42ffbd9e79aad944ef93.jpg"/>]]></description><link>https://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/single-post/2015/09/04/Dia-3-Chefchaouen-Mekn%C3%A8s-Fez</link><guid>https://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/single-post/2015/09/04/Dia-3-Chefchaouen-Mekn%C3%A8s-Fez</guid><pubDate>Fri, 04 Sep 2015 00:35:32 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>No segundo dia em Marrocos e ainda a habituar-mos à sua cultura e hábitos, fomos hoje visitar duas das suas cidade imperiais, Meknès e Fez.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_920c99d72e2a42ffbd9e79aad944ef93.jpg"/><div>Acordámos bem cedo, pois ainda queríamos tirar algumas fotos da bela cidade de Chefchaoeun e não sair muito tarde para conseguir visitar ainda Meknès, antes de pernoitar em Fez.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_ac7e5c115b9f4e5eaa16d3aecc32eff7.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_ae9d7493d9eb4b5b8d359de1e5288546.jpg"/><div>Depois de um pequeno passeio matinal, lá fomos ao hotel buscar as coisas para ir arrumar tudo na moto. Ao chegar ao local onde a tinhámos deixado, reparei que não estava no sítio onde a tinha deixado, mas sim uns metros mais à frente. </div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_d1cc427d14be4282aed7ac163846b060.jpg"/><div>Como a tinha deixado com a direção trancada não sei como a conseguiram transportar até lá, mas também preferi não perguntar. Ao chegar junto à moto lá veio ter o tal &quot;guarda&quot; junto de nós e dizer que ninguém tinha tocado na moto e que estava ali para poderem passar uns carros.</div><div>Arrancámos em direção a Meknès temendo encontrar o mesmo trânsito do dia anterior....mas hoje tudo estava mais calmo e as estradas estavam também em melhores condições.</div><div>Muitos polícias encontram-se sempre, ou quase sempre, com a sua &quot;pistola&quot; de controlo de velocidade à entrada ou à saída das cidades, felizmente quase sempre me apercebi da sua presença e numa das vezes, como vi um carro parado (já a ser multado) abrandei, estando eles escondidos entre arbustos.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_f7e3d7a9ae7f430d86dd826fb4e44b92.jpg"/><div>Apanhei também já vários sinais de abrandamento e de stop no meio da estrada, em que paro sempre, à espera do sinal de avanço dos polícias. Até agora ainda não me mandaram parar.</div><div>Antes de chegar a Meknès parei numas bombas que não tinha gasolina, já na reserva prossegui uns bons quilómetros até encontrar umas outras, praticamente no meio do nada, parecendo quase um oásis.</div><div>Abastecemos, fomos ao WC e sentamo-nos um pouco. Aparece logo alguém do bar a perguntar se queríamos algo e perguntei se dava para comer qualquer coisa. Foram logo lá dentro buscar um cordeiro e penduram-no à nossa frente e perguntaram o que queríamos. Disse que apenas algo no pão e rápido. </div><div>Não sei se perceberam, mas ficamos quase 45 minutos à espera das sandes, mas valeu todo o tempo de espera, pois preparam-nos um petisco fenomenal. Trouxeram ainda salada, chá e ficaram ali todos a olhar para nós, a comer sem talheres, mas deliciados. Foi um verdadeiro achado este e a um bom preço, tendo-nos pedido cerca de 8€, mas lá acharam que estavam a abusar no preço e ainda nos vieram dar mais troco. Aqui deu para sentir o verdadeiro povo marroquino, não olhando apenas ao lucro e tentar enganar os turistas. Sei que nos levaram um preço mais alto, mas acreditem que em Portugal, por menos de 12€ não nos serviam assim.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_5773fd0ac3a343d0a81112625960bc63.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_8d7f4afbe20342099077e6aa202d76a3.jpg"/><div>Chegados a Meknès apercebemo-nos logo de uma realidade diferente, sendo uma cidade bem maior do que aquelas que tinhamos visto até aqui e com um movimento bem maior. Chegar ao centro não foi difícil, tal como chegar até aqui, pois a sinalização na estrada é bastante boa dispensando mesmo o gps.</div><div>Lá paramos num parque de estacionamento e tivemos que negociar o preço, pedi ainda para guardar os capacetes e nem me preocupei em guardar nada, nem meter cadeados nas malas. Bem negociado lá ficou o preço em cerca de 1€ e lá me indicaram o que haveria de visitar no pouco tempo que tinha.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_dad57792540d419d9a98884d778c363a.jpg"/><div>Fomos dar um passeio pela medina e visitar a Porta monumental de Bab Mansour. A sua medina é enorme e bastante diferente daquela de Chefchaouen, gostando mais da primeira, sinceramente. Mas nesta encontram-se coisas que não pensaríamos encontrar e a cada passo uma surpresa surge. Sabe mesmo bem andar por aqui perdido.</div><div>Já saímos daqui ao final da tarde e deu para sentir o tráfego da cidade até à sua saída. Depois como devem estar a ocorrer eleições regionais, ou algo do género, há sempre inúmeras manifestações de apoio aos partidos, tendo hoje visto até pessoas em cima dos tejadilhos dos carros, como vemos às vezes nos filmes, mesmo em frente da polícia e em plena via pública...vale tudo por aqui. Já para não falar da moda de andarem de mota com o capacete de &quot;engenheiro&quot;, mas voltado para trás.</div><div>A chegar a Fez, ainda não tinhámos entrado e já vinham &quot;Mohamed's&quot; a acompanhar-nos nas suas lambretas e a abordar-nos. Um perguntou-me em que hotel ia ficar e disse-me que ali não poderia guardar a mota na garagem e sugeriu-me ir para outro sítio. Disse-lhe que primeiro ia ao hotel confirmar esta situação e depois logo decidia. Infelizmente veio a confirmar-se esta situação e hoje terei que deixar novamente a NC a dormir na rua.</div><div>Banho tomado e ainda com alguma luz solar, toca a sair do hotel e conhecer a medina. Mais parecida com a medina de Meknès, o pouco que vimos deu para perceber que é também caótica e enorme. Lá fomos novamente várias vezes abordados e lá apareceu um jovem a oferecer-nos para nos levar a um bom restaurante. Disse-lhe logo que não pagaria nada, mas mesmo assim insistiu em nos levar lá. </div><div>Lá nos deixou no local, mas antes de nos sentar-mos negociamos o preço, conseguindo um valor abaixo da metade daquilo que inicialmente nos propuseram. E ainda bem que ali ficamos, o Restaurante chama-se &quot;Skaya&quot; e faz umas &quot;tajines&quot; divinais. Amanhã já acordei com o simpático rapaz e vamos lá jantar novamente pelo mesmo valor, cerca de 10€.</div><div>Tudo corria bem até que...quando saímos e tentávamos sair da medina, aparece um rapaz a dizer-nos que a saída não era por ali e que nos iria ajudar. Tinha um aspeto manhoso, mas deixamo-nos ir, mais por minha culpa, que normalmente sigo todo o tipo de pessoas. Mas quando vejo que nos levava por uns sítios esquisitos, bem escuros e com um cheiro a &quot;haxe&quot;, paro e digo-lhe que não iríamos prosseguir. Lá me diz que mais à frente é o caminho principal e nos deixa lá. Quando aqui chegámos pede-me logo uns trocos. Digo-lhe que não e que me enganou, pois andámos ali à volta para ir ter ao mesmo sítio quase. Lá continuou sempre a insistir no mesmo e lá tive que lhe dar cerca de 0,20€ para se por a andar e ir comprar o seu &quot;haxe&quot;.</div><div>Resumindo, começamos a interiorizar esta nova cultura e até já nos apetece viver como árabes ficando largas horas sentados no café a olhar para quem passa sem nos preocupar-nos com nada. A vida deles não parece ser nada stressante e sinceramente ainda não consegui compreender de que vivem a maior parte das pessoas. Existem os comerciantes, os prestadores de serviços, os artesãos, os guias e falsos guias, os &quot;guardas&quot; dos parques, os polícias, os pastores...mas...e as outras pessoas, com que viverão? Lá descobrirei isso mais para a frente com certeza.</div><div>Amanhã o dia será passado por Fez e dedicado à sua exploração, conseguindo assim descansar um pouco.</div><div>Estatísticas do dia:</div><div>Distância (km): 267,27</div><div>Tempo total (hh:mm): 10:10</div><div>Tempo de locomoção (hh:mm): 06:04</div><div>Abastecimentos: 1</div><div>Custo combustível (€): 10,50</div><div>Litros: 10,57</div><div>Média C.B. L/100km: 3,0 (sim foi mesmo este o consumo indicado)</div><div>Alimentação (€): 23,50</div><div>Dormida (€): 27</div><div>Gorgetas(€): 1,20 (Mohamed 2+estacionamento)</div><div>Total (€): 62,20</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Dia 2 (Arcos de La Frontera -&gt; Chefchaouen)</title><description><![CDATA[Hoje acordámos com uma vontade enorme de viajar e finalmente alcançar Marrocos. O primeiro destino do dia seria o porto de Algeciras. Saímos já passavam 30 minutos da hora prevista e receámos não conseguir apanhar o ferry das 12h em direção a Tânger Med. E como estava uma manhã bem ventosa, não arriscamos e rolamos sempre a uma velocidade bastante moderada. Como nunca tinhámos estado antes em Algeciras e temendo uma enorme confusão, pensamos que já não fossemos apanhar o ferry das 12h, mas sim o<img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_c85556c634d943da8d4cc7e7fdddd541.jpg"/>]]></description><link>https://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/single-post/2015/09/02/Dia-2-Arcos-de-La-Frontera-Chefchaouen</link><guid>https://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/single-post/2015/09/02/Dia-2-Arcos-de-La-Frontera-Chefchaouen</guid><pubDate>Wed, 02 Sep 2015 22:47:27 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Hoje acordámos com uma vontade enorme de viajar e finalmente alcançar Marrocos. O primeiro destino do dia seria o porto de Algeciras.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_c85556c634d943da8d4cc7e7fdddd541.jpg"/><div>Saímos já passavam 30 minutos da hora prevista e receámos não conseguir apanhar o ferry das 12h em direção a Tânger Med. E como estava uma manhã bem ventosa, não arriscamos e rolamos sempre a uma velocidade bastante moderada.</div><div>Como nunca tinhámos estado antes em Algeciras e temendo uma enorme confusão, pensamos que já não fossemos apanhar o ferry das 12h, mas sim o das 15h. Mas para minha admiração, o porto estava bastante calmo e conseguímos comprar calmamente o bihete.</div><div>Como já tinha pesquisado os preços na net, dirigi-me logo ao balcão da companhia FRS, que eram os que tinham o preço mais barato online e como me pediram o mesmo, nem fui procurar outros preços.</div><div>Bilhete comprado, dirigimo-nos para o local de partida, faltando apenas 5 minutos para as 12h. </div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_d9aec8c8596d49c2afb14e3dc8996541.jpg"/><div>Atrasados já uns 15 minutos lá nos chamaram para subir a bordo do ferry e deixar a moto no lugar que indicaram. Pediram-me para colocar a moto no descanso central, ainda torci o nariz, mas de nada valeu.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_eb62f7a1081b477a8df15f2b31fd1a6e.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_d994370c7c6241029a71d419188c5416.jpg"/><div>A travessia decorreu tranquilamente, dando para preencher os papeis obrigatórios de entrada e carimbar os passaportes. </div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_c55979e583d4407bac5235b4f2ee5bc4.jpg"/><div>Quando saímos, pediram-nos novamente os passaportes e a carta verde. Documento este, que não tinhámos ainda preenchido, pois ninguém nos indicou a bordo do ferry. Mas também não foi nenhum problema pois muito prontamente e simpaticamente ajudaram-me a preenche-lo até que chegou um rapaz com uns bolos e foram todos os guardas a correr para o escritório comer. </div><div>Perguntei se estava tudo, recebi um &quot;sim&quot; e quando me preparava para arrancar chamaram-me e disseram-me para esperar. Lá fiquei uns bons 20 minutos à espera que acabassem de comer para virem entregar-me o papel de autorização de entrada no país e me deixarem finalmente prosseguir.</div><div>Papeladas tratadas toca a arrancar. O porto é enorme e novo, tendo bons acessos, não parecendo que já estavamos em Marrocos. Mas isso dura apenas uns quilómetros, até decidirmos prosseguir para Chefchaouen pela estrada nacional.</div><div>Sempre a respeitar os limites de velocidade, começo a aperceber-me que por cá afinal o povo não respeita assim tanto a sinalização nem as velocidades mencionadas. Os condutores dos camiões, mais parecem que estão a conduzir bicicletas, pois é sempre a abrir e pouco se importam com quem vem de frente. </div><div>Na estrada de montanha é tudo e todos a ultrapassar em qualquer lugar, seja numa curva sem visibilidade, tenha traço contínuo, metem-se na mesma, até se o da frente ameaça ultrapassar, assistimos a carros a virem na direção oposta a terem que parar...enfim, o verdadeiro &quot;texas&quot;, mas que nos manteve muito entretidos e a pensar como era isto possível.</div><div>Apanhamos um pequeno susto, pois numa parte em que a estrada ficou sem alcatrão meti a roda da frente num buraco e a parte do cárter bateu com alguma intensidade no chão. Parei mais a frente para verificar se tinha danificado algo, mas felizmente não passou de um susto.</div><div>Depois como estava bastante calor e vinha com a viseira aberta entrou-me uma vespa no capacete que me picou na testa e lá tive que parar novamente mais uns minutos para recuperar da picada.</div><div>Após todas estas peripécias lá chegamos à bela cidade azul, por uma estrada bastante íngreme, tentando chegar ao hotel. Aqui reparo que este fica no meio da medina e não consigo prosseguir de mota até lá. Começam logo várias pessoas a rodearem-nos e a dizer que nos levam lá, mas que a mota não podia passar, tendo que a deixar num parque fora da medina.</div><div>Resisto a um, resisto a outro e tento orientar-me através do gps para alcançar o hotel. Mas sem sucesso desisto e acabo por aceitar a ajuda de um homem.</div><div>Lá me diz que a mota não pode ir, mas que a posso deixar num parque com um &quot;guarda&quot; a noite toda. Leva-me ao hotel, ajuda-me a levar as coisas e diz-me depois que o melhor é deixar a mota no parque fechado. Pergunto-lhe o preço e diz-me que seria 2€ à hora...disse-lhe logo que estava louco e que não pagaria isso.</div><div>Enquanto arrumava as coisas no hotel o homem esperou à porta e já sabia que não me livraria dele sem lhe pagar algo.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_cf72607203c243e1bf6595ea22902128.jpg"/><div>Antes fui ter com o guarda do parque e negociei o preço com ele, dando-lhe 1,5€ e prometendo-lhe mais se amanhã a mota estivesse direitinha.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_dea21c81a4244f72bfaade5f5534ca20.jpg"/><div>Lá fui com o Mohamed (quase que adivinhava o nome sem lhe perguntar) à caixa de multibanco e fomos conversando um pouco. Tinha 38 anos, tinha nascido ali e vivia praticamente à custa dos turistas e vendendo um &quot;haxe&quot; por fora. Pede-me então 10€ por me ter ajudado, o que recusei de imediato e disse-lhe que apenas lhe dava 2,5€. Não aceitou, mas também não me largou e após uns largos minutos lá tive que lhe dar 5€ para se ir embora.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_649dafcca73141dd9b672f4da8eb8414.jpg"/><div>Depois de tudo isto lá tivemos um tempo para visitar a bonita medina da cidade azul, que vive praticamente do turismo e deambular pelas suas ruas, cheias de cor, vida, muita vida, cheia de pessoas e crianças, gatos, muitos cheiros, não parecendo dormir, foi uma experiência bastante enriquecedora.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_da61f19a1a3f4afcbb60d3f33a71fc6c.jpg"/><div>Deu também já para provar a comida típica marroquina e até agora adorei, os temperos são divinais e os seus bolos também. Não podemos andar mesmo pelas ruas com fome que apetece comer tudo.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_412b3fb7acec4239a74cdd3bf2234fae.jpg"/><div>À vinda para o hotel passei pelo parque onde está a mota que supostamente teria um &quot;guarda de parque&quot; toda a noite, mas nada nem ninguém. Pelo menos estava lá a NC a descansar e recuperar para mais um dia. </div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_55572303b65544a7a9231c8e458190b2.jpg"/><div>O primeiro dia em Marrocos não podia ter começado melhor, já estando em modo on e pronto para mias um dia. A evitar são hotéis no interior da medina e que dizem ter parque e o melhor quando se necessitar da ajuda de alguém é negociar logo o preço antes de ir com ele. Coisa que já tinha lido na net mas que não apliquei, pois depois de uma longa viagem nem sempre conseguímos pensar em tudo.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_14438c7d38f74be9a7ecdd2c9d03ed94.jpg"/><div>Amanhã prosseguimos viagem em direção a Fez e ainda não sabemos se passamos por Méknes, pois aqui o trânsito é caótico e tudo vai depender de como rolarmos ao longo do dia.</div><div>Estatísticas do dia:</div><div>Distância (km): 287,46 (incluíndo o ferry)</div><div>Tempo total (hh:mm): 9:40</div><div>Tempo de locomoção (hh:mm): 07:11</div><div>Abastecimentos: 1</div><div>Custo combustível (€): 13,11</div><div>Litros: 10,67</div><div>Média C.B. L/100km: 3,9</div><div>Ferry (€): 185,40 (duas pessoas ida e volta + moto)</div><div>Alimentação (€): 18,30</div><div>Dormida (€): 25</div><div>Gorgetas(€): 6,5 (Mohamed+estacionamento)</div><div>Total (€): 248,31</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Dia 1 (Tomar -&gt; Arcos de La Frontera)</title><description><![CDATA[Hoje iniciamos a nossa viagem saindo de Tomar, em direção a Arcos de La Frontera, aos comandos da NC750x. O dia de hoje serviu apenas para avançar-mos no mapa, sem definir lugares de paragem, exceptuando o local de destino, Arcos de La Frontera. Considerado um dos "Pueblos" mais belos de Espanha, Arcos de La Frontera já me tinha despertado o interesse, após imagens que encontrei pela net, acerca de "la ruta dos Pueblos blancos" e como ficava a um pequeno desvio da rota de hoje, resolvemos passar<img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_1d00bd243ce74c7b89545dd2868f05b0.png"/>]]></description><link>https://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/single-post/2015/09/01/Dia-1-Tomar-Arcos-de-La-Frontera</link><guid>https://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/single-post/2015/09/01/Dia-1-Tomar-Arcos-de-La-Frontera</guid><pubDate>Tue, 01 Sep 2015 23:38:44 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Hoje iniciamos a nossa viagem saindo de Tomar, em direção a Arcos de La Frontera, aos comandos da NC750x.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_1d00bd243ce74c7b89545dd2868f05b0.png"/><div>O dia de hoje serviu apenas para avançar-mos no mapa, sem definir lugares de paragem, exceptuando o local de destino, Arcos de La Frontera.</div><div>Considerado um dos &quot;Pueblos&quot; mais belos de Espanha, Arcos de La Frontera já me tinha despertado o interesse, após imagens que encontrei pela net, acerca de &quot;la ruta dos Pueblos blancos&quot; e como ficava a um pequeno desvio da rota de hoje, resolvemos passar por este bonito lugar e pernoitar por aqui.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_5a77b80b3bc24e84b1a3ae8a893a9a1f.jpg"/><div>A viagem de hoje foi tranquila e até pouco cansativa. Rolámos um ritmo calmo e fomos fazendo várias paragens para abastecer, beber e comer.</div><div>Após 500 km e 8h de viagem, deu tempo ainda para tirar algumas fotos do Pueblo e fazer uma visita noturna pela cidade.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_8d49026c954b4ad98e6d37f607798ef6.jpg"/><div>A cidade é diferente de tudo aquilo que já tinhamos visto, parecendo uma &quot;favela&quot; ao estilo europeu, com casas encavalitadas, muito típicas e na sua maioria bem arranjadas.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_0146a5e223114493abca88ea08d118cf.jpg"/><div>Uma das imagens de marca da cidade serão certamente as suas ruelas íngremes, de deixar qualquer condutor comum louco de stress, mas que não parece preocupar muito os habitantes locais.</div><div>O pormenor das casa com as portas quase sempre abertas, transmitiu-nos segurança, quase como se nos convidassem a entrar em suas casa...e vontade não nos faltou, pois algumas que libertavam um aroma a comida tão delicioso.</div><div>Um belo local para conhecer e passear, não deixem de visitar um dia Arcos de La Frontera, cidade muito bem arranjada, que vive claramente do turismo e que certamente vos irá também encantar por ser diferente.. Preparem-se é para um bom exercício físico, pois subir estas ruas irá puxar bem por essas pernas e deixem a mota/carro longe daquelas ruelas estreitas, para não entrarem em stress e quererem fugir da cidade.</div><div>Agora queremos descansar, para amanhã sair cedinho e finalmente chegar a Marrocos. Continuem a acompanhar-nos e se a net amanhã permitir espero contar-vos mais pormenores acerca da nossa entrada em Marrocos.</div><div>Estatísticas do dia:</div><div>Distância (km): 500,75</div><div>Tempo total (hh:mm): 08:00</div><div>Tempo de locomoção (hh:mm): 06:32</div><div>Abastecimentos: 2</div><div>Custo combustível (€): 24,95</div><div>Litros: 19</div><div>Média C.B. L/100km: 3,8</div><div>Alimentação (€): 28,34</div><div>Dormida (€): 29,90</div><div>Total (€): 83,19</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Morocco'15 - Preparação</title><description><![CDATA[Após definir a rota da viagem, a preparação da moto e "saber o que levar" é o "difícil" passo que segue. Ao contrário da minha última viagem (Winding Roads'14), nesta partida para Marrocos vou acompanhado pela minha namorada e a gestão de espaço na NC tem que ser muito bem pensado e aproveitado, até porque nem sequer temos malas laterais. Então: O que levar numa viagem de 13 dias por Marrocos? Met-in: Um dos pontos fortes da NC é o seu falso depósito, uma ideia de génio por parte da Honda, que<img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_4c3ce13da5164562bc573aae7a85b298.jpg"/>]]></description><link>https://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/single-post/2015/08/30/Morocco15-Prepara%C3%A7%C3%A3o</link><guid>https://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/single-post/2015/08/30/Morocco15-Prepara%C3%A7%C3%A3o</guid><pubDate>Sun, 30 Aug 2015 20:24:07 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_d14d5fc13d8844118f010b6f3791a761.jpg"/><div>Após definir a rota da viagem, a preparação da moto e &quot;saber o que levar&quot; é o &quot;difícil&quot; passo que segue.</div><div>Ao contrário da minha última viagem (<a href="http://rockingabroad.wix.com/rockingabroad#!winding-roads-14/cjde">Winding Roads'14</a>), nesta partida para Marrocos vou acompanhado pela minha namorada e a gestão de espaço na NC tem que ser muito bem pensado e aproveitado, até porque nem sequer temos malas laterais. Então: </div><div>O que levar numa viagem de 13 dias por Marrocos?</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_fcca17df1cbe445880e6ecd13f19d171.jpg"/><div>Met-in:</div><div>Um dos pontos fortes da NC é o seu falso depósito, uma ideia de génio por parte da Honda, que nos permite levar uma mochila de 18L, com todos os nossos produtos de higiene pessoal, alguns fármacos, chinelos e 2 toalhas. </div><div>Neste espaço está também instalado uma tomada de isqueiro, que permitirá carregar o telemóvel e o tablet ao longo das viagens.</div><div>Saco de depósito:</div><div>Sobre o falso depósito vai um saco que levará os documentos, os carregadores, uma tripla, tablet, máquina fotográfica, garrafas de água, &quot;powertabs&quot; para hidratação, lanterna, canivete, impermeável, toalhitas, pano multiusos, kit reparação de furos, óleo manutenção corrente, saco de transporte de líquidos (até 8L de água, gasolina ou óleo), cadeado, protetor solar e óculos de sol.</div><div>Top case:</div><div>No interior da top case vai o saco da pendura, que não faço a mínima ideia, de como conseguirá levar tudo o que deseja.</div><div>Saco impermeável (sobre a top case):</div><div>Neste saco terei que conseguir levar a minha roupa interior, umas calças de ganga, uns calções, uns calções de banho, seis t-shirts, umas sandálias e umas sapatilhas. Como iremos fazer algumas paragens, em algumas cidades por dois dias, teremos tempo de lavar/secar alguma roupa, a tempo de prosseguir viagem, não tendo necessidade de levar tanto vestuário.</div><div>Tenho que ainda tentar aqui colocar um pequeno tripé, uma corda para estender roupa e algumas molas.</div><div>A moto:</div><div>Quanto à preparação da moto, umas das principais preocupações foi o conforto da pendura, pois as distâncias vão ser longas e por isso adquiri uma almofada AirHawk. No teste realizado a Madrid o feedback foi positivo, resta agora saber, como se comporta nesta viagem. Quanto ao meu banco não efetuei qualquer modificação e certamente irei sentir algum desconforto nas viagens mais longas.</div><div>O extensor de vidro foi colocado para melhorar reduzir o impacto do vento na cabeça e até agora e estou bastante satisfeito com o seu desempenho.</div><div>Sobre o saco de depósito levo uma bolsa para o tablet, carregado com um mapa ofline e gps de Marrocos, substituíndo o famoso mapa de papel, pelo digital. Servirá também para registar o &quot;track&quot; diário e poder partilhar o percurso convosco.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_4c3ce13da5164562bc573aae7a85b298.jpg"/><div>No guiador vai uma bolsa para o telemóvel, que servirá também como gps.</div><div>Coloquei uma barras laterais de proteção para evitar danos maiores em possíveis quedas e uma proteção de radiador para proteger este componente, mais exposto.</div><div>Quanto ao descanso central foi colocado para facilitar a manutenção da corrente e poder ter a mota numa posição direita para arrumar a bagagem.</div><div>Um dia antes de partir irei fazer um check in à NC, colocar uns faróis auxiliares e um produto nos pneus para evitar possíveis furos ao longo da viagem.</div><div>Documentação</div><div>Quanto à documentação tive que renovar o passaporte e fazer um pedido ao seguro para adicionar Marrocos aos países válidos, por 15 dias, o que me custou €5,86.</div><div>Levo algumas fotocópias de documentos, como: cartão de cidadão, passaporte, carta de condução e livrete, e digitalizei os mesmos para guardar no mail.</div><div>Vai comigo também uma mochila vazia às costas para quando parar poder levar comigo todas as coisas de valor e para o caso de precisar de espaço extra.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Morocco trip'15 - &quot;Roadbook&quot;</title><description><![CDATA[Após regressar da minha última viagem, não consegui ficar muito tempo parado e logo comecei a planear uma nova aventura, decidindo que este ano rumaria a sul, em direção ao continente Africano, com a minha namorada, na NC750x. Depois de meses de preparação, de inúmeras pesquisas e de muitos planeamentos, apresento-vos o "Roadbook" final desta nova aventura, com uma duração de 13 dias, passando por três países, quase 4000km e que pretende levar-nos a pontos emblemáticos de Marrocos, para conhecer<img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_d14d5fc13d8844118f010b6f3791a761.jpg"/>]]></description><link>https://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/single-post/2015/08/27/Morocco-trip15-Roadbook</link><guid>https://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/single-post/2015/08/27/Morocco-trip15-Roadbook</guid><pubDate>Thu, 27 Aug 2015 19:56:57 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Após regressar da minha última viagem, não consegui ficar muito tempo parado e logo comecei a planear uma nova aventura, decidindo que este ano rumaria a sul, em direção ao continente Africano, com a minha namorada, na NC750x.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_d14d5fc13d8844118f010b6f3791a761.jpg"/><div>Depois de meses de preparação, de inúmeras pesquisas e de muitos planeamentos, apresento-vos o &quot;Roadbook&quot; final desta nova aventura, com uma duração de 13 dias, passando por três países, quase 4000km e que pretende levar-nos a pontos emblemáticos de Marrocos, para conhecer uma nova cultura.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_97f50d39f94d40be93bc2889ec1ed98d.png"/><div>Dia 1 (Coimbra &gt; Arcos de la Frontera)</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_f3207ea212a24e3590f31426c567299e.png"/><div>A saída de Coimbra está prevista para o dia 1 de setembro, tendo como primeiro destino Arcos de la Frontera. </div><div>Neste primeiro dia esperam-nos cerca de 540km e vamos tentar chegar o mais perto possível de Algeciras, para no dia seguinte apanhar o ferry para Marrocos.</div><div>No entanto esperamos chegar aqui antes do pôr do sol para contemplar este belo &quot;pueblo&quot;.</div><div>Dia 2 (Arcos de la Frontera &gt; Algeciras &gt; Tânger &gt; Chefchaouen)</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_18c4a67114d04839932bfc772c1fcb9a.png"/><div>Neste segundo dia o obetivo será sair bem cedinho para chegar rapidamente a Algeciras e apanhar o ferry rumo a Tânger Med.</div><div>Depois de todos os processos burocráticos tratados (que espero não serem demorados nem penosos) seguirei em direção à bela cidade azul, Chefchaouen.</div><div>Neste dia esperam-nos cerca de 230km e uma travessia de ferry.</div><div>Dia 3 (Chefchaouen &gt; Meknes &gt; Fez)</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_66dd5356a76a4610984cc5387adba95d.png"/><div>No dia 3 deixaremos Chefchaouen e vamos conhecer duas das &quot;Cidades Imperiais&quot;.</div><div>Primeiro visitaremos Méknes e depois iremos pernoitar a Fez.</div><div>260km são os quilómetros neste terceiro dia.</div><div>Dia 4 (Fez)</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_8e67f7ab9382478ebefe8e80e6bc410f.png"/><div>Ao quarto dia a NC terá um descanso merecido, mas não nós.</div><div>Fez, segunda maior cidade de Marrocos, tem na sua antiga medina um dos seus maiores encantos.</div><div>Este dia será dedicado à sua descoberta.</div><div>Dia 5 (Fez &gt; Ifrane &gt; Azrou &gt; Foum Zabel &gt; Tafilalet &gt; Merzouga)</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_1e617fd35f9a4164b713b8e115416bea.png"/><div>No dia 5 espera-nos um longo dia, com quase 500km.</div><div>Esperamos sair cedo de Fez e visitar Ifrane, mais conhecida como: &quot; a pequena Suíça&quot;. </div><div>O destino seguinte é a Floresta do Cedro Gouraud, na esperança de encontrar alguns macacos-de-gibraltar pelo caminho.</div><div>Foum Zabel será o ponto que se segue, famoso túnel marroquino, contruído pela Legião Estrangeira.</div><div>Continuando para sul, esperamos alcançar o oásis Tafilalet, um dos mais importantes do Saara maroquino e célebre pelas suas tâmaras.</div><div>Por fim e depois de um longa dia, espera-nos Erg Chebbi e as suas dunas, para um descanso merecido bem antes do pôr do sol.</div><div>Dia 6 (Merzouga)</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_dc56a22f111741749bc086e77591ecf3.png"/><div>No dia 6, deixaremos a NC longe das areias do Saara e proseguiremos pelo deserto de dromedário.</div><div>Esperamos viver uma experiência única ao pernoitar num acampamento no deserto e observar o nascer do sol no topo de uma duna.</div><div>Dia 7 (Merzouga &gt; Gorges Toudra &gt; Boumalne Dades &gt; Gorges Dadés)</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_c604d1a6afac4772a3e22106d42ae89b.png"/><div>Ao sétimo dia desta viagem deixaremos o deserto para trás e seguimos em direção ao Atlas.</div><div>As famosas &quot;Gargantas do Todra&quot; e a famosa estrada do Gorges du Dadés serão os pontos de interesse a visitar neste dia.</div><div>Será um dia cheio de quilómetros (420), mas que prometem ficarem retidos na nossa memória para sempre.</div><div>Dia 8 (Boumalne Dades &gt; Ouarzazate &gt; Agdz)</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_cf3879d6a2e24b14b1cb69afc598cd6f.png"/><div>No oitavo dia, os Atlas ficam para trás e rumamos a Ouazazate.</div><div>Cidade famosa pelas suas paisagens e por ser cenário de inúmeros filmes, Ouazazate abre-nos novamente a &quot;Porta do Deserto&quot;.</div><div>Levaremos a NC a conhecer o Vale du Draa, entre Agdz e Zagora e esperamos rodar cerca de 200km.</div><div>Dia 9 (Agdz &gt; Ait Ben Haddou &gt; Tizi n'Tichka &gt; Marraquexe)</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_efd4e3b30fdb450399e1f84897acb115.png"/><div>Dia 9 é dia de visitar o Ksar Ait Ben Haddou, património da Unesco e seguir até Marraquexe.</div><div>Que alcançaremos conduzindo pela troço do Passo n'Tichkaou, considerado um dos mais pitorescos de Marrocos, pelas vistas deslumbrantes do Alto Atlas.</div><div>Mais 310km serão adicionados ao odómetro da NC neste dia.</div><div>Dia 10 (Marraquexe)</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_3064a26d1ffa4c81a97a68ca680fd7f3.png"/><div>Este dia será dedicado à medina de Marraquexe e aos seus inúmeros encantos.</div><div>Famoso destino turítico, queremos comprovar, que a sua fama não é alheia.</div><div>Dia 11 (Marraquexe &gt; Ouzoud &gt; Rabat)</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_b4d7682d13ca4d0692aa45a736fb4994.png"/><div>No dia 11 vamos para Ouzoud para contemplar as suas espetaculares cascatas. </div><div>Depois de deslumbrar este belo cenário, Rabat será o destino final.</div><div>Esperamos chegar à capital ainda a tempo de ver qualquer coisa, antes do merecido descanso.</div><div>Sempre a somar quilómetros e neste dia serão mais 460km.</div><div>Dia 12 (Rabat &gt; Tânger &gt; Algeciras &gt; Sevilha)</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_b85f13d64e7f4c3bba6242cb60e17fd9.png"/><div>Depois de 11 dias em solo marroquino, o décimo segundo dia será o dia do adeus a Marrocos e ao continente Africano voltanto à Penísula Ibérica.</div><div>A partir daqui o destino final é: Coimbra.</div><div>Espera-nos mais uma longa maratona, cerca de 500km neste dia.</div><div>Dia 13 (Sevilha &gt; Coimbra)</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_0a2d6fb3fdc3425b952975064e2f3457.png"/><div>Este será o último dia de viagem e os últimos quilómetros a percorrer.</div><div>Estaremos com certeza bastante cansados, pelos quilómetros acumulados nos últimos dias, mas ainda nos restarão 450 quilómetros, para chegar a casa.</div><div>&quot;Roadbook&quot;</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_cbe9a9775723490e9a9a302e5653893a.jpg"/><div>O que podem esperar desta viagem?</div><div>Os seguidores terão a oportunidade de poder viajar conosco por Marrocos, acompanhando a viagem através do Facebook e/ou Blog. Desta vez não levo comigo nenhuma gopro, mas levo uma máquina fotográfica ficando a promessa de muitas fotos.</div><div>Vou tentar partilhar sempre que possível, algumas fotos e estatísticas diárias de custos, distâncias, etc. Não vos prometendo, desta vez, um diário detalhado, pois não levo comigo o portátil e através do tablet será mais difícil escrever.</div><div>Mas fica a promessa após o regresso, de um resumo final de toda esta viagem, assim como todas as estatísticas de custos/quilómetros e partilha de fotos, para ver se consigo convencer mais companheiros a aventuraram-se por Marrocos.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>3 anos de PCX!</title><description><![CDATA[No passado dia 10/07/2015 a PCX completou 3 anos e nada melhor que partilhar este momento com todos os nossos seguidores e aqueles que ainda têm dúvidas na compra de uma 125cc.Quando comprei a PCX procurava um primeiro transporte privado e queria um veículo barato, com consumos reduzidos, fiável, baixa manutenção, fácil de conduzir e que me permitisse poupar uns trocos ao final do ano, não querendo trabalhar apenas para sustentar um automóvel.Foram muitos os meses de intensas leituras na net,<img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_63de92ce3fc041ecb5de2b314286c9e4.jpg"/>]]></description><link>https://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/single-post/2015/07/16/3-anos-de-PCX</link><guid>https://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/single-post/2015/07/16/3-anos-de-PCX</guid><pubDate>Thu, 16 Jul 2015 19:30:32 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>No passado dia 10/07/2015 a PCX completou 3 anos e nada melhor que partilhar este momento com todos os nossos seguidores e aqueles que ainda têm dúvidas na compra de uma 125cc.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_63de92ce3fc041ecb5de2b314286c9e4.jpg"/><div>Quando comprei a PCX procurava um primeiro transporte privado e queria um veículo barato, com consumos reduzidos, fiável, baixa manutenção, fácil de conduzir e que me permitisse poupar uns trocos ao final do ano, não querendo trabalhar apenas para sustentar um automóvel.</div><div>Foram muitos os meses de intensas leituras na net, “reviews”, revistas, diários de bordo, visualização de vídeos, fóruns e após reunir todas estas informações decidi quase sem qualquer dúvida, na compra de uma scooter, nomeadamente a PCX, mesmo sem nunca antes ter andado de mota, ou até mesmo, realizado um “test drive”.</div><div>Sabia desde logo que, com a compra de uma scooter iria perder o conforto de um automóvel, a segurança extra do chassi, a capacidade de carga, mas mesmo assim não hesitei e parti para o investimento, deixando de lado todas as comodidades do automóvel e desejando experimentar outras sensações, que só quem anda em duas rodas conhece.</div><div>Desde o princípio o objetivo era economizar e então decidi registar todos os custos associados à PCX, para que mais tarde, pudesse comprovar e até mesmo provar aos mais céticos, que conseguiria realmente economizar, comparativamente com um automóvel.</div><div>Assim, resumindo estes últimos três anos ao guiador da PCX em números:</div><div>Km: 40432</div><div> 13477km/ano</div><div> 1123km/mês</div><div> 37Km/dia</div><div>Abastecimentos: 212</div><div>Combustível (L): 992,4</div><div>Custo médio depósito (€): 7,24</div><div><div>Consumo mínimo(L/100km): </div>1,8</div><div>Consumo máximo(L/100km): 3,9</div><div>Média consumo (L/100km): 2,5</div><div>Custo médio Km (€): 0,04</div><div>Moto (€): 2600</div><div>Seguro (€): 262,33</div><div>Material (€): 1203,76</div><div>Manutenção (€): 623,40</div><div>Outros (€): 93,62</div><div>Combustível (€): 1534,78</div><div> 511€/ano</div><div> 42€/mês</div><div> 1,40€/dia</div><div>Total gasto (€):6317,86</div><div> 2106€/ano</div><div> 175€/mês</div><div>*Antes de prosseguir a análise destes números, queria deixar claro que estes valores podem alterar conforme estilo de condução e percursos diários. Eu conduzo diariamente pela cidade de Coimbra, com uma condução tranquila, não fazendo AE nem efetuando muitos &quot;para-arranca&quot;.</div><div>Sinceramente, como até hoje nunca tive um automóvel, não sei dizer-vos quanto poupei nestes três anos, mas será assim mais fácil para vocês fazerem as contas e chegar a uma conclusão. </div><div>Como podem verificar, o material apresenta um custo elevado, saliento este ponto porque, muitas das vezes não consideramos este valor aquando a compra de um motociclo e apesar de ser uma 125cc é sempre conveniente comprar um capacete adequado, casaco, luvas, calças, botas, etc. mais ainda se como eu andarem praticamente todo o ano.</div><div>Como procuro realizar sempre uma condução tranquila, o desgaste da mota e das suas peças também não foram acentuados, substituí por exemplo, os pneus apenas uma vez aos 16000Km, o travão da frente aos 24300Km e a correia aos 28750Km.</div><div>Depois, existem outros custos que todos nós iremos ter mais cedo ou mais tarde, porque vamos querer colocar alguns extras para a mota ficar mais prática ou mais ao nosso gosto.</div><div>Quanto ao valor gasto no combustível, estão também incluídas as minhas duas voltas de PCX (<a href="http://rockingabroad.wix.com/rockingabroad#!sobre-1/c11q5">Iberia Trip</a> e <a href="http://rockingabroad.wix.com/rockingabroad#!winding-roads-14/cjde">Winding Roads</a>), ou seja, para além de ser o meu veículo diário, foi também o meu transporte durante as férias.</div><div>Por outro lado, existem outros fatores que jamais conseguirei converter em números, tais como, as viagens e aventuras realizadas, as amizades criadas só por ter uma PCX, como por exemplo, aquando os encontros semanais realizados na cidade de Coimbra, que em muito me ajudaram à integração nesta cidade e muito outras experiências vividas, que se tivesse adquirido um qualquer automóvel acho que dificilmente vivenciaria. </div><div>Talvez algumas fotos consigam transmitir em parte, aquilo que escrevo e sinto!</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_4bf148adcb38414b82d96a8065fd68fe.jpeg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_04d5b7d0e62b461cab91194b35b31fe9.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_db3a0ef26b134877a28f0b055c0369af.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_2946df1338174dbb997291b9bedfd75e.jpeg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_6d3b7fd59c7e4cb7becc266ae9a28aef.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_b3364e5b14cf46bfb79580e690dfa6dd.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_c8b3a4bc9bd3416085facf1f34114fbb.jpeg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_6b282d19e7844c49bd2f53e5fc0a522f.jpeg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_efacbd6e526b4f7c8c39d447cc7a4065.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_6b494e8d747e4f46b27e2418f77bbfcf.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_fb9bc08451fc4985919945da58ce6749.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_8d734b61ff8148c5ab67f62c7888122e.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_6dd78b60c2ac4263aa61aeddd1d41de8.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_01bc4f63c876481ca6cfa1e75f701483.jpg"/><div>Postado estes números gostaria de saber a vossa opinião, acerca deste tema, acham que a compra de uma 125cc é um mero capricho, uma boa forma de poupar, ou é muito mais que isto?</div><div>PS - Para os mais curiosos deixo o registo na íntegra dos meus custos, onde poderão ver ao pormenor todos os meus gastos (cliquem abaixo).</div><div><a href="https://docs.google.com/spreadsheets/d/1ddjQYrZ_0lGEIzoKeLSXIY0spLGWFetJzhLCgh5XHeQ/edit?usp=sharing">Estatísticas Honda PCX 125</a></div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Honda NC750x - primeiras impressões!</title><description><![CDATA[Depois de já ter rolado quase 4000km com a NC, e ter feito uma viagem até Madrid, acho que já posso deixar aqui a minha humilde opinião acerca deste modelo. Mas lembro-vos que a minha experiência nas duas rodas e o meu único termo de comparação é a minha PCX, por isso, não me interpretem mal em algumas observações/opiniões.Quando adquiri a NC750x, o meu objetivo era ter uma moto capaz de fazer viagens mais longas a dois e continuar a ter uma boa economia em relação ao consumo de combústivel.Sem<img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_bc3b38b37a524c9b93fbcd8575ceedc0.jpg"/>]]></description><link>https://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/single-post/2015/07/04/Honda-NC750x-primeiras-impress%C3%B5es</link><guid>https://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/single-post/2015/07/04/Honda-NC750x-primeiras-impress%C3%B5es</guid><pubDate>Sat, 04 Jul 2015 11:11:58 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_bc3b38b37a524c9b93fbcd8575ceedc0.jpg"/><div>Depois de já ter rolado quase 4000km com a NC, e ter feito uma viagem até Madrid, acho que já posso deixar aqui a minha humilde opinião acerca deste modelo. Mas lembro-vos que a minha experiência nas duas rodas e o meu único termo de comparação é a minha PCX, por isso, não me interpretem mal em algumas observações/opiniões.</div><div>Quando adquiri a NC750x, o meu objetivo era ter uma moto capaz de fazer viagens mais longas a dois e continuar a ter uma boa economia em relação ao consumo de combústivel.</div><div>Sem qualquer experiência anterior em grandes cilindradas e proveniente da pequena PCX, notei logo o peso extra e a altura da NC. Mas nada de assustador, pois mal engatamos a 1ª velocidade e começamos a andar, essa sensação de peso e altura dissipa-se.</div><div>Sabia desde logo, até porque vi e li várias &quot;reviews&quot;, que a NC não seria uma moto de grande potência e emotividade, mas o meu objetivo não era esse, queria apenas ter uma moto bastante equilibrada, que me desse confiança e segurança em longas viagens e que não fosse muito dispendiosa.</div><div>Mas o facto de não ter grande potência, contrapõe-se com o seu grande torque, fazendo-se notar desde logo, em rotações baixas. Muitos queixam-se que a rotação acaba demasiadamente cedo, mas sinceramente, no meu dia a dia e para o meu andamento calmo, não noto esse incómodo. </div><div>Claro que para quem provém de uma moto de grande cilindrada, vai notar grandes diferenças e terá que se adpatar a este novo e diferente motor, mas depois da habituação, no geral toda a gente fala muito bem desta mota. Isto porque a Honda desenvolveu uma moto lógica, a pensar na maioria das pessoas que andam o ano todo de mota e se preocupam com a economia, ao contrário da potência e velocidades proibidas.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_f7bf9688844249af80f08603e0f6eb96.jpg"/><div>É uma mota bastante ergonómica, com uma boa posição de condução, pecando apenas no conforto do banco em viagens superiores a 300km. </div><div>O vidro pequeno de origem também pouco protege do vento frontal, mas nada que não se consiga ajustar e melhorar com alguns €, soluções no mercado para este modelo não faltam.</div><div>O seu depósito não é muito grande e os seus 14,1l já me deram para percorrer distâncias de 205km a 395km, fazendo médias entre os 3,2L/100km e os 5,7L/100km. Tudo depende da velocidade e acelerações com que se conduz.</div><div>Em estrada aberta, com dois e top case nota-se a falta de potência, mas já se sabe que esta moto não foi projetada para este fim, no entanto comporta-se à altura e consegue manter velocidades legais sem qualquer problema, apresentando apenas dificuldades em recuperações, por exemplo numa ultrapassagem a subir. Considero a faixa de velocidade para esta mota os 120-140Km/h.</div><div>Quanto à travagem, este novo modelo já vem com ABS de origem, ainda não tive necessidade de o testar, considerando o travão de trás pouco eficaz, apesar de saber que num motociclo a travagem de paragem se faz com o travão da frente, aqui apesar de ter apenas um disco, não me parece que comprometa em nada a segurança da travagem da moto.</div><div>Quanto à suspensão, esta não acompanha de todo o estilo &quot;trail&quot; da X, tendo uma suspensão básica, um pouco dura até e que não é regulável, mas cumpre a função para que esta moto foi projetada. Mas para obter uma moto nesta faixa de preço, não podemos também ser mais exigentes.</div><div>Quanto ao espaço de arrumação, o famoso &quot;met-in&quot; ou falso depósito foi uma jogada de mestre por parte da Honda, conseguindo colocar espaço de arrumação extra numa moto &quot;trail&quot;. Dá bastante jeito para a utilização diária, pois aqui é possível colocar por exemplo um capacete, luvas, etc. e numa longa viagem uma mochila com roupa, por exemplo.</div><div>Em suma, para quem, como eu, procura subir de cilindrada, não tem qualquer experiência e não quer gastar uma fortuna numa mota nova, preferindo gastar os restantes trocos em viagens, esta é sem dúvida uma opção a considerar. </div><div>Demonstra qualidade, tem um motor diferente mas interessante, que com tempo nos habituamos e acabamos por gostar e o seu torque até nos consegue roubar um sorriso rasgado. </div><div>Para mim o seu ponto forte é o seu consumo bastante comedido, que a velocidades legais se traduz em cerca de 3,4L/100km a 3,8L/100km, as manutenções espaçadas e o &quot;met-in&quot;.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_e70d8986a2c040aeb9653ad4d2ad3f72.png"/><div>Relembro que, apesar da sua aparência &quot;trail&quot;, esta não é uma moto projetada para esse objetivo, havendo outras opções no mercado com esse fim. Esta é uma moto mais estradista, que numa ou outra situação pode fazer uns estradões &quot;off-road&quot;. Neste campo ainda não tive a oportunidade de a testar por ainda não me sentir à vontade e com falta de experiência...mas espero em breve conseguir testá-la nuns estradões para ver como se comporta.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>&quot;Upgrade&quot;</title><description><![CDATA[Depois de um longo tempo sem escrever nada, com a chegada da primavera e com a melhoria das condições meteorológicas (assim esperamos), eis que vos trago novidades quentinhas.O projeto Rocking abRoad, apesar de estar um pouco parado, não terminou! Prosseguimos numa fase mais lenta, pois a parte profissional "rouba-me" algum tempo, que impede-me de poder rolar e partilhar mais passeios.Mas hoje escrevo-vos para anunciar que dei um importante passo para aquilo que busco no futuro. O objetivo<img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_254c38dd55d346a2bd6bad9a4d89b866.jpg"/>]]></description><link>https://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/single-post/2015/05/03/Upgrade</link><guid>https://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/single-post/2015/05/03/Upgrade</guid><pubDate>Sun, 03 May 2015 20:40:47 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Depois de um longo tempo sem escrever nada, com a chegada da primavera e com a melhoria das condições meteorológicas (assim esperamos), eis que vos trago novidades quentinhas.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_254c38dd55d346a2bd6bad9a4d89b866.jpg"/><div>O projeto Rocking abRoad, apesar de estar um pouco parado, não terminou! Prosseguimos numa fase mais lenta, pois a parte profissional &quot;rouba-me&quot; algum tempo, que impede-me de poder rolar e partilhar mais passeios.</div><div>Mas hoje escrevo-vos para anunciar que dei um importante passo para aquilo que busco no futuro. O objetivo continua a ser viajar em duas rodas, mas pretendo fazê-lo na companhia da minha namorada, pois o prazer de viajar é mútuo e a curiosidade e vontade de ir mais além cresce em ambos.</div><div>A novidade é que a PCX terá, finalmente, um pouco de descanso e vai poder &quot;dedicar-se&quot; apenas para aquilo que foi projetada, enfrentar a &quot;selva&quot; citadina, não se negando, como é claro, a alguns passeios mais longos de vez em quando.</div><div>Por outro lado, a PCX terá agora que compartilhar o seu espaço de garagem com uma Honda NC750x e aceitar que esta lhe roubará um pouco de protagonismo. </div><div>Como o projeto passa a ter como objetivo, a médio e longo prazo, viajar a dois e por longas distâncias, decidi que estava na altura de efetuar o tão esperado &quot;upgrade&quot; e, surgindo uma boa oportunidade de negócio na Ondacoimbra, não pensei duas vezes e adquiri uma NC750x.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_d77d1966516b4a15bc4cc3dc3949df3e.jpg"/><div>Amado por uns, odiado por outros, este modelo não se destaca pelas suas virtudes mas sim pela sua versatilidade e equilíbrio, muitas vezes comparada a um &quot;canivete suíço&quot;. Desta forma, prossigo a minha filosofia de economia, com uma mota que oferece uma boa relação preço/qualidade, razão pela qual me iniciei no &quot;mundo&quot; das duas rodas. E com algumas pequenas modificações, estou certo que esta mota será uma verdadeira surpresa para muitos e conseguirá centrar em si muitas atenções.</div><div>Para este ano já está agendada uma viagem-teste à NC que irá ser muito importante para começar a &quot;limar&quot; arestas e prepará-la para desafios futuros.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Winding Roads '14 - Estatísticas Finais</title><description><![CDATA[Hoje escrevo este tópico, com o objetivo de vos mostrar todas as estatísticas referentes à viagem Winding Roads '14, para poderem ter uma ideia de quanto custa realmente viajar, pois percebo, que este, é na maior parte das vezes, um dos principais fatores que vos pode impedir de viajar por aí e que nem sempre é desvendado por quem viaja. É evidente que existem muitas formas de turismo e se para mim o importante é rolar e tentar conviver com o máximo de pessoas possíveis por onde passo, sem me<img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_314cc49ed2894dee83d064d218cb397f.jpg"/>]]></description><link>https://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/single-post/2014/11/20/Winding-Roads-14-Estat%C3%ADsticas-Finais</link><guid>https://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/single-post/2014/11/20/Winding-Roads-14-Estat%C3%ADsticas-Finais</guid><pubDate>Thu, 20 Nov 2014 21:30:20 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Hoje escrevo este tópico, com o objetivo de vos mostrar todas as estatísticas referentes à viagem Winding Roads '14, para poderem ter uma ideia de quanto custa realmente viajar, pois percebo, que este, é na maior parte das vezes, um dos principais fatores que vos pode impedir de viajar por aí e que nem sempre é desvendado por quem viaja.</div><div>É evidente que existem muitas formas de turismo e se para mim o importante é rolar e tentar conviver com o máximo de pessoas possíveis por onde passo, sem me preocupar muitas das vezes em, visitar museus ou monumentos que toda a gente quer ver, para outros, as prioridades serão outras.</div><div>Alguns, também não conseguem prescindir do conforto do seu lar e sempre que viajam, necessitam de dormir, por exemplo, em lugares mais dispendiosos, ou porque estão de férias, sentem a necessidade de realizarem coisas que ao longo do ano, não conseguem fazê-lo com tanta regularidade como, acabam por almoçar e jantar sempre fora, sair mais vezes à noite, etc. fazendo com que, o seu orçamento fique mais elevado. </div><div>Mas quanto a isso ninguém nos/vos, poderá criticar e caberá a cada um de nós organizar e gerir o seu orçamento, tendo em conta que, o mais importante é sempre, viajar e acima de tudo divertir-se. Mesmo que não consigam fazer mais de 500km, ou não tenham mais de 4 a 5 dias para fazê-lo.</div><div>Passo agora a apresentar-vos, os custos gerais desta minha viagem e todos os números que compuseram esta viagem:</div><div>Foram 14 dias de viagem, onde eu e a minha PCX rolamos muitos quilómetros juntos. Fizemos no total 6507km (*o &quot;tracker&quot; contabilizou menos uns quilómetros, talvez pela travessia de túneis na Itália) ao longo de 9 países: Portugal, Espanha, França, Bélgica, Luxemburgo, Suíça, Alemanha, Áustria e Itália.</div><div>Ao longo destes quilómetros, abasteci a &quot;pequena&quot; PCX 39 vezes, com 174,6 litros, tendo gasto no total, só em combustível, 236,8€. Pelos países que atravessamos, o custo mais baixo da gasolina foi no Luxemburgo e o preço mais elevado encontrámo-lo na Itália.</div><div>Toda a gente conhece o principal trunfo da PCX, o seu baixo consumo de combustível e nesta viagem, ela realizou uma média de 2,68l/100Km. Mas temos que nos lembrar que, muitas das vezes rolei muitos e muitos quilómetros de punho &quot;colado&quot;, apanhamos dias de muito vento e fizemos alguns percursos de montanha. Ou seja, a PCX neste aspeto, não comprometeu.</div><div>Aliás, a PCX demonstrou uma vez mais a sua fiabilidade, sendo capaz de rolar muitos quilómetros tranquilamente e sem sequer, ser necessário adicionar óleo. Foi só encher o depósito e verificar a pressão dos pneus de vez em quando.</div><div>Quanto aos gastos do dono, estes foram um pouco acima do orçamentado, mas também andei mais 1000Km do que tinha previsto, refletindo-se no custo do combustível.</div><div>Em relação à alimentação gastei 52,76€, conseguindo neste ponto poupar bastante, pois, levei alguma comida de Portugal, que me deu para os primeiros dois dias de viagem e depois como fiquei muitas vezes em casa de familiares e amigos, também não precisei de comprar nada. </div><div>Quando tinha que comprar, a maior parte das vezes ia ao supermercado e por exemplo, em França, como nas estações de serviço havia quase sempre um microondas, adquiria comida pré-feita e aquecia neste lugar. Comi apenas duas vezes em restaurantes e desta forma consegui poupar imenso dinheiro.</div><div>Quanto às dormidas, gastei um pouco mais do que estava à espera, 146,5€. Neste ponto podia ter poupado mais uns trocos, pois podia ter optado por quartos partilhados, ao invés de quartos individuais. </div><div>Mas como chegava sempre bastante cansado e a maior parte das vezes todo molhado, preferi aqui, gastar um pouco mais e chegar a um local onde pudesse repousar tranquilamente sozinho. </div><div>Se fosse verão e não fizesse tantos quilómetros, não pensaria duas vezes e dormiria sempre que pudesse em campismo, campismo selvagem ou ficaria num hostel em quartos partilhados. Desta forma conseguiria metade dos preços que consegui nestes quartos individuais.</div><div>Aqui podem considerar que tive sorte em ter família e amigos em muitos destes países que visitei, mas a verdade é que conhecemos sempre alguém que vive por lá, ou alguém que conhece alguém...porque não visitá-los, eu não digo que não a um convite!</div><div>Quanto ao custo das portagens, paguei 12,13€ e poderia aqui ter pago 0€. Mas a vontade de querer sair rapidamente de Portugal e de querer no regresso, chegar rápido a casa, fizeram-me optar viajar pela A25 e passar pelas scut's. </div><div>Em França devido às más condições atmosféricas que apanhei, a seguir a Nice optei seguir por autoestrada, o que poderia evitar, caso o tempo estivesse melhor.</div><div>Quanto aos &quot;souvenirs&quot;, confesso que na maior parte das minhas viagens, nunca me preocupo com isto e é raro comprar alguma coisa, mas desta vez, como era a primeira vez que viajava tantos quilómetros com a minha PCX, quis ao longo de alguns lugares comprar alguns autocolantes, para relembrar esta viagem e assim consegui gastar 32,99€. </div><div>Numa viagem normal, acho que nem metade deste valor gastaria em &quot;souvenirs&quot;, conseguindo aqui também poupar alguns trocos.</div><div>Assim, no total desta viagem gastei 481,18€, ultrapassando em 81,18€ o meu orçamento inicial (400€). Mas como podem ver, havia alguma margem de manobra para poupar mais, podendo fazê-lo nos quartos dos hósteis, nas portagens e nos &quot;souvenirs&quot;.</div><div>Felizmente, ao longo desta viagem consegui receber algum apoio financeiro (180€) por parte da minha família e amigos, espalhados por esta Europa fora e assim consegui gastar na realidade **301,18€.</div><div>De salientar que, se realizasse esta viagem a dois, este valor poderia ser mais reduzido, pois as despesas dos hostéis poderia ser dividida por ambos, pois os quartos davam para duas ou três pessoas, as portagens e o combustível também poderia ser dividido e quanto à alimentação a diferença não seria significativa.</div><div>Fica assim o meu testemunho e exemplo, de quanto pode custar um pequeno passeio pela Europa.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Winding Roads '14 - Dia 14 (Madrid &gt; Coimbra)</title><description><![CDATA[Hoje parto para aquela que é a minha última jornada...destino...Coimbra. Esta será a nossa última paragem desta aventura. Hoje foi difícil despertar, levantar-me da cama, não queria partir, para aquela que seria a nossa última viagem. Mas depois de 13 dias a viajar, de vivermos muitas sensações juntos e percorrermos muitos quilómetros, eu e a pequena PCX tínhamos que voltar ao nosso país. Assim, saímos de Madrid já mais tarde do que estava previsto e partimos em direção a Portugal. O tempo<img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_5156fe4b434b429c8bc7e78ef482dd4f.png"/>]]></description><link>https://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/single-post/2014/11/17/Winding-Roads-14-Dia-14-Madrid-Coimbra</link><guid>https://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/single-post/2014/11/17/Winding-Roads-14-Dia-14-Madrid-Coimbra</guid><pubDate>Mon, 17 Nov 2014 01:11:14 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Hoje parto para aquela que é a minha última jornada...destino...Coimbra. Esta será a nossa última paragem desta aventura.</div><div>Hoje foi difícil despertar, levantar-me da cama, não queria partir, para aquela que seria a nossa última viagem. Mas depois de 13 dias a viajar, de vivermos muitas sensações juntos e percorrermos muitos quilómetros, eu e a pequena PCX tínhamos que voltar ao nosso país.</div><div>Assim, saímos de Madrid já mais tarde do que estava previsto e partimos em direção a Portugal. O tempo estava por aqui bom e então, aproveitamos ainda para tirar umas últimas fotos nesta viagem.</div><div>Mas tudo mudou ao chegar perto de Salamanca. Aqui um vento fortíssimo empurrava-nos para fora da estrada e aquela viagem que deveria ser tranquila e de nostalgia, começava a ser tudo, menos descansada.</div><div>Eu a a valente PCX tivemos que nos debater fortemente, para resistir àquele vento forte e a muito custo nos íamos conseguindo mover. O vento era de tal forma intenso, que após encher o depósito, percorremos pouco mais de 100 quilómetros para de novo atestarmos a PCX, fazendo um consumo de 3,9l/100km. Quando vi este consumo nem quis acreditar, pensei até que tinha errado nas contas, mas não, ela conseguiu consumir mesmo 3,9l.</div><div>Continuamos e à medida que nos íamos aproximando da fronteira o vento começava a diminuir, mas por sua vez, a intensidade da chuva aumentava.</div><div>E lá pensei para mim, nem no último dia o mau tempo nos dá tréguas. A partir daqui, já perto da fronteira, a vontade de querer chegar a casa era muita, até porque quando chegasse a Coimbra, ainda teria que me deslocar para Amarante para estar com a família e amigos.</div><div>Ultrapassámos a fronteira e houve em mim uma sensação de satisfação, feliz por ter conseguido realizar esta aventura e de estar de regresso a Portugal. Mas rapidamente tive que deixar essa sensação de lado para me voltar a concentrar na estrada, pois ainda me faltava percorrer o IP3 e as condições não eram as melhores e começava a anoitecer rapidamente.</div><div>Eram já perto das 20h, quando finalmente chegávamos, são e salvos, a nossa última paragem desta viagem, Coimbra, orgulhosos e satisfeitos, por ter-mos conseguido realizar este sonho.</div><div>Agora é tempo de descansar, recuperar e voltar ao quotidiano. Não vai ser fácil ter agora de percorrer menos de 500 quilómetros por dia. Mas ficamos com um enorme desejo de continuar a nossa viagem e não vamos querer ficar por aqui.</div><div>Continuaremos a sonhar e assim que tivermos uma nova oportunidade para partir, não pensaremos duas vezes...</div><div>Estatísticas de hoje:</div><div>Distância percorrida: 542,23Km</div><div>Tempo em movimento: 07:15:07</div><div>Tempo de descanso: 01:15:25</div><div>Velocidade média: 63,7 Km/h</div><div>Velocidade máxima: 98,6 Km/h</div><div>Abastecimentos: 4</div><div>Litros abastecidos: 17,77l</div><div>Média consumo: 3,35l/100km</div><div>Média mais alta: 3,90l/100km</div><div>Média mais baixa: 2,75l/100km</div><div>Gastos:</div><div>Combustível: 24,70€</div><div>Alimentação: 0€</div><div>Dormidas: 0€ (hoje já durmo em casa)</div><div>Portagens: 1,43€</div><div>Outros: 0€</div><div>Total (dia 14) = 26,13€</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Winding Roads '14 - Dia 13 (Barcelona &gt; Madrid)</title><description><![CDATA[Depois de mais um dia cheio de quilómetros, chuviscos, chuva, sol, muita chuva, sol, chuva e vento...finalmente a PCX alcançou Madrid, ficando mais próxima de Portugal. Barcelona acordou hoje com chuviscos e a ideia de querer seguir para Madrid via Valência, rapidamente foi colocada de lado com este tempo. Assim, optei seguir a via mais rápida para a capital e poder aproveitar este último dia na companhia dos amigos. Hoje esperava-nos mais uma boa centena de quilómetros e uma vez mais, o tempo<img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_c7fa259e5be94ba493f26753fb9e0f2b.png"/>]]></description><link>https://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/single-post/2014/11/15/Winding-Roads-14-Dia-13-Barcelona-Madrid</link><guid>https://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/single-post/2014/11/15/Winding-Roads-14-Dia-13-Barcelona-Madrid</guid><pubDate>Sat, 15 Nov 2014 01:06:19 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Depois de mais um dia cheio de quilómetros, chuviscos, chuva, sol, muita chuva, sol, chuva e vento...finalmente a PCX alcançou Madrid, ficando mais próxima de Portugal.</div><div>Barcelona acordou hoje com chuviscos e a ideia de querer seguir para Madrid via Valência, rapidamente foi colocada de lado com este tempo. Assim, optei seguir a via mais rápida para a capital e poder aproveitar este último dia na companhia dos amigos.</div><div>Hoje esperava-nos mais uma boa centena de quilómetros e uma vez mais, o tempo não foi nosso amigo...ou melhor, até nos brindou com um pouco de sol ali à chegada de Saragoça, que permitiu tirar e dar uma volta rápida pela cidade.</div><div>Já à saída de Saragoça veio a pior chuvada do dia, acompanhando-nos até bem perto de Guadalajara. Depois, a partir daqui apanhamos imenso tráfego de camiões e muito muito vento, o que me fez adquirir uma posição mais tensa na condução e algumas dores de ombros. Fez também com qua a velocidade máxima não ultrapassasse os 90Km/h e aumentou em muito, os consumos.</div><div>Já à chegada de Madrid apanhei um pouco mais de trânsito, mas pelo menos a chuva, tinha parado. </div><iframe src="https://www.youtube.com/embed/x1sh4h7MlG8"/><div>Fui uma vez mais, muito bem recebido por parte dos amigos, desta vez, pelo Ricardo e pela sofia, que me ofereceram um excelente jantar e uma ótima conversa, recordando os bons velhos tempos de universidade. Ficando o desejo de voltar e conhecer também, melhor a cidade.</div><div>Daqui saio revitalizado e pronto, para amanhã, conjuntamente com a PCX, partirmos para a nossa última jornada desta viagem.</div><div>Com certeza, que a viagem de amanhã será grande parte a recordar alguns momentos desta aventura e também, para ir pensando na próxima saída. </div><div>Tenho também que começar a pensar numa desculpa, para explicar à PCX, que a partir da próxima semana, não terá que fazer mais que 25 quilómetros diários...não vai ser fácil dizer-lhe.</div><div>E amanhã, último destino desta aventura...Coimbra, Portugal. </div><div>Estatísticas de hoje:</div><div>Distância percorrida: 643,61Km</div><div>Tempo em movimento: 08:06:33</div><div>Tempo de descanso: 01:38:49</div><div>Velocidade média: 66,0 Km/h</div><div>Velocidade máxima: 115,2 Km/h</div><div>Abastecimentos: 4</div><div>Litros abastecidos: 17,53l</div><div>Média consumo: 2,94l/100km</div><div>Média mais alta: 3,11l/100km</div><div>Média mais baixa: 2,41l/100km</div><div>Gastos:</div><div>Combustível: 23,21€</div><div>Alimentação: 5,5€</div><div>Dormidas: 0€ (hoje durmo em casa dos meus amigos Ricardo e Sofia)</div><div>Portagens: 0€</div><div>Outros: 0€</div><div>Total (dia 13) = 28,71€ </div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Winding Roads '14 - Dia 12 (Béziers &gt; Barcelona)</title><description><![CDATA[Hoje abandonei a França e cheguei à Espanha, a Barcelona. Começo a ficar mais próximo de Portugal. Hoje acordei com um belo dia de sol, dando-me logo vontade de preparar tudo rapidamente e sair o quanto antes, para aproveitar o dia ao máximo. E foi o que fiz. Deixei o hostel por volta das 10h e fui logo visitar a pequena cidade de Béziers. Depois de andar pelo centro da cidade, dirigi-me para a ponte antiga para poder tirar umas fotos à catedral. Daqui, o destino seguinte foi Narbonne, uma outra<img src="http://static.wixstatic.com/media/bc006f_e84ba00cf5b14b8cb1c401cc037a3a44.png"/>]]></description><link>https://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/single-post/2014/11/13/Winding-Roads-14-Dia-12-B%C3%A9ziers-Barcelona</link><guid>https://rockingabroad.wixsite.com/rockingabroad/single-post/2014/11/13/Winding-Roads-14-Dia-12-B%C3%A9ziers-Barcelona</guid><pubDate>Thu, 13 Nov 2014 23:53:25 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Hoje abandonei a França e cheguei à Espanha, a Barcelona. Começo a ficar mais próximo de Portugal.</div><div>Hoje acordei com um belo dia de sol, dando-me logo vontade de preparar tudo rapidamente e sair o quanto antes, para aproveitar o dia ao máximo. E foi o que fiz.</div><div>Deixei o hostel por volta das 10h e fui logo visitar a pequena cidade de Béziers. Depois de andar pelo centro da cidade, dirigi-me para a ponte antiga para poder tirar umas fotos à catedral.</div><div>Daqui, o destino seguinte foi Narbonne, uma outra cidade no sudoeste da França, onde acabei por almoçar e passear tranquilamente pela cidade, onde decorria o mercado municipal.</div><div>Como o tempo continuava ótimo, posso mesmo dizer que hoje tive o melhor dos dias durante esta viagem, aproveitei para explorar mais esta zona, pois por aqui nunca tinha passado antes. E então, por sugestão de um companheiro motociclista, decidi seguir de Narbonne para Collioure.</div><div>Uma bonita cidade banhada pelo Mar Mediterrâneo, onde as fotos não fazem jus à sua beleza. Por lá as pessoas também demonstraram uma simpatia enorme, cumprimentando-me sempre à sua passagem.</div><div>Depois segui para Barcelona, onde me iria encontrar com o meu amigo Pedro Moutela, para irmos comer uma tapas. </div><div>Por aqui, demos um passeio de PCX, passando pelas famosas &quot;Ramblas&quot; e fomos jantar a uma &quot;Xampanyeria - Can Paixano&quot;. Um lugar literalmente tipo &quot;tasco&quot;, na zona de Barceloneta, onde podem comer uma belas tapas e beber uma taças de cava, a um preço simpático. </div><div>Hoje foi um dia bastante normal, como podem ver, sem peripécias, finalmente. Hoje sim, deu para rolar muito tranquilamente e aproveitar muito bem o dia...com sol realmente é outra coisa andar de mota.</div><div>Amanhã, de Barcelona irei para a capital Madrid, ficando cada vez mais perto de Portugal e também, de concluir esta viagem. </div><div>Estatísticas de hoje:</div><div>Distância percorrida: 369,48Km</div><div>Tempo em movimento: 07:17:00</div><div>Tempo de descanso: 02:20:35</div><div>Velocidade média: 38,0 Km/h</div><div>Velocidade máxima: 112,8 Km/h</div><div>Abastecimentos: 3</div><div>Litros abastecidos: 13,85l</div><div>Média consumo: 2,78l/100km</div><div>Média mais alta: 3,19l/100km</div><div>Média mais baixa: 2,41l/100km</div><div>Gastos:</div><div>Combustível: 19,25€</div><div>Alimentação: 11€</div><div>Dormidas: 0€ (hoje durmo em casa do meu amigo Pedro)</div><div>Portagens: 0€</div><div>Outros: 3,5€ (souvenirs) </div><div>Total (dia 12) = 33,75€ </div></div>]]></content:encoded></item></channel></rss>